Na manhã seguinte acordei com a luz difusa que penetrava a penumbra em que a suite estava envolta. Do meu lado ele ainda dormia profundamente e totalmente colado a mim. Relembrei como um sorriso no rosto a noite passada e guardei-a na minha memória como tendo sido uma das melhores da minha vida, mas do lado de David, quase todas eram classificadas dessa forma, pois ele era a melhor coisa da minha vida.
Tive pena de o acordar, pois o seu estado de dormência era profundo. A respiração era pesada, o corpo estava plenamente relaxado e em repouso sobre o colchão. Levantei-me devagarinho e como ainda estava despida, alcancei a parte debaixo da minha roupa interior e a camisola dele, e vesti-me. Ele movimentou-se um pouco na cama e abriu ligeiramente os olhos. Coloquei-me de joelhos do seu lado e comecei a beijar-lhe as costas despidas.
- Hum, amô… - a voz dele molengou assim como o seu corpo, que não movimentou um único músculo
- Bom dia, bom dia… - sussurrei junto do seu ouvido
- O melhor dia do mundo… - murmurou David com um sorriso lindo nos lábios
- Vou pedir o pequeno-almoço para nós… Queres o quê, mor?
- O que cê comer, amô…
- Vou pedir então, descansa mais um bocadinho… - desviei os caracóis que lhe cobriam a nuca e beijei-a, até o deixar todo arrepiado
Não demorou nada até David voltar a pegar no sono, estava realmente estafado. Conhecendo-o como conhecia, aquela devia ser das primeiras noites que ele dormia em condições em dois meses, ou seja, desde que eu partira que ele nunca mais descansara o suficiente.
- Bom dia… Quero o menu completo de pequeno-almoço para duas pessoas, por favor… - solicitei à camareira que me atendeu o telefonema – Sim, quarto 23… Ok, muito obrigada! Até já…
Olhei em meu redor, não tinha nada que fazer até o pequeno-almoço chegar e ele continuava ferrado a dormir. Aproximei-me da varanda, corri a porta e saí para me apoiar no beiral. Não sei quanto tempo ali estive, mas tenho a ideia que pedi o pequeno-almoço, vinte minutos antes e até lá, nem sinal dele. Senti um corpo muito quente, abraçar-me por trás e amarrar-me para si.
- Bom dia, gata linda! – a sua voz soou pertinho do meu ouvido e pude adivinhar-lhe um sorriso no rosto
- Bom dia, dorminhoco lindo! – ambos nos rimos levemente
- Tá fazendo o quê na varanda em vez de tar deitada do lado do seu gatão?
- Olha, estava a ver se o pequeno-almoço vinha… Pedi-o há mais de 20 minutos!
- Calma, a gente não tem pressa! Só tenho treino no final do dia, meu amô…
- Eu sei, mas tenho fome… - confessei sem jeito
- Ué, continua comilona?
- Claro, aprendi com o melhor namorado comilão do mundo! – virei-me para ele e roubei-lhe um beijo – Olha lá, que poucas vergonhas são estas? – inquiri ao vê-lo somente com um lençol em torno da cintura
- Então, só tá a gente no quarto, amô…
- Mas estás na varanda e há mais pessoas no hotel…
- Cê também está de calcinha e com a minha camisola, mô! – ele riu-se descaradamente e tive de lhe dar uma palmada no peito
- Respondão!
- Cê gosta! – ele deitou-me a língua de fora em jeito de desafio
- Vai masé vestir-te, ó!
- Ah, cê quer que eu me vista? E eu pensando que tava gostando de me ver assim só pra você… Só pra lembrar melhor do que andou perdendo esses dois meses…
- Hum, que convencidos que estamos!
- Realista, mô! Vai dizer que não gosta?
- Ah… Já nem me lembro bem, como é que posso saber se gosto?!
- Eu te mostro então! – ele preparou-se para abrir o lençol, mas rapidamente o travei
- Ei, estamos na varanda, David Marinho!
