quinta-feira, 10 de março de 2011

Capítulo 105 – Não sei se quero...(Parte I)

DAVID

Depois daquele momento com ela, meu coração tava explodindo de tanta felicidade e meus lábios esboçavam exactamente isso.
Tínhamos vindo todos no meu carro e assim tencionávamos regressar a casa. O Ruben é que ia conduzindo com Inês do seu lado e eu ia no banco de trás mais o Gustavo.

- Eish, coitada! Ela ainda está à espera de um táxi, não há nenhum na praça… - Inês alertou para Adriana que estava ainda esperando um táxi na praça junto da discoteca

O Ruben parou o carro e eu saí, não ia deixar ela ali, àquelas horas da noite e sozinha.

- Entra no carro, vem com a gente… - pedi olhando-a nos olhos

- Não quero dar trabalho, vão terminar a vossa noite! – ela me sorriu, entendi que não era apenas pelo convite, mas sim porque compartilhava a mesma felicidade do beijo que havíamos dado há minutos atrás

- Não dá trabalho nunca, garota! Por favor… - olhei ela nos olhos e minha boca se abriu novamente num sorriso louco de felicidade

- Tá bom! Mas se eu vir que estou a dar trabalho vou-me embora…

- Não vai dar, vem! – estendi minha mão p’ra ela meio a medo, não tinha certezas se ela a iria aceitar ou não

Obrigada! – ela juntou sua mão à minha, p’ra grande surpresa minha. Seu toque continuava igual e a meiguice dos seus gestos permanecia a mesma, não conhecia menina mais doce do que ela

***

- Ah, é sempre a mesma coisa! Ganhas sempre, caraças! – refilou o manz, atirando o comando da PS p’ro chão

- Deixa de ter mau perder, caraca! – dei uma sacudida na cabeça dele

- Importam-se de não gritar? – olhamos ambos p’ra Inês, Gustavo já tinha ido embora – Ela adormeceu… - aponto para o sofá onde Adriana deitada e encolhida dormia, que nem um anjo perfeito

- E agora? – Ruben fez uma expressão de ralação

- Agora deixa ela aí… É tarde p’ra gente a acordar a fim de ir p’ra casa…

- Ela pode dormir aqui… - sugeriu Inês, tanto ela e Ruben me olharam

- Por mim… Só há um quarto, mas eu deito ela na cama e durmo no sofá!

- Não há problema? – perguntou Ruben se erguendo do chão

- Sem problema! Eu cuido dela! – sorri levemente

- Toma-me bem conta da miúda, puto! – demos um abraço de despedida

- Tomo sempre… - dei dois beijinhos em Inês

- Então a gente vai indo… Não te esqueças que amanhã só temos treino à tarde, mano! – relembrou Ruben

- Sim, eu sei… Escutei o mister!

- Então vá, fica! – se aproximou de Adriana e deu um beijo na sua testa, ela continuou dormindo

Finalmente foram embora, o carro dele tinha ficado na minha garagem quando nos encontrámos antes da noitada. Agora era apenas eu e ela… Me aproximei do sofá, passei as mãos nos cabelos dela, desentrelaçando alguns dos seus cachinhos mais rebeldes. Ela se moveu rapidamente, respirou mais profundamente, mas não despertou. Beijei sua testa, beijei seu rosto com delicadeza e não resisti, toquei levemente nos seus lábios. Um beijo doce e inocente, apenas pra matar as saudades que eram mais que muitas.
Com todo o cuidado do muito, agarrei ela no colo e a levei pro meu quarto…

***


ADRIANA

Lembro-me de chegar a casa de David, os rapazes agarraram-se logo à PS, como já era hábito. Mas pouco a pouco, comecei a ouvir as vozes deles distantes, as imagens foram ficando turvas, a minha respiração mais pesada e por fim as minhas pálpebras cerraram-se deixando-me na escuridão.
É a última memória clara que tenho antes de ter acordado envolta por uns braços quentes.
Mesmo sem abrir os olhos eu sabia que era David que me levava ao colo, o seu cheiro era inconfundível, e aquele toque que ardia sob a minha pele, que me provocava um arrepio na espinha, era dele, e só podia ser dele… Mais ninguém me fazia sentir assim.
A algum custo abri os olhos e vi que ele me transportava nos seus braços, estávamos no corredor e ele dirigia-se ao quarto.

