Olhei para a pequena Sofia e toda a gente, que me olhavam admiradíssimos, uma vez que me julgavam do lado de lá do Atlântico e com regresso previsto apenas dentro de três dias.
- Quem é? Gente já chega de brincadeira! – refilou o David impaciente
Com as minhas mãos consegui sentir que os olhos dele estavam húmidos e que se tinha emocionado muito com o vídeo e ainda mal ele sabia o que estava para vir. Ele tentou soltar-se, mas como não conseguiu começou a tocar-me muito cuidadosamente e de repente parou todos os seus movimentos, ficando exactamente onde estava, com as mãos sobre as minhas.
- Parabéns, meu amor… - sussurrei junto do ouvido dele até o sentir arrepiado
Rapidamente ele se soltou das minhas mãos, levantou-se bruscamente e acabou dois metros afastado de mim. Os seus olhos verdes estavam esbugalhados e todo ele tremia, como se fosse um menino pequenino acabado de levar um berro. Os seus olhos, que por si só já estavam vermelhos, ficaram completamente rasos de lágrimas e vidrados em mim. Ao vê-lo assim não tive como resistir e acabei por deixar que as lágrimas invadissem também os meus olhos grandes e muito castanhos. Fiquei a olhá-lo, esperando vê-lo tomar uma reacção e apesar de tudo aquilo ter sido uma questão de segundos, a mim pareceu-me uma eternidade, porque sempre que eu e o David estávamos juntos era assim… O relógio abrandava, parava e entrava no tempo, no nosso tempo… Finalmente, dirigiu-se na minha direcção e apenas com duas passadas uniu os nossos corpos, abraçando-me até ficar com os pés fora do chão. Os seus braços envolveram fortemente a minha cintura e os meus o seu pescoço, onde enterrei a cabeça para chorar. Calmamente, os nossos choros acabaram por se misturar, completamente embalados pelo rodopiar leve e singelo dos nossos corpos, imposto por David.
Olhámo-nos, aquilo parecia demasiado irreal e tive de lhe tocar para ter a certeza de que não estava a sonhar. Quando a espera não dava mais para aguentar e a urgência se tornou maior, as nossas bocas uniram-se e as nossas línguas fundiram-se tranquilamente, sem sequer nos importarmos com quem estava à nossa volta. Não sei quanto tempo nos beijámos, mas ele aguentou-me com os pés fora do chão esse tempo todo e quando o beijo findou, regressámos ao abraço apertado, enterrando os rostos no pescoço um do outro.
- Que saudadji, amô… Que saudadji… - sussurrou ele apertando-me para si
- Já passou, amor… Já passou, eu estou aqui! – dei-lhe um beijinho no pescoço e senti-o estremecer completamente
Finalmente os meus pés tocaram novamente o chão e as mãos dele tocaram a minha cara, para confirmarem que era mesmo eu.
- Não tô nem acreditando que é você! Não consigo acreditar! – ele foi abanando a cabeça negativamente e rematou enchendo-me os lábios de beijinhos doces e repenicados
- Podes acreditar… Sou eu, mor! – ele acariciou-me a face direita muito calmamente e com um enorme brilho nos olhos, ainda húmidos do choro
- Porque cê não falou nada? Cê disse que vinha em três dias! E aquele vídeo? E como cê me ligou desejando os parabéns se devia tar viajando para agora conseguir tar aqui? E como cê veio se tá gravando o CD? – ele bombardeou uma série de perguntas, percebi então que estava muito confuso
- Calma, amor… - afaguei-lhe o rosto e muito carinhosamente com os meus polegares enxuguei-lhe as lágrimas – Eu sei que falei que vinha daqui a três dias, mas era porque te queria fazer esta surpresa hoje… Andei a dar no duro para despachar o CD e conseguir chegar a tempo, e quando te liguei estava mesmo, mesmo, quase a embarcar!