- Então vem comigo lá dentro e eu te mostro… - ele aproximou-se de mim e beijou-me no pescoço, o que me levou aos arrepios
Coloquei as minhas mãos no seu peito, o que me facilitou a tarefa de o empurrar até dentro da suite. Os nossos lábios uniram-se apaixonadamente e acabei por ser eu a livrar-me do lençol que envolvia o seu corpo. Caí debaixo dele em cima da cama e livrei-me da camisola dele que estava colada ao meu tronco. A sua boca foi directa ao meu pescoço e desceu até ao meu peito, que acariciou entre beijinhos e doces mordidelas, mas fomos interrompidos por alguém a bater à porta do quarto.
- Pô, não abre, amô… - ele continuou a acariciar-me
- Amor, tenho de abrir… Deve ser o pequeno-almoço!
- Não importa, já arranjei outro pequeno-almoço, não preciso mais desse não!
- Deixa de ser tolo, amor! – ri-me levemente e fiz força para que ele saísse de cima de mim
- Tolo nada, apaixonadão! – voltou a enrolar-se no lençol e roubou-me um beijo rápido
- É, é… Apaixonadão! – caminhei até à porta, vestindo a camisola de David
- Bom dia, está aqui o pequeno-almoço para dois… - foi um senhor que veio trazer o pedido, e pela expressão de David compreendi que isso o levou à loucura
- Obrigada, espere dois segundos… - enquanto o senhor empurrou o carrinho para dentro do quarto, eu fui buscar a minha carteira para lhe dar uma gorjeta – Aqui tem! – sorri entregando-lhe uma nota
- Muito obrigado, qualquer coisa é só chamar… - acenei cordialmente com a cabeça e fechei a porta – Vamos ao ataque! – anunciei enquanto o meu corpo preambulava na direcção do meu David
- Que é isso, pô? – encontrei o David sentando num divã da suite e com umas trombas do tamanho do mundo
- Isso o quê? – questionei, pois não compreendi onde ele queria chegar
- Isso! – ele observou o meu corpo de alto abaixo e apontou na minha direcção
- Que tem?
- Que tem? Que tem? Ainda pergunta? Pô, foi abrir a porta desse jeito pro cara!
- Eu não sabia que era um homem, David… E além disso não estou despida que eu saiba! – eu já adivinhava que os ânimos se iam exaltar, por isso preferi ignorá-lo e comecei a distribuir a comida pela mesa da suite
- Mesmo assim, se eu fosse abrir a porta desse jeito pra uma garota, cê já tava aí fritando!
- Oh David, são empregados de hotel… Estamos hospedados, eles estão aqui para nos servir, logo é perfeitamente normal que eu queira andar à minha vontade!
- Desculpe lá, mas não é normal eu ter que ver a minha namorada ir abrir a porta de calcinha e camisola, pra um cara qualquer!
- Mas o que raio se está a passar contigo, David? Estás a fazer um drama por uma coisa simples…
- Ele te olhou toda! De cima abaixo, mirou cada pedacinho de você!
- Oh David, estás a exagerar… O senhor foi super educado!
- Foi educado, mas se pudesse tinha feito bem mais do que olhar!
- Olha David, já chega desta conversa! – sentei-me à mesa, comecei a comer e ele fez exactamente o mesmo, ficando os dois em silêncio
- Cê sabe que os homens te olham e mesmo assim facilita qu… - não o deixei sequer acabar de falar
- Acabou, David! Já chega… - ordenei dando um gole na chávena de café
O resto da refeição foi tida em completo silêncio, ele percebeu que me tinha magoado com a expressão utilizada, “mesmo assim facilita…”, devia ser a única coisa no mundo que eu fazia era não facilitar, uma vez que era comprometida e tinha a completa e perfeita noção disso.
- Amô… - foi a voz dele a arrancar-me dos mais remotos pensamentos
- Sim… - ripostei de forma fria, pois o meu pensamento adivinhou uma discussão descabida a caminho
- Desculpa… - a expressão de desalento que preencheu o seu rosto e vinculou os seus traços, deixou-me de coração mingado
- Estás desculpado, só não sabia que tinhas assim tão pouca confiança em mim…
- Não é em você, é neles…
- Típica desculpa de um típico ciumento! – revirei os olhos e limpei a boca com o guardanapo
- Se sou ciumento é com razão! – falou rapidamente acabando de mastigar um pouco do seu croissant simples
- Não, não é! Que eu saiba nunca te dei motivos para tal, nem para estares a agir dessa forma comigo!