- David? – a luz à minha volta incomodava-me e apenas conseguia abrir um olho

- Oi? – a voz dele saiu mais suave do que aquilo que eu lhe conhecia

- Onde é que vamos? – entrámos no quarto dele – Os outros? – esfreguei os olhos tentando clarear a minha visão

- Eles foram embora, cê adormeceu… Vou pôr você p’ra dormir na minha cama – pousou-me então em cima da sua cama e confesso, estava demasiado cansada para tentar argumentar e sair dali

- Obrigada… - aconcheguei-me na almofada onde o cheiro dele estava embrenhado, respirei fundo e senti aquela essência preencher todos os meus poros

- Vamo arranjar qualquer coisa p’ra você vestir…

- Eu durmo mesmo assim… - disse já de olhos fechados e aconchegando-me

- Dorme, nada… Vai dormir desconfortável! – ele afastou-se até ao seu guarda vestidos e tirou de lá umas calças de fato de treino e uma sweat do Benfica – Vamo lá! – puxou-me levemente até ficar sentada na cama

Baixou-se ficando de cóqueras em frente a mim. Com muito cuidado, e enquanto eu ainda ia tentando despertar, ele tirou-me os sapatos e não posso negar que fiquei arrepiada assim que senti a pele dele contra a minha. Com as pontas dos dedos, e num gesto quase sumido, ele fez as suas mãos deslizarem desde os meus pés, subindo para as minhas pernas, de seguida cintura até finalmente alcançar o meu torso.
As mãos dele percorreram o fecho do vestido e destaparam-me os ombros. Fê-lo com uma delicadeza que fez cada parte de mim estremecer, olhei-o nos olhos e vi que ele fazia o mesmo. Os meus lábios quiseram abrir-se num sorriso, mas contive-me, não conseguia esquecer o que ele me tinha dito no dia em que tinha visto aquela maldita revista. Puxou-me o vestido até à cintura e vestiu-me a sua sweat do Benfica.

- Se levanta, amor… - o meu coração bombeou com força o sangue assim que ele me chamou daquela maneira – Desculpa…

- Não faz mal… - a minha voz saiu meiga e levantei-me como ele pediu, mas ainda tive a sua ajuda para me apoiar

Com um pequeno jeito, das suas mãos grandes nos meus quadris, o vestido deslizou até ao chão. O olhar dele percorreu o meu corpo de cima abaixo e eu não pude evitar sorrir quando percebi que ainda mexia com ele.
Vestiu-me as calças de fato de treino que me estavam grandes, deu umas dobras no fundo das pernas e umas na cintura para que não escorregassem, mas não adiantou de muito.

- Se deita, muleca, vai… - passou com a mão levemente no meu rosto

- Hum, hum… - confirmei positivamente num sussurro e vi um brilho indescritível nos seus olhos

