domingo, 13 de março de 2011

Capítulo 105 – Não sei se quero… (Parte II)

Acordei com uma luz do corredor a invadir o quarto e a embater-me nas pálpebras ainda fechadas e em descanso, rapidamente me encolhi na cama e dei uma volta para o outro lado, mas a luz não parava de me incomodar.

- Bahhh! – barafustei ao mesmo tempo que tapei a cabeça com a almofada e acho que até esse momento não tive a perfeita noção de onde estava

Apenas quando senti o perfume de David, misturado com o meu, impregnado na almofada e nos lençóis em que estava envolvida, me recordei da noite anterior e de tudo o que tinha acontecido. Uma sequência de flashes invadiu o meu consciente e apenas foi quebrado quando ouvi o interruptor do corredor fazer barulho e a luz desapareceu. Destapei a cabeça esperando que David regressasse, mas ele não apareceu. Sentei-me na cama ainda meio azamboada, estiquei as pernas e os braços, toda a tensão acumulada durante a noite de descanso saiu apenas com aquele gesto. Senti todo o meu corpo relaxado e a minha cabeça leve, não sei há quanto tempo não tinha uma noite assim, tão descansada. Não foi preciso acender o candeeiro na mesinha, pois os primeiros raios de sol já invadiam o quarto. Levantei-me e ainda me espreguicei leve e novamente. Bocejei e avancei, ainda de olhos semicerrados, para o lado de fora do quarto. O corredor estava vazio, a minha cabeça espreitou para a sala que estava sem ninguém, da casa – de-banho não vinha qualquer barulho, por isso concluí, que se ele ainda estava em casa, só podia estar num sítio e aquele cheirinho a torradas denunciou-o.

- Bom dia… - saudei calmamente ao entrar na cozinha, vi-o de costas para a porta e de volta da bancada preparava o pequeno-almoço

- Bom dia, garota! – ele olhou-me de cima abaixo – Ué, já tá de pé?

- Claro! Não é nenhuma assombração que aqui está! – aproximei-me e em bicos de pés e a algum custo, dei-lhe um beijo na bochecha e rapidamente a sua expressão mudou

- Fiz o café da manhã para a gente… - disse de uma maneira fria, não diria indiferente, mas parecia magoado comigo

- Hum, está com óptimo aspecto! – sorri levemente ao ver a mesa, que ele tinha preparado cuidadosamente para o nosso café da manhã

- Espero que você goste! – ele sorriu para quebrar o gelo

- Vou com certeza gostar!

- Se senta, então… - ele afastou a cadeira para que eu tomasse o meu lugar na mesa e assim o fiz

- Obrigada – esbocei um sorriso tímido, o David era um autêntico cavalheiro

- Dormiu bem? – perguntou ao mesmo tempo que se sentava do meu lado

- Sim, muito bem… E tu? – olhei-o nos olhos pela primeira vez desde que entrara naquele espaço

- Melhor seria impossível! – percebi as segundas intenções das suas palavras, mas não me deixei apanhar na armadilha

- Ainda bem! Depois de uma noite de farra dormir bem fica sempre mais fácil, visto que estamos mais “mortos que vivos” – rimo-nos suavemente e foi claro para ambos, que eu acabara de fintar a abordagem à noite anterior

- Café? – perguntou erguendo o bule no ar

- Sim, por favor… - estendi-lhe a minha chávena e ele verteu o café, aquele cheiro era tão forte que ao entranhar-se no meu olfacto me provocou uma dor de cabeça momentânea – Está bem assim, obrigada!

Não posso negar que aquela indiferença que impusemos um ao outro me incomodou, parecíamos dois estranhos ou meros amigos a tomar o pequeno-almoço juntos, por mera casualidade… do destino, quem sabe! A minha vontade foi sair dali o mais depressa possível, nem sequer ficar para acabar a refeição, mas não podia fazer-lhe uma coisa dessas depois de todo o trabalho que tivera a preparar aquilo para nós.
O resto da refeição foi tida em silêncio, não comi grande coisa, os olhares constantes dele estavam a matar-me por dentro. O desejo impresso nos seus dois olhos verdes, começava a apoderar-se de mim à medida que estes me fitavam e era uma questão de segundos até eu ceder. Antes de fazer algum disparate ergui-me do meu lugar e levei comigo a caneca e o pratinho das torradas já vazio.

