- Débora não sei mesmo o que vestir para levar ao aniversário dele! – reclamava eu tirando mais um vestido do armário e metendo-o em cima da cama onde já haviam
mais uns quantos
- Não acredito que me fizeste vir cá a casa só para te ajudar a escolher a roupa para a festa… - reclamava ela ao mesmo tempo que se sentava em cima da cama
- Oh, não sejas assim! Quero estar linda! Mas simples... – pedi divagando
- Qual é a dúvida? Vais estar linda de todas as maneiras… - elogiou com um sorriso sincero
- Oh, não digas disparates! – pedi-lhe voltando-me novamente para dentro do guarda-vestidos
- Olha eu gosto deste azul… - disse-me ela agarrando no ante-penúltimo vestido que eu tinha exposto sobre a minha cama
- Não, esse é demasiado curto não quero que os pais do David fiquem a pensar que sou uma exibicionista!
- Oh estás preocupada com quê? Da terra de onde eles vêm nem sequer vestidos usam, é logo despidas! Por isso acho que não os vais chocar… - gozou ela
- Epá não sejas parva! Isto é sério! – disse muito enervada
- Também não é preciso estares assim… Vais lá estar como se amiga por isso eles não te vão conhecer oficialmente como nora – ela acentuou a última palavra e soltou
uma estridente gargalhada
- Deixa de ser parva e de gozar comigo, se faz favor! – refilei com ela – Sim vou estar como amiga mas supõe que isto com o David fica sério, duradouro e ele vai-me apresentar á família, imagina ter de ouvir a D.Regina ou o Sr.Ladislau dizerem “Olha, mas a menina não é aquela da festa do David? Aquela que quase não tinha vestido?”
– eu fiz uma expressão horrorizada e a Débora riu-se
- Que teoria da batata! Mas pronto… Vamos lá escolher qualquer coisa jeitosa! – ela levantou-se da cama e veio para junto de mim, esmiuçar o guarda-vestidos
- Eu gosto disto! - disse ela com um conjunto em punho
- Sim, pareçe-me bem... - tirei-lhe rapidamente a roupa da mão e corri para a casa de banho

Quando voltei ao quarto, depois de um duche rápido para me vestir tinha-a sentada ao lado da roupa na cama com uma cara óbvia de quem aguardava uma resposta.
Abri a gaveta da minha cómoda e tirei de lá o meu creme. Apoiei a ponta do meu pé direito na beira da cama e comecei a espalhar o creme na perna, enquanto ela
permanecia com a mesma expressão.
- Sim... - incentivei-a a dizer o que tanto queria
- Sim o quê? - ela fez-se de desentendida e desmanchou a expressão rígida que comandava o seu tronco
- Quem não te conheça que te compre, o que é que queres perguntar? - fui directa e com a Débora eu sabia que podia ser assim que ela não me levaria a mal
- Estás nervosa? - perguntou-me
- Nervosa? - tentei clarificar a pergunta
- Sim, por ires conheçer os pais do David... É no mínimo importante não? - ela ergueu as sobrancelhas ao proferir a palavra "importante"
- Sim é, mas não estou nervosa porque técnicamente não os vou conheçer vou vê-los... - declarei, encolhi os ombros e troquei de perna, passei outra camada de creme
- Sim, mas está a mexer contigo o que eles possam pensar de ti porque o David pode não chegar e dizer "Mãe, pai essa é a minha namorada" mas eles vão saber decerteza quem tu és... O David vai dizer-lhes e mesmo que não diga eles vão acabar por perceber... A cumplicidade entre vocês é óbvia!
- Sim, mas isso não me está a preocupar eu vou ser a Adriana que todos conheçem e se eles gostarem de mim muito bem senão também não irei mudar nada para agradar a ninguém!
- Talvez... - ela acertara em cheio no que eu sentia mas não quis confirmar preferi calar-me
- Não é talvez, é sim!Estás em pânico! - eu não lhe respondi e ela insistiu - Sabes que ele te ama, não sabes?