- Ai, eu não tô acreditando! – ela esboçou um sorriso lindo de verdadeira felicidade – É mesmo você, muleca! – ele beijou-me vezes e vezes sem fim nos lábios
- Sou, sou eu… - suspirei de encontro aos lábios dele uma última vez antes de nos beijarmos
- Oh casal maravilha! – a voz irritante e sempre, muito pouco oportuna de Ruben, quebrou o momento
- Que quer, ó? – David não me soltou e olhou por cima do meu ombro para ele
- Queria um abraço da minha melhor amiga! Eu sei que és o aniversariante, mas não precisas de te transformar num puto egoísta! – refilou Ruben, forçando um beicinho
- Oh o muleque! Tô feito com você, pô! A namorada é minha, se enxerga, babaca!
- Ei, se a tua namorada está aqui, agradece-me a mim, que a ideia foi minha! – ripostou prontamente e tive vontade de o esganar
- Olha, e se as pessoas hoje vão ter um jantar decente, podem agradecer-me a mim, que do outro lado de lá do oceano tratei de tudo, sim Senhor Ruben Filipe?
Todos os presentes se riram e eu e David aproveitámos para trocar mais um beijo e apreciar o sabor um do outro com toda a calma do mundo. No final compartilhámos um sorriso sincero de verdadeira felicidade.
- Oh meninos, agora vou concordar! Já chega aí do mel, há pessoas que também querem um carinho da pequenita! – refilou a minha doce Paulinha sorrindo
- Paulinha! – soltei imediatamente David e corri para a abraçar fortemente – Que saudades, amor!
- Podes crer! Nem falando contigo quase todos os dias dava para matá-las!
- Não mesmo! – soltámo-nos calmamente e permanecemos de mãos unidas – Mas diz-me, como estás? E o Ro?
- Estou bem… O espanholito anda por aí! – ambas nos rimos e dum canto da sala vi Roberto acenar-me sorrindo, era a maneira de ser dele, sempre discreto e simples – Mas diz-me tu! Porque não disseste que vinhas? Achei que só te podíamos esperar dentro de três dias, enganaste-nos bem!
- A ideia era essa! Quanto mais gente soubesse, mais depressa este menino aqui descobria!
- Ele não desconfiou de nada, que totó! – ambas nos rimos e David teve de intervir
- Amô! Não goza comigo, viu? – um beicinho delineou subtilmente aqueles lábios de perdição
- Ai, não goza comigo, viu? – imitei-o sorrindo e roubei-lhe um beijinho nos lábios, que apagou o pequeno beicinho
- Quer saber? Tô nem aí se cê me goza, desde que esteja aqui comigo! – ele abraçou-se por trás fortemente e rematou com um beijão no pescoço, que me deixou arrepiada desde o topo da espinha até à planta dos pés
- Bem, agora que a princesa de Nova-Iorque aqui está, vamos masé comer que eu vim do treino e para trazer este otário, nem comi nada! – desabafou Ruben esfregando a barriga de forma a consolá-la
- Ruben Filipe, comporta-te! – a Inês deu-lhe uma belinha na cabeça e todos se riram, mas ainda assim seguiram-no até à mesa do jantar
- Oh minha filha, que linda que cê tá! – a Dona Rê que ficou para trás comigo e com David, abraçou-me – Mas tá mais magrinha! Se alimentou direito?
- Sossegue, Dona Regina… Eu estou bem! De volta a casa, sã e salva!
- Mas tá mais magra, se nota na sua cintura, nas suas pernas!
