O momento começou a transpor barreiras perigosas, barreiras que rapidamente seriam possíveis de acuar e que nos deixariam numa situação pouco confortável.
- Dê, não quero fazer nada aqui… - desabafei com medo de o magoar, mas achava que aquele, precisava ser um momento só nosso
- Não tem saudadji minha?
- Tenho, muita, mas aqui...? – torci o nariz
- Ainda falta pra festa acabar… E pelo menos quero dar uns beijos em você, mas respeito se preferir guardar esse momento só pra gente e nossa privacidade… - o sorriso dele foi totalmente tranquilizante
- Prefiro, amor… Desculpa, mas acho que tanto tempo longe um do outro merece uma coisa mais especial e nossa…
- Ei, ei! Não pede desculpa, bobinha! Me beija só e assim me faz o homem mais feliz do mundo! – ele esboçou um sorriso completamente babado e luminoso
- É só isso que eu quero… Fazer-te feliz! – as nossas bocas uniram-se e a troca de beijos foi muito intensa durante mais alguns minutos, pelo menos até retomarmos à festa
***
- Oh pequenina, estás com um ar tão maternal… - Ruben não resistiu a meter-se comigo, enquanto eu trocava mais uns beijos com David a um canto da sala
- Mas qual é a tua, ó?
- Epá, não sei… Estás com ar de mamã! – na sua boca um sorriso sereno delineou-se
- Ruben, eu não sei qual é a tua, mas se queres assim tanto bebés, tens aí a tua futura mulher do lado, pede-lhe e ela dá-tos!
- Ei, ei! Tinha que sobrar para mim, não?! – Inês resolveu dar o ar da sua graça e num trejeito cómico e muito próprio da personalidade dela, empinou o nariz
- Oh, não estou com vontade de ser papá, mas tio ou padrinho, já não me importava!
- Pois então escolhe outro alvo, porque se há coisa que eu garanto que não estou é grávida! – afirmei muito certa e senti o David gesticular qualquer coisa a Ruben – Ei, que foi isso? Eu vi! – ele fizera-lhe sinal para estar calado
- Nada não, amô… Só para esse babaca largar você de vez!
- David, David! Eu conheço-te, esqueces-te? Não vale a pena mentires-me… Podes começar a chutar! Vamos lá! – ele estava sentado numa cadeira e eu fiz do colo dele a minha, por sinal bem mais confortável
- Pô, cê só me arranja negócios desses, cara!
- Desculpa aí, mano!
- É, agora é “desculpa aí, mano!” – o David forçou uma voz de alguém que aparentava ter um problema mental e foi somente o bastante, para todos se rirem que nem uns perdidos
- Deixem-se lá de coisas, porque eu não tenciono esquecer! Vamos lá, Senhor David, comece a disparar! – ordenei sentada no seu colo
- Oh, eu que comentei com esse daí que gosto de nenéns…
- Oh mor, mas isso todos nós sabemos! Tu amas crianças, é um facto e daí?
- E daí, que eu andei pensando nisso enquanto cê teve fora…
- Correcção: ele andou pensando muuuuito nisso! – o Ruben teve de se meter na conversa, mas rapidamente eu e Inês o calámos, ela com um puxão de orelhas e eu com um olhar fuzilante
- Andaste a pensar em bebés? Agora é que não estou a perceber nada, David Marinho!
- Oh amô, pô! Andei pensando e quero muito ser pai… Agora!
- O quê?! Pai, agora? Mas está tudo louco?
- Oh amô, não fica brava comigo… Cê sabe que eu quero ter filhos!
- Sei, claro que sei! Eu também quero muito, mas quando tiver casada, o meu curso tirado e um emprego estável, não nestas circunstâncias!
- Tá, mas eu queria agora… - a sua expressão triste mirrou-me o coração, quase como se o tivesse a segurar bem apertadinho na palma da minha mão
- Oh amor… - encostei o meu narizinho ao dele e esperei que os seus olhos fitassem os meus – Eu sei que queres muito construir a tua família, mas vamos com calma… Ainda temos muito pra viver!
- Eu sei, mas sonhar não custa… - sussurrou sorrindo - A gente podia tentar… Uma vez que fosse! Só uma…
- Amor… Mais um bocadinho! Dá-me só mais um bocadinho e depois começamos a tentar, sim?