- Sei! - afirmei segura dos sentimentos dele
- Então ele nunca iria deixar-te por falta da aprovação da fam... - não a deixei acabar o que ia dizer
- Mas também sei que ele ama muito a família dele! - interrompi segura do que dizia - E tal como eu o deixei por pedido do meu pai, eu consigo imaginá-lo a fazer o mesmo por muito que isso lhe custasse... - a verdade era aquela e saiu-me assim naturalmente, por muito que doesse
mais uns quantos
- Não acredito que me fizeste vir cá a casa só para te ajudar a escolher a roupa para a festa… - reclamava ela ao mesmo tempo que se sentava em cima da cama
- Oh, não sejas assim! Quero estar linda! Mas simples... – pedi divagando
- Qual é a dúvida? Vais estar linda de todas as maneiras… - elogiou com um sorriso sincero
- Oh, não digas disparates! – pedi-lhe voltando-me novamente para dentro do guarda-vestidos
- Olha eu gosto deste azul… - disse-me ela agarrando no ante-penúltimo vestido que eu tinha exposto sobre a minha cama
- Não, esse é demasiado curto não quero que os pais do David fiquem a pensar que sou uma exibicionista!
- Oh estás preocupada com quê? Da terra de onde eles vêm nem sequer vestidos usam, é logo despidas! Por isso acho que não os vais chocar… - gozou ela
- Epá não sejas parva! Isto é sério! – disse muito enervada
- Também não é preciso estares assim… Vais lá estar como se amiga por isso eles não te vão conhecer oficialmente como nora – ela acentuou a última palavra e soltou
uma estridente gargalhada
- Deixa de ser parva e de gozar comigo, se faz favor! – refilei com ela – Sim vou estar como amiga mas supõe que isto com o David fica sério, duradouro e ele vai-me apresentar á família, imagina ter de ouvir a D.Regina ou o Sr.Ladislau dizerem “Olha, mas a menina não é aquela da festa do David? Aquela que quase não tinha vestido?”
– eu fiz uma expressão horrorizada e a Débora riu-se
- Que teoria da batata! Mas pronto… Vamos lá escolher qualquer coisa jeitosa! – ela levantou-se da cama e veio para junto de mim, esmiuçar o guarda-vestidos
- Eu gosto disto! - disse ela com um conjunto em punho
- Sim, pareçe-me bem... - tirei-lhe rapidamente a roupa da mão e corri para a casa de banho

Quando voltei ao quarto, depois de um duche rápido para me vestir tinha-a sentada ao lado da roupa na cama com uma cara óbvia de quem aguardava uma resposta.
Abri a gaveta da minha cómoda e tirei de lá o meu creme. Apoiei a ponta do meu pé direito na beira da cama e comecei a espalhar o creme na perna, enquanto ela
permanecia com a mesma expressão.
- Sim... - incentivei-a a dizer o que tanto queria
- Sim o quê? - ela fez-se de desentendida e desmanchou a expressão rígida que comandava o seu tronco
- Quem não te conheça que te compre, o que é que queres perguntar? - fui directa e com a Débora eu sabia que podia ser assim que ela não me levaria a mal
- Estás nervosa? - perguntou-me
- Nervosa? - tentei clarificar a pergunta
- Sim, por ires conheçer os pais do David... É no mínimo importante não? - ela ergueu as sobrancelhas ao proferir a palavra "importante"
- Sim é, mas não estou nervosa porque técnicamente não os vou conheçer vou vê-los... - declarei, encolhi os ombros e troquei de perna, passei outra camada de creme
- Sim, mas está a mexer contigo o que eles possam pensar de ti porque o David pode não chegar e dizer "Mãe, pai essa é a minha namorada" mas eles vão saber decerteza quem tu és... O David vai dizer-lhes e mesmo que não diga eles vão acabar por perceber... A cumplicidade entre vocês é óbvia!
- Sim, mas isso não me está a preocupar eu vou ser a Adriana que todos conheçem e se eles gostarem de mim muito bem senão também não irei mudar nada para agradar a ninguém!