- Larga isso, Adriana! Deixa que eu arrumo… - ele levantou-se também e seguiu-me até à bancada

- Nada disso, David! – coloquei a loiça em cima do balcão de granito – Eu posso perfeitamente ajud… - rodei a minha cabeça e o meu corpo acompanhou o movimento, não consegui terminar o que ia dizer pois embati em David que estava perfeitamente posicionado atrás de mim

Estávamos colados um ao outro, ele olhava-me nos olhos e por muito que eu tentasse fugir com o meu olhar era como se ele me puxasse para si. A minha boca abriu-se várias vezes no intuito de conseguir dizer alguma coisa, mas não saiu nada. Estava muda e não fui capaz de formular uma única frase com sentido.

- Tava falando o quê? – a sua voz suou perfeitamente inebriante e eu deixei-me hipnotizar pela perfeita sintonia do seu timbre vocal

- Ah… - gaguejei durante alguns segundos, os meus olhos estavam fixos nos seus lábios e quando finalmente me consegui desligar daqueles lábios perfeitos e que eu podia e queria chamar de meus, consegui falar – Estava a dizer que posso perfeitamente ajuda! – tentei parecer o mais segura possível, mas não consegui, a voz falhou-me e tremelicou a meio da frase

Vi-o abafar uma gargalhada e aumentou a profundidade com que me olhava. Segui os olhos dele, que percorreram cada traço do meu rosto, cada limite e cada contorno. Olhou-me nos meus olhos grandes, escuros e pestanudos; seguiu para o meu nariz, desviou-o levemente para as minhas maças do rosto bastante salientes e definidas, depois para o meu queixo e por fim vi que ele se fixava nos meus lábios. Cerrei-os de nervosismo e ele tocou-lhes levemente, a linha tensa desfez-se e relaxei.
Fechei os olhos, ele mexia comigo de maneiras que eu própria desconhecia e que por vezes gostava de conseguir controlar, o que não foi o caso. Senti os seus lábios húmidos tocarem os meus e envolveu-os num beijo calmo, sem qualquer pressa, sem qualquer urgência, apenas nós…a confessarmos o nosso amor, naquele terno e aconchegante toque de lábios.
O beijo foi quebrado e as nossas testas permaneceram unidas. Dois sorrisos leves esboçaram-se nos nossos rostos e o David não hesitou em roubar-me um último beijo, apenas um leve toque de lábios completamente correspondido.
De testas coladas, olhámo-nos longamente nos olhos permanecendo em silêncio, por vezes os nosso olhares viajam entre os olhos e a boca um do outro, mas não ousámos uni-las novamente.

- Quando é que a gente se vai acertar? – ele respirou profundamente ao mesmo tempo que falou e colocou uma madeixa de cabelo atrás da minha orelha, com todo o carinho que lhe conhecia

Foi nesse exacto momento que o meu telemóvel tocou e eu agradeci…Ai! Como agradeci a Paula ter-me ligado nesse exacto momento. Desviei-me dele através do pouco espaço deixado entre mim e a bancada, estava completamente encurralada. O meu telemóvel estava na sala, senti a mão do David no meu braço puxando-me para si, assim que tentei sair da cozinha. Com o seu olhar profundo e meigo implorava-me que não fosse, mas eu tinha de ir, pelo menos até arranjar palavras para a pergunta que ele me tinha feito. Afastei-o levemente e saí na direcção da sala.

- Estou? – atendi com um sorriso

- Bom dia, boneca! – ouvi a voz doce da Paula do outro lado do telefone, parecia-me extremamente animada

- Bom dia, mi amor! – não contive um sorriso e podia adivinhar-lhe outro igual do outro lado do telefone

- Dormiu bem, a princesa?

- Dormi, sim senhora! – respondi num tom pomposo à sua picardia

- Então se já dormiu tudo, faça o favor de se por no estádio em meia hora, porque ou muito me engano ou a senhorita esqueceu-se do jogo de volei com as meninas! – nesse exacto momento caí em mim e recordei-me do combinado

- Eu? Esquecer? Claro que não… Estava acordada, não estava? É porque pus o despertador e não me esqueci do jogo! – menti da melhor maneira que sabia

- Claro, claro! Vou fingir que não te conheço e acreditar nessa história, vê se não te atrasas, que algumas das meninas já lá chegaram e o resto está a caminho, sim?

- Sim, olha fazes-me um favor, Paulinha?