Senti a mão dele na minha cintura, tentava empurrar-me com cuidado para que me deitasse, mas eu agarrei-me ao tronco dele, rodeando a cintura dele com o meu braço direito. A minha mão pousou nas costas dele, a outra que estava livre tocou levemente na sua barriga com a ponta dos dedos, ele olhou para baixo para confirmar que o toque era meu e eu segui-lhe o gesto. Mas quando erguemos as cabeças e nos encarámos, os nossos rostos estavam colados e as nossas bocas a escassos milímetros de distância. Balancei nos meus pés e sem querer os meus lábios deram um leve toque no lábio inferior dele, senti-o tremer e fechou os olhos para se controlar. Aproveitei para sorrir levemente, era a única oportunidade que tinha de mostrar que estava feliz de o ter por perto, apesar de estarmos separados. Iniciei uma brincadeira completamente inconsciente e avancei para o beijar, mas recuei quando ele se preparava para unir as nossas bocas. Os meus lábios entreabriram-se, assim como os dele, prolonguei a brincadeira de há segundos atrás. Fechei os meus olhos, como ele já havia feito, assim que senti os nossos lábios roçarem-se e por consequência senti a respiração quente e descontrolada dele, misturar-se com a minha, mais calma, mas igualmente profunda. Quando os nossos lábios entraram novamente em contacto, a língua de David tocou-me de raspão do lábio inferior, era tempo de acabar com aquela brincadeira. Eu ainda tentei fugir, mas os seus braços puxaram-me para si com uma violência que apesar de o ser, não me magoou. A sua boca procurou a minha e eu não tive como fugir, beijámo-nos novamente. As nossas línguas já conheciam todos os trilhos na boca do outro e cada recanto foi percorrido com calma, mas muita atenção às ínfimas particularidades do ser que tínhamos na nossa frente e que amávamos inegavelmente. Senti a sua língua fugir-me e os lábios dele irem de encontro aos meus para selar o beijo, mas foi aí que aproveitei para prolongá-lo. A minha língua foi contra a dele e envolveu-as novamente em movimentos ritmados e perfeitamente sincronizados. Quebrei o beijo quando estava suficientemente saciada e selei-o com um toque lábios curto. Deixei os meus olhos fechados e deitei-me, não tive coragem para ver a sua reacção à minha acção mais ousada.
Pousei a cabeça na almofada, senti-o afastar-se e apagou a luz do tecto, senti-me em segurança para abrir os olhos. Vi-o pela claridade que invadia o quarto entre as tiras abertas da persiana, uma silhueta difusa, mas facilmente reconhecível para mim. Aquela silhueta despiu a camisa que tinha vestida, logo de seguida a t-shirt e deixou ao descoberto o corpo perfeitamente esculpido e que lhe adivinhei apenas pela sombra. Estendi-me para alcançar o candeeiro na mesinha de cabeceira e acendi-o. O David deu um pulo, pois estava literalmente de “calças na mão”, claro, não pude evitar rir-me discretamente.

- Desliga isso, garota! – ordenou-me visivelmente atrapalhado e vestindo umas calças de pijama

Ri-me para dentro, não pude evitar fazê-lo ao constatar tanta atrapalhação.

- Tá rindo é? Pensei que tava dormindo… Tava muito cansada!

- E eu estou a dormir, não vês? – disse de olhos fechados e tentando conter o riso

- Não tou vendo nada, não! – ouvi-o gargalhar levemente

- Mas estou! – continuei de olhos fechados e ouvi-o apagar a luz e afastar-se, voltei a acender o candeeiro – Hey, vais onde? – levantei-me levemente, apoiada no cotovelo

- P’ra sala… Vou dormir e você, vê se faz o mesmo!

- Vais dormir no sofá?

- Vou…

- Isso não está correcto, a casa é tua… Eu posso dormir no sofá!

- Cê dorme aí, sim, muleca? – sorriu-me levemente, mas foi o bastante para o meu coraçãozinho bater forte

- Não! Não vou deixar que durmas no sofá! Ao menos dorme aqui… Juro que nem sequer me aproximo de ti! – beijei os meus dedos, que formaram uma cruz perfeita em frente à minha boca

- E cê tá achando que uma meia lequinha, como você me assusta? – riu-se

- Olha chama-me tudo, agora meia lequinha não! – a minha expressão fechou-se e tornou-se sisuda

- Oi, a meia lequinha amuou, gente! – ele gargalhava alegremente e eu não me contive, alinhei na brincadeira

- Agora a sério, não há necessidade de dormires no sofá, a cama é suficientemente grande para os dois… - cheguei-me para um cantinho e abri o outro lado da cama, oferecendo o espaço livre para ele se deitar

- Tem certeza? – a sua testa enrugou-se, acho que ele não estava muito convencido