- Um quilo ou dois, nada de especial! Isto é falta de amor do seu filhote! – o David voltou a enlaçar a minha cintura e a puxar-me para o corpo dele
- Sabe como é, mamãe, sem meu amor essa muleca, não é nada! – ele pousou a cabeça no meu ombro direito
- Olha o convencido, hã? Tô feita ao bife contigo, jeitoso! – estiquei a mão e com sorte ainda lhe consegui acertar de raspão nos caracóis
- Realista, meu anjo! Re-a-lis-ta! – ele repenicou-me a face direita, à medida que proferiu as sílabas da palavra
- Vá, meu filho, larga do mel e vamo’ comer que tá todo o mundo esperando…
- Sim, todo o mundo! – reduzi a minha forma de falar à deles os dois e senti o David derreter, pois amava ouvir-me falar assim
- Vamo’! – quando seguíamos os três, ele deixou a mãe tomar avançou e acabou por me puxar atrás
- Olha aí, temos de ir… - resmunguei totalmente arrepiada por sentir a respiração quente dele no meu pescoço
- Tava morrendo de saudade… Sou o homem mais sortudo do mundo por te ter! – confidenciou-me à medida que os seus lábios macios percorreram cada milímetro da pele da minha nuca
- Estás a exagerar… Não fiz nada demais! Simplesmente limitei-me a vir mais cedo, porque me foi possível, fi-lo de coração!
- Eu sei… Diz que me ama, tô louco pra ouvir isso há dois meses!
- Que te amo, é? – sorri, fora do perímetro de visão dele e quando me virei de frente para ele, desfiz o sorriso
- Sim, que me ama… Diz, diz, tô morrendo de saudade!
- Eu… Adriana Vale, amo-te… - sussurrei pertinho do ouvido dele, motivando-o a fechar os olhos para absorver a magia e sinceridade de cada palavra sussurrada perto de si
- Como é bom, meu Deus! – ele permaneceu sem me ver, mas um sorriso majestoso delineou-lhe os lábios e a sua cabeça abanou negativamente de um lado para o outro
- Eu amo-te… Amo-te… Amo-te… Amo-te… - ciciei vezes sem conta adunada ao pescoço dele
- Também te amo, meu amô… Mais que tudo nessa vida!
Encarámo-nos uma vez mais, os nossos lábios encontraram-se e um sorriso totalmente apaixonado, assomou em nossos rostos.
- Davi’, Adriana, venham! – chamou a mãe dele já sentada do lado do Sr. Lau
- Tamo’ indo, mãe! Tamo’ indo… - ele deu-me a mão e um último olhar foi trocado, nós sabíamos o que ele queria dizer…
***
O jantar foi uma animação total, mas reparei que a pequena Sofia, nem sequer tinha tocado na comida e o seu olhar estava tolhido no nada.
- Sofiazinha… - chamei com um sorriso, mas ela não me ligou nenhuma – Sofia…
- Que quelhes?! – o seu tom de voz saiu surpreendentemente ríspido, para uma pequena de somente três anos e que por hábito era sempre extremamente doce
- Oi, tá falando assim porquê, filha? – a Brenda entrevei-o, mas eu achei totalmente desnecessário
- Deixa, Brenda…
- Não deixa nada, Adriana! Essa não foi a educação que a gente lhe deu! Falou assim porquê, minha filha?
- Porque ela não gosta mais de mim! – respondeu com os olhos rasos de lágrimas
- Gosto, meu amor… Claro que gosto!
- Não, não gostas! Chegaste e foi só beijinhos ao Calacolhe, à Pauwinha, ao Ruben e nada pa mim!
- Oh meu doce, anda cá… - ela saltou imediatamente da cadeira e correu para mim, onde a acolhi no meu colo – A madrinha ama-te muito! Tenho miminhos e amor para toda a gente!
- Tens mesmo? – ela ocupou-se a puxar e a torcer as pontas dos meus cabelos cacheados
- Tenho! Olha, um montão! – enchi-a de beijinhos, até ela não aguentar mais e se desmanchar em gargalhadas – Viste? Tenho ou não tenho?
- Tens, Inha, tens… Descu’pa!
- Não faz mal, meu amor…! – demos um selinho rápido nos lábios
- Olha que o Calacolhe fica com ciúmes!