- Começamos mesmo? – perguntou super entusiasmado e com um sorriso que exprimia essa condição
- Mesmo, mesmo! – rematei beijando-o nos lábios
- Essa noite… - sussurrou de encontro aos meus lábios
- Um tempo, amor… Depois tentamos…
- Só uma vez… Senão der não deu, é porque não tinha de ser! Mas vamo’ tentar! Vamo’…
- Só esta vez, amor… Só esta… - sorri, pois de facto, aquilo fazia-me tão feliz como a ele
Tinha somente 18 anos, era verdade, mas tinha aquilo que muita gente não tinha: uma relação saudável e sólida, maturidade e uma pessoa do meu lado que também a possui, e amor, muito amor… Era só isso que necessitávamos para construir a nossa família.
***
- … para o menino David, uma salva de palmas! Ehhhh! – todos cantaram em uníssono e ele soprou as velas do bolo que eu tinha na mão
Pousei-o e beijei os lábios de David, quando este ainda tinha os olhos fechados para pedir um desejo.
- Pedi um filho… - confessou num murmúrio vagamundo, mas capaz de fazer acelerar o mais frio dos corações
- Vamos ver se se realiza… - completei sorrindo – Tenho uma prenda para ti…
- Uma prenda? Não precisa de mais nada, tendo você e o meu desejo realizado, não preciso de mais nada!
- Pois, mas eu preparei isto com carinho… Não queres?
- Quero, claro que eu quero, meu amô! Quero tudo o que é seu!
- Então dá-me cinco minutos!
- Dou! Te dou tudo o que cê quiser… Mas volta rápido!
- Volto! – beijei para me afastar, mas ele fez questão de prolongar o beijo ao máximo e da forma mais apaixonada possível
Quando regressei já trazia na mão aquilo que me interessava, um novo DVD. Só eu sabia o seu conteúdo, pois fora montado com a ajuda de um dos senhores do estúdio de Nova Iorque. Do meu lado vinha um colega de profissão, guitarrista, que me ia acompanhar naquela surpresa. Tomei o meu lugar no palco e coloquei o filme a passar. Este continha fotos nossas, minhas e de David, e a tradução da música que eu ia cantar, sobre ele e para ele.
- Slowly stars go out each night, Dark meets light, kiss the sun goodnight, New day comes as though life's just begun, You're now mine… And everytime you hold my hand, There's an understanding of who I am, New life is born, unlike before I'm now yours… - iniciei a música um pouco nervosa como sempre, ficava assim sempre que pisava um palco, por mais pequeno que fosse, como era o caso
Era uma música da minha autoria, que compus enquanto me encontrava nos Estados Unidos e foi talvez uma das que me deu mais gozo gravar. O David não percebia Inglês, daí eu ter preparado aquele vídeo, que passou atrás de mim, enquanto eu cantava a sua banda sonora ao vivo. Fi-lo de plena alma e com todo o coração. Cada palavra entoada foi sincera, cada frase composta veio do coração e por isso foi fácil imprimir-lhe a minha essência e o sentimento que nutria, sobre quem cantava. No final todos aplaudiram e encontrei David com um sorriso totalmente divinal bem na minha frente. Eram momentos assim que valiam a pena, tudo para puder ver naquela face angelical um sorriso, bem merecido.
***
- Bem, não te importas de levar então o Sr. Lau e a Dona Rê a casa, Ru?
Questionei-o, pois havia-me esquecido desse pequeno detalhe, que interferia com a minha surpresa, ou melhor, com aquele plano que em tempos fora uma surpresa e deixou de ser graças à boca de trapos de Ruben
- Não, levo-os numa boa! A menos que eles se importem… - tanto nós os dois, como David, que permanecia atrás de mim amarrando-me contra o seu corpo, os olhámos, esperando uma reacção
- Claro que não, meus filhos… A gente só quer é chegar em casa e dormir, que estamos muito cansados!
- Tem a certeza, Dona Regina? – perguntei, pois queria colocá-los o mais confortavelmente possível
- De certeza, minha filha… Vão sair, se divirtam e aproveitem pra namorar muito!