- Claro, diz…

- Leva uns calções e um top que eu esqueci-me de trazer uns…

- Ah, afinal sempre te esqueceste! – fui apanhada na minha própria mentira e não aguentei, desmanchei-me a rir e ela seguiu-me

- Nada disso, simplesmente estou a dormir em casa do David e não tenho cá as minhas coisas!

- Em casa do David? –pelo entusiasmo na sua voz, calculei facilmente que estava a sorrir

- Sim, em casa do David… Ontem fui sair com o pessoal e acabei por encontrar o David, o Ruben, o Gustavo e a Inês. Eles convidaram-me para vir a casa dele jogar na PS, mas eu acabei por adormecer e como era tarde acabei por dormir cá…

- Com o David?

- Sim, com o David! Que eu saiba a casa é dele!

- Na cama dele? – a voz dela foi bastante sugestiva

- Sim, na cama dele…

- E ele? Dormiu onde?

- Olha não achas que já estás a querer saber demais, Dona Paula? – ela riu-se e eu também

- Pronto, já não está cá quem falou!

- Ainda bem! – rematei segura por finalmente aquela conversa ter chegado ao fim, ou pelo menos assim pensava

- Mas não te livras de me contar os pormenores quando chegares aqui ao estádio!

- Claro, claro… Vai sonhando! Olha vai masé dando umas voltinhas ao campo, porque se ficares em pé à espera que eu te conte, vais-te cansar, amor…

- Dizes isso agora, porque quando eu te apanhar à frente vou apertar contigo de uma maneira, que vais contar tudinho!

- Tá bem, veremos! – a minha soou a desafio e eu sabia que tinha acabado de comprar uma pequena guerra com Paula – Não te esqueças de um equipamento então, eu vou já ter aí, mal possa! Beijinhos, mi amor!

- Beijinhos, boneca! Até já! – desligámos a chamada

Rapidamente me dirigi à cozinha, o David já tinha arrumado quase tudo em cima da mesa e atirava com a loiça violentamente para dentro da máquina. Pude ler em cada um dos seus gestos uma intenção de brutalidade, como se descarregasse em tudo o que o envolvia.

- David… - encostei-me à porta da cozinha na esperança que a minha voz o fizesse parar e olhar para mim

- Não precisa falar nada, não. Já percebi que tá de saída! Então, faça o favor! Fica a vontade e quando sair, fecha a porta! – ele interrompeu-me e pronunciou o seu discurso de forma directa, rápida e fria, nem sequer olhou para mim e continuou a levantar a mesa, num ritmo frenético entre esta, a bancada e a máquina da loiça

Engoli em seco, esperei alguns segundos na esperança de que ele me olhasse, nem que fosse durante breves segundos, mas infelizmente ele não o fez. Continuou a arrumar as poucas coisas que sobravam e ignorou a minha presença. Percebi que a minha presença não era mais desejada e dirigi-me ao quarto. No guarda-vestidos dele procurei alguma coisa que eu pudesse identificar como minha e não foi preciso muito, estavam lá duas mudas, eu sabia que as tinha deixado lá para o caso de incidentes como aqueles. Tirei o pequeno saco desportivo para fora, tirei uma muda de roupa e vesti-a tão rápido quanto consegui.
Olhei-me ao espelho preso na parede e tinha vestígios de maquilhagem da noite passada. Retirei um toalhete da minha bolsa e limpei-me rapidamente, queria sair dali o quanto antes. Calcei os ténis, arrumei a roupa da noite anterior, coloquei o saco às costas e avancei determinada na direcção da porta de saída.



- Vai onde com esse saco? – a voz de David interceptou-me o percurso

- Embora, mas não te preocupes que fecho a porta de casa! – abri-a nesse momento, completamente disposta a sair sem sequer olhar para trás, mas uma mão forte de David fechou-a com força e eu tive de fugir para não me entalar

- Não vai a lado nenhum! – os seus olhos encararam-me, estavam ligeiramente avermelhados o que denunciava o seu conturbado estado de alma

- Vou sim! Tenho coisas combinadas! - fiz-lhe frente, não demonstrei medo e enchi o meu peito de ar

- Me diz, onde vai com esse saco?

- Embora! Não percebeste? Espera, queres que soletre? – sem dar conta um rasgo de ironia traçou a minha voz

- Sim, mas isso é seu saco das roupas de quando costuma ficar cá em casa… - ele acalmou-se e a escura neblina que conturbava os seus olhos, foi substituída por uma expressão de clara desilusão

- Pois é, dizes bem… O meu! – reforcei bem a última palavra

- E vai levar?