- Não te preocupes, ele já está habituado! – a menina soltou uma gargalhada aguda e sonora, mas completamente deleitosa
- Podes dar miminhos ao David, eu shaio, mas depois quero-te um dia só para mim!
- A gente faz assim, pequenininha! Cê me libera a sua madrinha agora, e depois eu te pego para cê passar um dia connosco, passear, comer sorvete, jogar videogame e dormir lá em casa, tá bom assim? – o David propôs-lhe algo totalmente irrecusável
- Tipo uma festa?! – a menina arregalou os olhinhos – Shiiim! Hoje, calacole! Hoje!
- HOJE?! – o David arregalou também os seus e pela sua cabeça deve ter-lhe passado o mesmo que na minha: era tempo de matar saudades…
- Shim! Shim! Shim! – a pequena bateu palminha toda alegre e satisfeita
- Oh amor, hoje não pode ser… A madrinha está cansada, tem de descansar da viagem! Para a semana, pode ser?
- Oh… Tá bem, pode… - ela fez uma expressão de desalento e regressou ao seu lugar
- Oh Sofia, não fiques assim… Hoje há festa na mesma, só que a festa é outra! – brincou Ruben com um sorriso safado
- Cala a boca, Ruben! – atirei-lhe com um guardanapo de pano à cabeça e o danado, conseguiu escapar-se e ainda gargalhou que nem um perdido
- Oh tia Rê e tio Lau, isto hoje promete! Cheira-me que daqui a nove meses têm um netinho!
- Ruben Filipe, calas-te? – perguntei irritada, mas mais do que isso, envergonhada
- Que é? Vais dizer que ao fim de dois meses separados, vocês vão passar a noite num hotel a contar carneirinhos para adormecer, queres ver?
- Hotel, amô? – o Ruben tinha dado cabo da surpresa e naquele momento, era certo que o ia matar
- Obrigadinha, Ruben! – refilei entre dentes
- Eish, desculpa! Esqueci-me que era surpresa…
- Desbocado d’um raio! – praguejei extremamente chateada, pois agora a surpresa tinha perdido toda a graça
- Não fica assim, amô… Eu finjo que não lembro do que ele falou! – o David tentou animar-me, pois a situação tinha-me levado a ficar com uma expressão clara evidente de desprazer
- Oh! Não vale a pena David, este parvo estragou tudo!
- Eu não sei que hotel é, amô! Nem sei que mais cê preparou pra gente! Esquece isso! Não tem mal, boneca… - ela segurou-me pelo queixo, até ficarmos olhos nos olhos
- Tem mal sim… Era uma coisa nossa! – ele deu-me um selinho curto nos lábios, que estavam unidos num ténue beicinho
- Shiu… Esquece isso, sim? – o toque dele no meu rosto, levou-me rapidamente a formar um sorriso embalado na ternura do meu sentimento por aquele homem
- Sim, mor! – beijámo-nos rapidamente e somente nos lábios, pois tínhamos uma mesa de mais de quarenta pessoas em nosso redor
O restante jantar foi calmo e claro, como não podia deixar de ser foi o pagode do Luisão e da turminha a animar a pista de dança. Desta vez até jogadores como Cardozo, Saviola e Salvio, se agitavam na pista, sob as lições dos brasileiros.
- Mulherada que dança é essa, que o corpo fica todo mole? Mulherada que dança é essa, que o corpo fica todo mole? É uma dança nova, que bole, bole, bole, bole! É uma dança nova, que bole, bole, bole, bole! – enquanto dançava na pista de dança, junto das meninas, senti uns braços apertarem-me por trás e arrastarem-me para fora dali
- Amor?! – chamei rindo, mas nem assim ele parou para me soltar
- Agora é minha! – ele levou-me até à sala dos cabides, onde os convidados depositavam as suas coisas
- Estamos aqui a fazer o quê, seu doido? – perguntei ao vê-lo fechar a porta
- Viemos dar assim uns beijinhos… - ele segurou-me o rosto com uma mão e a cintura com a outra, para facilitar a tarefa seguinte de unir as nossas bocas
As nossas salivas misturaram-se calmamente e o ritmo do beijo foi ditado por David, que primeiramente se manteve sereno e relaxado, mas depois agiu de forma diferente, tendo a sua língua viajado dentro da minha boca a uma velocidade estonteante e completamente apaixonada.