- Obrigada, mãe… - nesse momento congelei ao dizer aquilo
Mas que raio me tinha passado pela cabeça para chamar a mãe do meu namorado de “mãe”? Aquilo saiu-me tão natural, como inevitavelmente. Todos nos olhámos e eu senti-me pessimamente por o ter feito, tinha abusado, pelo menos a meu ver, mas surpreendentemente a reacção foi contrária à esperada.
- Desculpe, Dona Regina! Desculpe…
- Tenha calma, minha filha… Não há problema nenhum! Eu também não te chamo de “minha filha”? Vai dar no mesmo, não esquenta, não!
- Obrigada… - sorri de forma tranquila – Vamos então, amor? Ainda tenho de conduzir um bocadinho…
- Vamo’, mô! Até amanhã, gente! Sua bênção, meus pais…
- Vão com Deus, meus filhos… - respondeu a Dona Regina e tanto ela como o marido, deram-nos dois beijinhos
- Qualquer coisa, liguem! – disse David, já puxando-me pela mão
- Ah, não vamos ligar mesmo, que eu quero esse sobrinho para breve!
- Oh Ruben, cala a boca! – ordenei rindo-me
- Olha, olha! Não me digas que estás com vergonha dos sogrões? Eles querem é netos e depressa! Ponham-se masé a andar e treinem muito! – todos se riram, inclusive os meus “sogrões”, como Ruben lhes chamou
***
Conduzi durante meia hora até ao hotel Cascais Miragem, onde a minha surpresa já estava preparada e à espera de David. Pedi o cartão na recepção e subimos bem juntinhos no elevador.
- Vai me dizer o que nos está esperando?
- Nem pensar, quando chegares logo vês… Já basta o Ruben ter estragado meia surpresa!
- Hum, vindo de você vai ser coisa boa de certeza… E romântica! – acrescentou rindo-se
- Oh, já sabes como sou, por isso não vale gozar!
- Hum, não gozo não, meu anjo! Só te quero do meu lado, com ou sem romantismos! – beijámo-nos calmamente, mas durante pouco tempo, pois o elevador deu sinal de termos chegado ao nosso andar
- É aqui… - anunciei quando chegámos à porta do quarto 23
- Bom número! – brincou, abraçando-me por trás
- Até dizia que foi coincidência, mas estaria a ser desleal para contigo! Foi um dos meus pedidos extravagantes, que com uma notinha extra fez com que um casal de ingleses fosse desalojado! – ambos gargalhamos, mas quando percebemos que era tarde e nos encontrávamos no corredor, fizemo-lo em surdina
- Cê é doida, amô!
- Por ti, só se for… - beijei-o rapidamente – Vá, fecha os olhos!
- Vou fechar! – anunciou e de facto fê-lo, mas quando eu ia para abrir a porta ele espreitou sorrateiramente
- Ei, eu vi isso! Batota não vale, fecha bem!
- Pronto, pronto! – ele cerrou os olhos e eu comecei a fazer caretas na frente dele para confirmar que não estava de facto a ver nada – Então, amô? Ainda demora? – tapei a minha boca com a mão para que ele não ouvisse o riso
- Não, vamos já! – acenei uma última vez na frente da sua cara e abri a porta – Anda…
Fui eu que o guiei até ao interior da luxuosa e agradável suite. Tudo estava do jeito que eu pedira… Haviam pétalas sobre a cama, uma garrafa de champanhe e dois flutes preenchiam o espacinho vazio em cima do aparador da pequena sala, uma taça com morangos, no ar pairava um aroma abaunilhado de incenso e o espaço estava quase às escuras.
- Posso abrir? – perguntou David dominado pela impaciência
- Não, dá-me mais dois segundos! – corri para acender as velas com o isqueiro e apagar as poucas luzes artificiais que restavam acesas na suite
- Amô… Me deixa abrir, pô! Não aguento mais!
- Pronto, já está… - tomei lugar do lado dele, conferindo uma última vez aquele cenário incrível, completado pela enorme janela envidraçada que dava a perfeita visão sob a paisagem marítima que cobria o horizonte
- Já posso?
- Podes, amor…!
Ele abriu os olhos, adormecidos pela escuridão, muito devagarinho, acho que por momentos ele julgou estar a ver mal, tamanha era a beleza do cenário.