- Você não, mas eles dão… Eles te olham, pô! Cê não enxerga isso?
- Tudo bem, David… Eles olham e daí? Não é contigo que estou, bolas?
- É comigo que cê tá, mas pode deixar de estar… As relações se destroem…
- Se continuares com esse comportamento e a falar dessa maneira, ai destroem-se de certeza! – murmurei e cheguei a minha cadeira para trás a fim de me levantar
- Ei, me compreende! – senti a mão dele puxar-me para ficar sentada de novo
- Não te fazia tão ciumento a sério que não, David…
- Não é ciumento, garota… É inseguro!
- Inseguro? E desde quando te dei razões para essas inseguranças?
- Não foi você, mas sim a distância que nos separou estes dois meses… Me deixou inseguro! Achei que cê podia ter achado um outro alguém! Achei que cê agora é melhor e que por isso merece alguém mais ao seu nível!
- Tu és o meu nível, David! Pensei que já tinhas compreendido isso… Ou achas que eu tinha deixado o sonho que estava a viver em Nova Iorque mais cedo, feito um voo exaustivo de horas, tudo para surpreender uma pessoa que não é o meu nível?
- Desculpa, cê tem razão… Tô sendo um bobo…
- Estás mesmo, Dê…
- Vem cá, vem… - ele abriu espaço no colo dele e eu não resisti a ocupá-lo – Desculpa esse babaca daqui, mas ele te ama muito e só faz borrada!
- Não faz mal, amor… Os ciúmes são saudáveis, mas em excesso destroem uma relação…
- Eu sei, me perdoa… Fui um babaca com cê! – a mão dele percorreu cada traço do meu rosto de forma muito atenta – Te amo muito, meu anjo… Muito!
- Eu sei, eu também, amor! Muito!
- Muito, muito? – perguntou ele com um sorriso doce e lindo
- Muito, muito, muito, muito, muito! – confirmei entre beijos repenicados nos seus lábios
- Muito, é? Então vem me mostrar o quanto! – ele levantou-se e foi-me empurrando até à cama
Acabámos por cair sobre ela e rapidamente ele se livrou da camisola que cobria o meu torso.
- Eu mostro-te, se me mostrares aquilo de há pouco… O que andei a perder durante dois meses!
- É pra já, garota! – os lábios dele enterraram-se no meu pescoço e ambos desatámos a rir, na nossa frente estendia-se um novo momento de entrega
***
Arrumámos as nossas coisas no pequeno saco que eu tinha trazido para aquela noite e descemos até à recepção.
- Está aqui a conta… - a senhora passou um talão com um numerário bastante avultado, para as minhas mãos
- Obrigada! – esbocei um sorriso educado e estendi o meu cartão de crédito
- Me deixa paga, amô… - pediu David baixinho, perto do meu ouvido
- É claro que não, a surpresa é minha, pago eu…
- Oh, me deixa, mô… Por favô!
- Nem por favor, nem meio por favor! Esteja caladinho, oh jeitoso! – rimo-nos suavemente e digitei o código que saldou a dívida
- Muito obrigada e regressem sempre que quiserem ao Cascais Miragem, teremos muito gosto em recebê-los…
- Muito obrigada! – sorrimos educadamente e retirámo-nos em direcção ao meu carro, que nos havia trazido ali na noite anterior
- Conduz você ou conduzo eu, amô? – questionou-me colocando o saco no banco de trás
- Podes conduzir se preferires…
- Eu prefiro, assim cê descansa, dá uma relaxada… - uniu as nossas bocas momentaneamente e entrou para o lugar do condutor
Copiei-lhe o gesto, ocupando o lugar vazio do seu lado e ele seguiu viagem.
- Amei essa noite… - confessou-me com um sorriso e de olhos postos na estrada
- Amaste mesmo, amor?
- Mesmo, mesmo, mesmo! Foi óptima, depois de dois meses longe, essa descarga de romantismo fez bem pra gente! Muito bem! – lançou-me um olhar, mas voltou a concentrar-se muito rapidamente na condução
- Ainda bem que gostaste, Dê… A intenção era mesmo essa! – finalizei com um sorriso e durante alguns quilómetros o silêncio dominou
- Cê acha que deu, amô? – questionou-me, sem seguir qualquer linha de discurso ou tema
- O quê, amor?