- Amor, vou ficar sem ar assim… - sussurrei por entre beijinhos
- Deixa ficar, depois te faço respiração boca-a-boca! – não me consegui controlar e acabei por gargalhar perante aquele sorriso traquina de miúdo – Que é? Não vai querer minha respiração boca-a-boca?
- Vou, claro que vou! – segurei-o pelos colarinhos e daquela vez, fui eu que comandei mais um dos beijos, mantive-me calma e pacifica, mas demonstrei o quanto o queria e quanto o amava – Vão dar pela nossa falta, vamos… - tentei passar mas ele puxou-o de encontro a uma parede e barrou-me a passagem
- Ninguém vai dar pela nossa falta… Tá todo o mundo dançando, amô! – a mão dele realizou uma trajectória curva pela minha face esquerda
- Oh mor, claro que vão! Além disso é a tua festa de aniversário, não tem sentido não estares presente… Namoramos lá!
- Oh, lá fica todo mundo mandando boquinhas do nosso mel e não posso te namorar como eu quero!
- Oh mor, podes claro que podes! – sorri levemente
- Não posso, não! Lá não posso te beijar e agarrar do jeito que eu quero!
- Podes, mor! Sou tua namorada, eles sabem disso, logo podes tudo…
- Acha que eu posso fazer disso lá? – ele segurou-me pelos glúteos apertando-os, colou o seu corpo ao meu com um ímpeto alucinante e beijou-me descontroladamente
- Não, isso não podes… - uma respiração ofegante abandonou os meus lábios e abarcou os dele, devido à distância que era imposta às nossas bocas, pelas testas unidas
- Ah então afinal não posso te namorar do jeito que eu quero! – voltou a beijar-me de forma mais calma, mas sem nunca soltar o meu corpo, que mantinha tenso e colado ao seu
- Tens tempo de me namorares assim depois…
- E as saudadjis? Cê aguenta elas? É que eu tô morrendo pelos seus miminhos, amô…
- Olha, quando sairmos daqui, garanto-te que vais ter tudo aquilo a que tens direito e muito mais! Vais namorar-me assim, vais namorar-me como tu quiseres, mas agora temos de voltar…
- Oh, mais cinco minutinhos, por favor…
- Dê, agora é mais cinco, depois mais cinco, depois mais cinco, e entretanto passámos aqui o resto da festa!
- Que importa? Que se dane o mundo, eu só quero você! – voltou a beijar-me e não lhe consegui resistir
Quando dei conta estava totalmente mergulhada no nosso mundo, podia ser pequeno e somente transponível a nós dois, mas era nosso, era especial, e era isso que fazia dele, o melhor mundo para se viver.
Ele encostou-me delicadamente a uma parede e enquanto os nossos lábios permaneceram unidos, as suas mãos devanearam pelo meu corpo energicamente.
- Mor, calma… Pode entrar alguém… - relembrei, quando senti a mão dele escapulir-se para debaixo da minha camisola
- Não vai entrar ninguém, amô… Te garanto! – ele cravou a cabeça no meu pescoço e preencheu-o de leves dentadas
- Ai, Dê… - fiquei absolutamente arrepiada e com algumas cócegas – Vou ficar toda marcada!
- Não importa, amô! Cê é minha, tô só marcando o que é meu! – nem o meu aviso o fez parar e sinceramente, nem eu queria que ele parasse, as saudades eram mais que muitas apesar daquele não ser o sítio indicado para as matar, mas eu tinha uma bela noite reservada para nós…
Obrigada a todos aqueles que não desistiram da fic!