- Tá brincando…
- Não, muito a sério! É tudo nosso por esta noite… - dei um beijo no braço dele, pois devido à diferença de alturas, era a única coisa que conseguia alcançar
- Pô, amô… Te amo! – ele uniu rapidamente as nossas bocas, para esconder a emoção que estava a dilacerá-lo de forma indulgente
- Também te amo, muito! – afirmei sorrindo
- Vem, amô… - ele puxou-me até junto do aparador e fez a pressão da garrafa de champanhe libertar-se, para seguidamente o servir nos flutes
Demos um pequeno toque com os copos, sem nunca desviar o olhar um do outro, e o dele, quase que parecia queimar. Percorreu a minha figura com uma intensidade e uma paixão avassaladoramente assustadoras. Bebemos ambos um pouco do champanhe e o travo amargo, combinado com a temperatura cálida do mesmo, fizeram-me arrepiar a espinha.
- Toma, amor… - retirei um dos morangos da taça e dei-lhe metade à boca, para o restante ficar para mim
- Nossa, que gostoso, amô… - ele colou os nossos corpos e beijou-me – Quero ficar assim para sempre…
- Vamos ficar assim para sempre…! – jurei-lhe sussurrando sorridente
Ele deu-me um leve beijo e deu-me um morango para comer.
- Au, me mordeu, amô! – ele riu-se e comeu o pouco que sobrou do meu morango
- Desculpa… - sorri e dei-lhe um beijinho carinhoso no dedo
- Parece um sonho… - murmurou mexendo no meu rosto e afastando os cabelos, que o rodeavam
- Não é, amor… Estou de volta de Nova Iorque e bem aqui na tua frente!
- Não é isso, mô… Parece um sonho cê ter aparecido assim na minha vida e ter tornado ela tão perfeita! Cê é um sonho…
- Sou o teu sonho e juntos estamos a viver o mais belo sonho de amor… - segredei com um sorriso tonto nos lábios
- O melhor sonho do mundo… - ele beijou-me calmamente
Aquilo que começou por ser somente um beijo sereno, acabou por se transformar no impulsionador da intensidade do momento que se seguia. Tínhamos estado dois meses longe um do outro, onde qualquer contacto físico tinha sido nulo, mas nem era isso que nos fazia falta. Não era uma questão de sexo, ou puro prazer… Era uma questão de amar e ser amado, de dar tudo e receber muito mais. Era uma questão de nos entregarmos e nós estávamos dispostos a isso… Cambaleando sobre os seus pés, ele agarrou em mim, até tirar os meus do chão, e levou-me ao colo até à cama. Todo o percurso foi feito, por entre um beijo desmedidamente apaixonado, mas sereno. Queríamos amar-nos, mas sem qualquer urgência ou noção de tempo. Ele pousou-me delicadamente sobre o manto de pétalas que cobria o colchão e sorriu-me carinhosamente.
- Te quero muito, Adriana… - a intensidade com que ele proferiu o meu nome, fez-me estremecer sobre a cama e fez meu coração disparar quase até me sair pela boca
- Eu também, amor… Muito! – confessei já meio ofegante
Apoiado num dos braços, para não me magoar com o seu peso, voltou a fazer dos meus lábios, seus. A minha mão esquerda, desceu da nuca dele, percorrendo toda a espinha, até encontrar a bainha da camisola, e aí a transpor para entrar em contacto com o corpo dele. Ficou somente em contacto com a pele das suas costas, mas ajudou-me a puxar a camisola para cima. Separando momentaneamente os nossos lábios, ele permitiu tirar-lha e atirá-la para o chão do quarto. De forma igualmente delicada, livrámo-nos de todas as peças de roupa que cobriam os nossos corpos e ficámos despojados um para o outro, e finalmente prontos para aquele acto de rendição.
- Posso, amô? – perguntou num tom de respiração acelerada e intranquila
- Podes, amor… Relaxa! – acariciei-o na face direita, pois senti que uma ponta de nervosismo o consumia por dentro
- Desculpa, tô nervoso… - confessou-me com um sorriso desajeitado e envergonhado no rosto
- Não é a primeira vez que estamos juntos, amor… Não tens de estar nervoso! – dei-lhe um beijinho no lábio inferior e senti-o estremecer
- Mas é a primeira vez que estamos juntos em dois meses…
- Nada mudou, o nosso sentimento é o mesmo e a vontade de ser tua só aumenta a cada minuto que te tenho por perto… - ele uniu as nossas bocas e eu não resisti a morder-lhe o lábio inferior carinhosamente – Relaxa, amor… Somos só nós!