Ele sabia que eu estava ainda muito magoada com ele depois das suas duras palavras naquela fatídica manhã que ditou o fim da nossa relação, e portanto, aquela aproximação era-lhe duvidosa, penso que deve ter achado que a qualquer altura desataria aos berros com ele, acusando-o “a torto e a direito” do que fizera, mas surpreendentemente eu estava calma, muito calma…

- Tenho, deita-te! Precisas de descansar… - não me contive e sorri-lhe, mas muito timidamente

Ele deu um jeito nos caracóis, sacudindo-os levemente de um lado para o outro, aproximou-se da cama e acabou por se deitar bastante afastado de mim. Não vou mentir e dizer que aquela distância não me incomodou, mas eu sabia que era o certo, era o que tinha de ser feito e era preferível que pelo menos um de nós tivesse a força suficiente para estabelecer essa distância. Alcançou o candeeiro na mesinha de cabeceira e regulou a intensidade da luz, deixou-a exactamente como eu gostava. Suave, mas que ainda me deixasse ver o que me envolvia.

- Boa noite, Adriana…- desejou calmamente e fechou os olhos

- Boa noite, David… - sussurrei e deixei-me ficar a contemplá-lo

Não demorou muito até o corpo dele se relaxar, a respiração tornou-se mais pesada e a sua expressão serenou. Acho que um sorriso parvo inundou os meus lábios naquele exacto momento, quando me deparei com o mais magnífico retrato da minha vida. As minhas mãos ocorreram à sua face, num gesto completamente irracional e sem calcular as consequências. Toquei-lhe as faces pálidas, os meus dedos arrastaram-se até às suas pálpebras fechadas e depois até ao seu nariz. Percorri a cana levemente com o meu indicador, traçando uma linha imaginária. Quando cheguei ao fim deparei-me com os seus lábios, perfeitos e delineados, tal qual eu me lembrava deles. Contornei-os com o meu indicador gelado, que contra os seus lábios húmidos e quentes, me fez arrepiar.

- Ainda não tá dormindo, muleca? – ele falou sem sequer abrir os olhos, mas a sua boca esboçou um leve sorriso

A voz dele apanhou-me de surpresa uma vez que o julgava a dormir, dei um salto na cama e afastei imediatamente a minha mão do seu rosto, por fim, ele abriu os olhos.

- Precisa de alguma coisa? – intensificou a luz do pequeno candeeiro

- Não… - foi a única coisa que consegui dizer

- Tem certeza? – ele estava com uma clara vontade de se rir, mas graças a Deus não o fez e poupou-me a vergonha

- Sim…

- Então durma bem! – baixou novamente a intensidade da luz do pequeno candeeiro e eu fechei os olhos, aninhada no pequeno cantinho da cama que me pertencia

Senti um arrepio começar nos meus pés e subir até ao topo da minha espinha, os meus membros estavam gelados, especialmente as mãos e rapidamente comecei a tremelicar quando os espasmos percorreram o meu corpo. Uma mão quente pousou nas minhas costas e envolvendo a minha cintura puxou-me até ao centro da cama. Daí até sentir a temperatura quente do corpo de David contra a minha foi uma questão de segundos. Abri os olhos e vi-o na minha frente de olhos fechados, como se nada fosse, mas eu sabia que ele estava acordado. O meu indicador ergueu-se no ar disposto a percorrer novamente a cana do nariz de David em jeito de brincadeira, mas recuei.