- As nossas tentativas de ontem… Acha que vai dar pra engravidar?
- Oh amor, não sei… A gente tentou, agora é esperar para ver. Queres assim tanto ser pai agora?
- Eu quero, mas como te disse… A gente tentou, se der, deu! Senão der é porque não tinha de ser e vamo’ deixar as coisas rolarem!
- É isso mesmo, amor… Somos muito novos, não nos vamos tornar obsessivos em relação ao assunto!
- Sim, isso mesmo! O que importa é a gente e o nosso, amor!
- É, isso mesmo! – confirmei com um sorriso apaixonado nos lábios
***
- Quimi! – assim que entrei em casa do David a minha cadela, ou melhor, a nossa cadela, saltou para cima de mim pedindo por mimos – Olá, pequenina! Estás tão grande… - olhei para David a fim de comunicar com este – Ela cresceu imenso!
- É, isso e se tornou numa destruidora compulsiva! Só esse mês, me roeu mais de três pernas das cadeiras da sala! – ambos nos rimos, enquanto ela continuou a andar à nossa volta alegremente com a cauda a agitar
- Oh doida, acalma-te… Vá, acalma-te! – pedi dando-lhe festinhas e finalmente, conseguindo avançar mais para dentro de casa
Pude constatar que tudo permanecia igual, tal qual como eu conhecera, ao abandonar o espaço há 61 dias atrás. Os meus lábios teimaram em demonstrar a alegria que dominava o meu coração por finalmente estar de regresso a casa, ao lar… Que podia até nem ser totalmente meu, mas de algum jeito já me pertencia, pelo menos já tinha a sua chave.
- Matando a saudade…? – perguntou David ao entrar na sala e abraçar-me por trás
- É, acho que é isso mesmo! Continua tudo perfeito, amor… Tal qual como me lembro!
- Não mudei nada desde que cê foi embora… Nada! – os lábios dele embateram com a pele perfumada do meu pescoço, o que levou as minhas pernas a fraquejarem
- Tá cansada, amô?
- Um bocadinho, a viagem foi longa e a noite não foi propriamente dormida! – ambos nos rimos sorrateiramente, mas permanecíamos felizes
- Anda, vem descansar um pouco… - ele puxou-me pela mão até ao seu quarto, do qual matei saudades simplesmente com um olhar
- Tudo igualzinho, que saudades, meu Deus… - balbuciei tirando os sapatos dos pés
- Vai ter tempo de matar saudades de tudo, amô… Agora descansa um pouco… - aconselhou-me ao dirigir-se para a janela, com o simples propósito de descer a persiana, o que me fez recordar o cenário de fundo da sua paisagem
- Ora aí está uma coisa da qual não tive saudades nenhumas! – comentei apontando para o Estádio José Alvalade XXI, que infelizmente ainda era elemento dominante na paisagem
O David riu-se e acabou de bloquear a entrada de luz no espaço que futuramente iria servir para meu descanso
- Cê não muda, minha benfiquista ferrenha! – beijou-me delicadamente nos lábios, mas com algumas dificuldades, uma vez que teimávamos em rir-nos do momento
- Sinceramente não sei onde estavas com a cabeça, quando vieste jogar para o Benfica e depois compraste esta casa… Foi burrice, mor! Acho que viver com vista para uma lixeira, era igualmente compensador e prazeroso!
- Nossa, cê voltou cruel por demais dos Estados Unidos! Já tô vendo que no próximo jogo com os lagartinhos, cê vai mandar vir, meu bem!
- Podes apostar, aprendi lá uns insultos, espectacular, morzão!
- Bobinha! – ri-me para ele e atirei-me para cima da sua cama, que me pareceu naquele momento extremamente convidativa devido ao meu elevado grau de cansaço
- Ai, que booooom! – disse espreguiçando-se, para logo de seguida formar uma concha com o meu próprio corpo
- Isso, amô… Dorme! Dorme que eu vou ficar aqui do seu lado… - ele deitou-se calmamente do meu lado e abriu lugar para me aninhar no seu corpo
Não neguei o convite e fiz dos seus braços o meu confortável ninho de descanso.