- Vou… Aqui já não me faz falta! – disse aquilo com uma frieza, sem antes calcular as consequências, foi visível nos seus olhos cristalinos que acabara de fazer disparate

- Não faz? Não tenciona mais passar noites aqui em casa, é isso? – ele soltou finalmente a porta, aos poucos, e tão rapidamente como a desilusão assomava ao seu coração, ele deixava espaço para me ir embora

- David, não vamos e nem podemos ignorar o que foi dito aqui naquela manhã!

- Não? Fala a sério! Você é que tá fugindo, ignorando! Eu tentei falar um montão de vezes com você, pô!

- David, agora não é a altura, tenho de ir…

- Vê? Tá fugindo de novo, caraca! – ele soltou completamente a porta deixando o espaço totalmente aberto para qualquer eventual fuga minha, levou as mãos à cabeça e afagou freneticamente os caracóis

- Não estou a fugir, simplesmente tenho de ir… Noutra altura temos esta conversa! – abri novamente a porta de casa

- Ao menos deixa o saco com as roupas aqui… Ao menos assim tenho a certeza que vai voltar!

- Eu vou voltar! Prometo! – dei-lhe um beijo no rosto e saí, fechando a porta atrás de mim

***

- Fogo, estava a ver que não! – reclamou Paula mal entrei no balneário

- Bom dia, p’ra si também! – esbocei um sorriso aberto e beijei-a no rosto, ela retribuiu

- Bom dia! Estamos há tua espera há um tempão! – ela ergueu-se do banco, já estava equipada e deu-me o meu equipamento

- As outras? – comecei logo a vestir-me



- Foram andando para o campo, aquecer… Estar um bocadinho com os rapazes…

- Com os rapazes? – petrifiquei nesse exacto momento, uma vez que naqueles últimos meses o termo “rapazes” incluía também David

- Sim, os meninos vieram ver-nos! Mi cariño está lá fora! – fez um sorriso apaixonado e eu tentei recompor-me depois do que ela me acabara de dizer

- Quem mais veio? – muito discretamente soltei a pergunta e dirigi-me ao espelho para amarrar o cabelo

- O Aimar, o Salvio, o Luisão, o Fábio, o Ruben e acho que é só… - ela seguiu-me até à zona dos lavabos

- Hum… Está bem… - sorri de alivio e dei o último retoque no cabelo – Estou pronta! – virei-me na direcção dela e um assobio invadiu o ar

- Ó rabo bonito, vê se te despachas que está tudo à tua espera… - vi a Catarina espreitar para dentro do balneário

- Para variar! – a ela juntou-se a Paula e não deu pra conter, ri-me com elas

***
- Vai, é tua, é tua! – gritou a Inês do outro lado da rede, fez um remate certeiro que atravessou para o nosso campo

- É minha, é minha! – elas abriram espaço, levantei a bola de manchete para a Brenda e ela facilmente a colocou do outro lado da rede fazendo ponto para nós

- Fogo, vocês ganham sempre, bolas! – refilou Andreia, que fazia equipa com Bianca, Catarina e Inês – Não quero jogar mais!

- Oh, não tenham mau perder… - pediu Débora rindo-se da expressão amuada de Andreia

- Não estão a perder assim por tanto! – Paula tentou amenizar a situação

- Oh, vamo continuar jogando, gente! – pediu Brenda ao mesmo tempo que batia palmas motivadoras e se colocava na posição-base

Era a minha vez de velar, fiz um serviço por cima e acertei. Tive de fazê-lo mais cinco vezes pois às primeiras a bola nunca foi amortizada por nenhuma delas.

- Vai, vai lá, pá! – gritou a Débora do nosso lado do campo, incentivando o adversário, os seus gritos desconcentraram-nos e porque olhámos para ela, perdemos os pontos

Os festejos exaltaram-se do outro lado da rede, cantavam, pulavam, abraçavam-se. Eu caí no chão de tanto rir e tive de me agarrar à barriga que já começava a doer. A expressão da Brenda era claramente carrancuda, ela detestava perder.

- Mocheeeeeee! – gritou a Débora e todas correram na minha direcção, executando a sua ordem

Algumas de nós já éramos casadas, mães, mas quando queríamos parecíamos umas autênticas crianças.
Pularam todas para cima de mim, ainda pedi que saíssem, mas como se pode adivinhar não me valeu de nada. Quando saíram de cima de mim e dispersaram, levantei-me e um rosto novo ocupava as bancadas: David.