- Obrigada, amô… Te amo muito! - voltámos a beijar-nos tranquilamente e senti-o então descontrair
- Eu também… - rematei com um sorriso calmante no rosto
Assim que ele uniu os dois corpos, senti-me novamente a mulher mais amada do mundo e pude ler no seu olhar, que estava igualmente feliz. Fizemos então amor, durante toda a noite, ou pelo menos o que restava dela, e sempre com um enorme sorriso no rosto. Quando os nossos corpos exaustos vacilaram, adormecemos lado a lado, com a certeza de que nos pertencíamos mutuamente, independentemente da distância que o destino nos pudesse impor… e essa era maior do que aquilo que imaginávamos.
Obrigada a todos aqueles que não desistiram da fic!
Aqui vos deixo mais um capítulo, espero que gostem!
Não se esqueçam de comentar, pois é muito importante saber o vosso feedback! :)
Beijinhos
Drii ♥
17 comentários:
meu amor, a tua fic dá a cada capítulos mais provas de que é a melhor de todas!
és perfeita em todas as maneiras, não só em escrever, mas acredita que nesta arte, tens e terás sempre muito sucesso.´
sabes que me orgulho muito de te ter do meu lado, melhor amiga! és para sempre, juro!
amo-te muito, muito, muito! <3<3<3<3
beijozão!
Lindo, lindo e lindo !! :)
E' o único que tenho a dizer ..
Ahh e também quero dizer que fico a espera de mais .. :)
BjnhO linda
Adorei :D Como sempre :)
Continua e não desistas só porque alguém diz que não gosta
Beijocas linda
Bem rapariga nao sei como consegues mas a verdade é que a cada capitulo estou mais viciada e maravilhada com a tua fic! Escusado será dizer que amei o capitulo ;)
Continua
Bjs
Adoro, simplesmente adoro.
Nunca na vida podes pensar em deixar a meio a tua história... é fantástica.
Beijinhos linda ;)
tao lindo...
quero mais... cada vez gosto mais da tua fic... ta excelente...
continua...
Está bue fixe! Vais "engravida-la"? :O
Está lindo! (:
Ah, e quero bebés xD
Continua, beijinho
Amo! Tu sabes disso..
Já é um vicio :x
Aii que a rapariga vai engravidar e ter um David'zinho q.q
A tua escrita é maravilhosa!!! :D
Beijoca, Ana Sousa
Olaaa
Ameiiii
:d
beijinho
Oh que fofo eles vão tentar :)
Beijinhos
adorei so tu e ke sabes fazer esto es um masimo parabens poi mais bjkas linda
oh, adorei Dri *.*
mas começo a ficar assustada com esses finais :o o que é que vais fazer aos mocinhos? deixa-os ficarem felizes e juntinhos para sempre! :b
ihih, estou a brincar :)
continua. beijinho*
Adorei ^^
Está lindoooo
Fico à espera de mais pq tou curiosa pra saber se vão ter um bebé :P
Continua :)
ADOROOOOOOO *-*
Aii este capitulo está tão emocionante, cómico e intenso ao mesmo tempo!! God :D
Ahahah eles já estão a trabalhar para fazerem Mcbabies... gosto disso ;)
Sei que às vezes pode ser frustrante mas não desistas daquilo que fazes tão bem só para satisfazeres os caprichos de alguém que não merece! Força! Eu vou sempre estar deste lado para te apoiar :')
Beijinhos minha linda**
Bem mais um capitulo maravilhoso.
Por favor Drii, filhos é que não. Pelo menos ainda. Todas as fic's que já li são assim. A rapariga chega aos 18/19 anos e já está gravida.
Podias mudar um pouco essa hábito. Talvez mais tarde, mas agora não, até porque cada vez as pessoas têm filhos mais tarde.
Fantástico mesmo! :D
Continua!
Beijo (:
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