- Obrigada, mor… Até já…
- Até já, anjinho… Te amo! – foram as últimas palavras que ouvi, antes de cair num sono profundo
***
Quando despertei horas depois encontrei somente uma cama tão vazia e fria, como a almofada, que acompanhava a minha lado a lado. Em cima dele um pequeno bilhete de letra trémula, que facilmente reconheci como de David, pois percebia-se que tinha sido escrito à pressa.
“Amô, cê tava dormindo tão bem que não tive coragem de acordar! Saí pro treino, mas deixei no forno o seu almoço, pro caso da fome bater! Se sinta em casa, meu anjo, não é já nem preciso dizer!
Nos vemos quando voltar a casa! :)
Beijo
Te amo muitão!
Do seu, David ♥“
Levantei-me, tomei um duche frio e servi-me de umas roupas que tinha em casa de David, para quando ficava lá a dormir. Ainda meio adormecida, apesar dos jactos de água fria, dirigi-me à cozinha e encontrei no forno o meu almoço. Um maravilho tabuleiro de lasanha, mesmo ao estilo do meu namorado, e que devorei com a maior das vontades pois já eram quatro e meia da tarde. Sentei-me no sofá, esperando a chegada dele e fazendo zapping na televisão. Assim que o vi cruzar aquela porta, com o saco de treino ao ombro e um enorme sorriso no rosto, tive a certeza que nada iria compensar o tempo que passei longe e que era bom… Muito bom, estar de volta!
Obrigada a todos aqueles que não desistiram da fic!
Aqui vos deixo mais um capítulo, espero que gostem!
Não se esqueçam de comentar, pois é muito importante saber o vosso feedback! :)
Beijinhos
Drii ♥
16 comentários:
já to disse mas repito: lindo, lindo, lindo, lindo, meu amor!
sabes que tenho muito orgulho em ti e que te amo muito, mas sei como gostas de ler :b
és para sempre, princesa, beijozão <3<3<3<3
Lindo, lindo, lindo.
Amei ... Estes capitulos estao cada vez melhores! Tens o dom da escrita ;)
Continua que a curiosidade é muita XD
Bjs
Uauu adoreiii, está simplesmente magnifico!
Amo tudo aquilo que escreves, mas tu isso já sabes perfeitamente :)
I'm waiting for more ^^
Beijinhos minha linda **
AMOOOOOOOOOOOOO!
Dri :)
Como sempre está lindo :)
Ao fim de tanto capítulo e todos eles fantásticos começa a ser extremamente difícil não repetir-me nos elogios.
Pior fica se tivesse que escolher o meu capítulo preferido, isto não há direito...
Já viste bem o que fazes às tuas leitoras??? Falo por mim, algum dia ainda me dá o treco à custa de tanta curiosidade que fico sempre que acabo de ler um capítulo teu :P
Continua minha linda :D
Beijocas
tao lindooooooo
quero mais...
continua...
Está tudo tão lindo :D
O regresso, os ciumes, tudo tudo tudo.
Amei <3<3<3
Como sempre fantástico!!!
É lindo o que escreves, sem palavras.
Só sei que acabo de ler e tenho vontade de ler mais e mais...
Beijinhos ;)
amo sempreeee *.*
sou a sua maior fã, cê sabe disso!
te amoo (L)
Já foi tudo dito. FANTÁSTICO!
Mas sinceramente repito o que disse num comentário ao capítulo anterior, não "engravides" a rapariga. Ela tem 18 anos, e todas as fic's são iguais nesse aspecto. Podias alterar esse pormenor. Na minha opinião seria mais interessante se não tivesse dado para engravidar :_
Muito lindo como sempre...
Amei amei amei*_*
Tipo sou apaixonada por esta fic!
É tão linda!!!
Amei este capitulo! Tanto romance *.*
Espero que engravide :D
Beijocas
adorei mas agora quero saber se ela esta gravida iu nao lindo es fantastica
Amei , ameiii
Quero mais :D
impressionante, tu és fantástica a escrever!
obrigada pela fic!
parabéns !
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