- Pode tocar… - ele respirou profundamente e abriu os olhos – Pode tocar à vontade… - o sussurro proferido por aquela boca perfeita embateu de encontro aos meus lábios permitindo-me sentia a sua respiração, uma vez que estávamos muito próximos

Sorri levemente, toquei-lhe na ponta do nariz e voltei a encolher-me sobre mim própria. Fechei os olhos disposta a finalmente deixar o cansaço vencer, mas o David não me permitiu fazê-lo. Puxou-me mais contra si, senti no meu corpo cada contorno perfeito do dele, os seus braços abarcaram-me com carinho e numa questão de segundos senti os seus lábios doces e húmidos tocarem os meus. Não me importei, porque eu queria, tanto ou mais do que ele, aquilo… Permiti a mim mesma ser feliz, nem que fosse por escassos segundos. A língua dele invadiu a minha boca sem permissão e num só arrombo envolveu a minha num beijo quente e ritmado, mas calmo… Muito calmo! Foi com aquele beijo que a paz se impôs na nossa noite, permitindo-nos dormir. Mantive os olhos fechados e por isso não sei dizer se ele também o fez, não descolei o meu corpo do dele, mas rodei sobre mim própria ficando de costas. Os braços dele envolveram-me novamente num abraço, beijou-me a nuca, entrelaçou as suas pernas nas minhas e as nossas mãos. Um sorriso esboçou o meu rosto, e apesar de o ter do meu lado na cama, nessa noite sonhei com ele…

16 comentários:

Bianca. disse...

Adriana...Está perfeito, está fantástico, está alucinante, está (...), está tudo mais alguma coisa! Está per-fei-to! Até os meus olhos ficaram brilhantes! Eu AMEI, Princesa!!
Parabéns e continua! :D
Beijãoo <3<3<3

paula. disse...

Oh meu amor, que lindo, que lindo!

Quero os meus molecões, juntinhos e felizes, ouviu?

Continua a escrever assim! (:

Te amo un montón! Besitos de tu paulita <3<3

ElsaNeves disse...

Simplesmente lindo!!!
Amei!!!
Beijo linda.

Sóh Isabel disse...

tãoooo lindooo
ameiii drii!!!
como sempre!
Continua!

DiiDii disse...

Esta' magniifiicO O capiitulO, aliias cOmO tOdOs Os OutrOs!! =D

COntiinua, liinda..

BjnhOs <3

Tania disse...

Esta divinal, o capitulo mas emocionante de qualquer outra fic que eu tenha lido..
o meu coração bateu mais forte..
fantastico !!

Elsa disse...

Está qq coisa de fantástico lol

quero mais...

beijocas

Rafaela disse...

Está completamente perfeito :D
Cada vez gosto mais Dri :)
Tu escreves mesmo muito bem, continua assim e não páres de escrever esta fic :b
Beijinhos, Rafaela*

Anónimo disse...

Adorei, tá mesmo lindo.
Parabéns, tens muito jeito :D
Beijinhos
Nini

Mariana disse...

Diz-se por aí que uma imagem vale mais que mil palavras. Ao ler a tua história discordo totalmente com essa afirmação, porque tu descreves todos os momentos com uma intensidade impar que nos permite para além de imaginar, sentir o que vai na alma da personagem. Desta forma a tua escrita supera a imagem porque consegue expandir os meus horizontes, enquanto que a imagem é limitadora. É impressionante e de glorificar.
Parabéns, continua com o teu excelente trabalho (:

Cinefreak disse...

tá tão lindo, a sério, a tua escrita é uma coisa maravilhosa, deixas-me k.o :p
beijinho

Ana Sousa disse...

Aii páh!
Que posso dizer mais!?
Está Lindo! Lindo ! :$

Queroo mais sim?

Ana Sousa

ElsaNeves disse...

Ontem mesmo já a cair de sono não deixei de comentar, porque era impossivel não o fazer, mas hoje voltei a ler e tenho de voltar a comentar :)
Está fabuloso, por mais vezes que se leia não dá para cansar, perfeito.
Tu transmites mesmo os sentimentos, parece que sinto o que descreves, é mesmo muito forte, fantástico.
Eu quero mais... parabéns linda.
Beijinhos

Joana #14 disse...

lindo! estou a espera de mais, sim?
beijocas,
My Love 14

Matiee disse...

este capítulo está qq coisa de especial !
wow, wow, wow
ADOREI, meu amô!

Beijinho, te amo @

monik disse...

Estou viciada!!!!

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