24 comentários:

paula. disse...

amo quando me colocas nos teus capítulos, AMO!

ai amorzão, estou tão curiosa, meu deus, veja lá se despacha isto, shiiim?

te amo munto, mi amor, besitos <3<3<3

Fabi disse...

awwww, que lindo!

Bianca. disse...

Oh Oh fiquei na equipa que perdeu! xD
Está tão lindo, tão lindjinho, Princesa!! *.*
Ahh e gostei daquela parte do "Rabo bonito", ri-me tanto!!
Continua!
Beijãooo <3<3

DiiDii disse...

AmO Os teus capiitulOs liinda!! =D

QuerO maiis, rapiidO, siim?!

BjnhO

Anónimo disse...

Tá giro ... mas estou anciosa para que façam as pazes :P

Continua com o bom trabalho ;)

Beijo
Nini

Beatriz disse...

Muito lindo :)

Continua :D

Anónimo disse...

Amei! Ta lindo! Tens mesmo tanto jeito! Mas queria que eles fizessem as pazes oh :(
Quero mais!
Beijinhos

ElsaNeves disse...

Dri:
tu és tão má porque raio acabaste assim????
Tinhas mesmo de me deixar roídinha de curiosidade???
Agora vou já ter de te pedir a outra parte do capitulo... queeroooo maaaiiiis... por favor.
É fantástica a tua fic!!! :) :)
Beijinhos

Sóh Isabel disse...

adoroooo driiii_!!!
mais um rápido

Elsa disse...

Mas quando é que estes dois se acertam de vez???

Quero mais, sim!!!

Beijocas minha linda :D

entreamigas disse...

Quero mais Dri Maria, isto assim já é demasiado sofrimento...

Muito giro, cm sempre. Estas descrições, estes momentos, estes sentimentos que transparecem para quem lê... Muito bom mesmo!

Beijinhos

Guigui

Ana disse...

adorei...

quero mais...

continua...

Daisy Tavarez disse...

Adoreeiiii
continua Dri
bjin

Ana Sousa disse...

Lindoo Dri !
Queroo mais! Adoro como escreves Linda! Mesmo*

O próximo rapidinhoo!
Beijinhos

Ana Sousa

renataz*.* disse...

aaiii que eu pensava que era desta que eles se acertavam

vá lá dri coitadinhos estão cansados de sofrer :P

beijinho

Anónimo disse...

ai, ó dri tadinhos deles...
já mereciam estar juntinhos outra vez ^^
Amei! (:

Beijinho,
Matilde

Cinefreak disse...

A sério, adoro a tua fic, nao me canso de a ler e escreves tão bem qe parece qe realmente estamos a viver o capitulo :)
Se puderes passa pelo meu, onde comecei a postar uma fic do Ruben e do David.
Beijinhos e continua com os maravilhosos capitulos

Joana #14 disse...

lindo, mas quando estes se acertam?
quero mais...
beijocas,
My Love 14

Mary disse...

Olá!
Eu tenho lido a tua fic desde há algum tempo (acho que já comentei uma vez, mas ainda estava a meio... whatever!) Só quero dizer que mesmo que não comente desde início a tua fic é mesmo VICIANTE! É óptima! Adoro cada capítulo e venho cá sempre ver se já postaste. Estou a amar a história e cada vez fico mais ansiosa pelo próximo.
Espero que seja breve.
Continua com o excelente trabalho...
Kiss

Anónimo disse...

Amei amei!
Quero-os juntos!! :D
Quero mais!
Adoro a tua fic!
Beijinhos

Anónimo disse...

Sabes o que era mesmo, mesmo bom??
Ler um capitulo hoje :D
Eu até lia mais, mas um já era perfeito :P

Beijinhos
Nini

sofiarc disse...

ohh, quero mais, Dri *-*
mais, mais, mais! :)

beijinho*

Anónimo disse...

Primeiro, ADORO a tua fic

Segundo, não os metas em mais confusões. Eu quero-os bem juntinhos. (A)

A Vida De Uma Adolescente disse...

Aiii Driii, Eu ia chorar :s Mas depois apareceu-me o Eminem na televisão a cantar ' I'M SLIM SHADY, YES I'M THE REAL SHADY.....' e perdi-me, desatei-me a rir.
Mas está mesmo muito lindo, chuchu!
Beijocas (L)
Vê se dás noticias. Miss u *.*

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