Aqui vos deixo mais um capítulo, espero que gostem!
Não se esqueçam de comentar, pois é muito importante saber o vosso feedback! :)
Beijinhos
Drii ♥

18 comentários:
tou sem palavras... adorei...
quero mais...
continua...
Tá muito bom o capitulo, parabéns. GOSTO :D
Boa sorte para os exames.
Beijinhos
Nini :D
Amei ... Nao ha palavras para descrever o quanto gostei deste capitulo ja para nao falar do ruben que esse sim é a cómedia total "contar carneirinhos" XD
Fico à espera do proximo!
Bjs
PS: Boa sorte para os exames. Cabecinha no lugar que vao correr bem de certeza ;)
Escreves cada vez melhor =D
Estou a adorar mesmo muito a história *-* ... Parabéns :P
beijinhos ^^
Está tão lindo, meu Deus!
Adoro, adoro, adoro :)
Estou completamente viciada nisto, possa!
Escrita maravilhosamente boa!
Talento, é a palavra, TA-LEN-TO! :D
Quero ver o que a Adriana reservou para eles :x
Beijocas,
Ana Sousa ♥
Drii nao vale a pena, tu realmente tens mesmo muito talento! és uma escritora autentica e ainda és tao nova bolas! Adoro-te a ti e á tua fic : )
Agora tenho uma pergunta onde é que arranjas essas imagens que poes nos teus capitulos? sao lindas! BEIJO GRANDE andreiaaaaa23
Está mesmo perfeito. PER-FEI-TO. A parte da sofia ter ciúmes, a parte do Ruben ser gozão como sempre.
A parte do David querer matar as saudades :) amei mesmo <3
Melhor capítulo até agora (: , mas eles são todos bons.
Bejinhos
Perfeito? Não. Mais do que isso, muito mais!
Amei e tou ansiosa pelo próximo capitulo. Posta rapidinhoo
amei continua assim kero mais tu es profissional , ja pensaste escrever um livro pensa bem e depois dis alguma coisa
~bjkas mariana
Lindo, lindo, lindo!!!!
Apaixonante, adorei.
Quero mais... por favor.
Beijinhos
Só agora vi que não comentei este, meu amor :o
ora bem, está lindo, lindo, lindo, lindo! tão lindo como tu!
amo-te muito, meu amor mais lindo do mundo, és para sempre, juro! <3<3<3
Está espectacular mesmo! Eu adoreii!
Continua!
Beijo :)
ADORO, ADORO, ADORO e volto a ADORAR!
Bolas como a tua escrita é poderosa :)
O capítulo está simplesmente fantástico, mal posso esperar por saber como irá acabar essa noite ^^
Beijão lindona <3
Aii está tão lindo, tão fofinhos eles dois +.+
Também estou super curiosa e ansiosa para saber como irá acabar a noite e o que será que a Adriana tem preparado para eles dois (:
Beijinho e continua!
Está lindo!
Parabéns, escreves mesmo bem (:
Beijinho*
P.S.:Vais postar hoje?
Vais postar hoje, Dri?
Ana :)
Está LINDOOOO como sempre :)
Continua assim e eu com toda a certeza irei continuar a seguir esta tua MARAVILHOSA fanfic...
Beijinhos Lígia!
ó Dri não vais acabar com a fic, pois não ? :c
É que ,pelo menos para mim, quando chego a casa depois de um dia mais difícil, a primeira coisa que faço é ver se já postaste e ,quando não o fazes, até vou ler capítulos para trás, é mesmo das únicas coisas capazes de me animar...
Esta história já me fez rir imenso, já me fez chorar, já me fez soltar um "ooohhh!" com a fofura do David e da Adriana... (:
Não nos faças isto,pensa em nós e põe-te no nosso lugar, já faz parte do nosso quotidiano vir ler a tua fic!
Continua, por favor!
Beijinho :D
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