Eu namoro o David não os pais dele...
- Hum, estás a tentar parecer bem mas estás cheia de medo, Adriana... Eu conheço-te! Tu queres que eles gostem de ti por aquilo que és porque tens medo que o facto deles não gostarem de ti dite o fim da tua relação com o David...
- Hum, estás a tentar parecer bem mas estás cheia de medo, Adriana... Eu conheço-te! Tu queres que eles gostem de ti por aquilo que és porque tens medo que o facto deles não gostarem de ti dite o fim da tua relação com o David...
Um espasmo percorreu-me o corpo perante tal pensamento, sacudi-o tentando afastar aquela sensação mas um nó formou-se no meu estômago.
- Talvez... - ela acertara em cheio no que eu sentia mas não quis confirmar preferi calar-me
- Não é talvez, é sim!Estás em pânico! - eu não lhe respondi e ela insistiu - Sabes que ele te ama, não sabes?
- Sei! - afirmei segura dos sentimentos dele
- Então ele nunca iria deixar-te por falta da aprovação da fam... - não a deixei acabar o que ia dizer
- Mas também sei que ele ama muito a família dele! - interrompi segura do que dizia - E tal como eu o deixei por pedido do meu pai, eu consigo imaginá-lo a fazer o mesmo por muito que isso lhe custasse... - a verdade era aquela e saiu-me assim naturalmente, por muito que doesse
- Mas o David não faria isso... - defendia-a muito certa da sua teoria
- Eu já estive naquela posição e sei como é difícil escolher, mas quando chega a decisão a escolha é óbvia! Eu sei do que falo... - disse ao mesmo tempo que fechava o boião de creme sem a olhar nos olhos
- Mas tu foste fraca! - acusou-me ela sem qualquer malícia ou intenão de me magoar
Ela estava certa! Eu tinha sido fraca, e talvez por isso não mereçesse nem metade daquilo que aquele homem me oferecia. Não mereçesse nem aquele amor mas ele continuava a insistir em dar-mo a mim. A mim, e única e exclusivamente a mim. Sem qualquer contra partida, qualquer permissa, dava-mo sem pedir nada em troca.
Nada a não ser o meu respeito, a minha fidelidade e amor mútuo. Eu chegava a sentir que não era merecedora de tal amor. Era demais para mim e eu não o merecia.
Mas estas palavras não podiam ser proferidas a David ou perto dele, ofendia-o e magoava-o muito. Eu sabia, ele dizia-me e eu podia vê-lo.
- Fui fraca mas aprendi. Aquilo serviu-me a mim como lição e ao meu pai!
- Mas tu foste fraca! - acusou-me ela sem qualquer malícia ou intenão de me magoar
Ela estava certa! Eu tinha sido fraca, e talvez por isso não mereçesse nem metade daquilo que aquele homem me oferecia. Não mereçesse nem aquele amor mas ele continuava a insistir em dar-mo a mim. A mim, e única e exclusivamente a mim. Sem qualquer contra partida, qualquer permissa, dava-mo sem pedir nada em troca.
Nada a não ser o meu respeito, a minha fidelidade e amor mútuo. Eu chegava a sentir que não era merecedora de tal amor. Era demais para mim e eu não o merecia.
Mas estas palavras não podiam ser proferidas a David ou perto dele, ofendia-o e magoava-o muito. Eu sabia, ele dizia-me e eu podia vê-lo.
- Fui fraca mas aprendi. Aquilo serviu-me a mim como lição e ao meu pai!
- Pois mas o David não vai precisar de aprender lição nenhuma porque ele sabe bem o que quer...
- Eu também só o queria a ele mas acabei por ser forçada a uma escolha que não queria fazer... Foi como se me tivessem pedido para escolher entre o bater do meu coração ou o sopro dos meus pulmões... Preciso igualmente dos dois...
- Ao inicio não percebeste isso... Escolheste apenas uma mas depois não eras mais a mesma... Ainda bem que reconsideraste... Ainda bem que se acertaram porque acho que já ninguém vos imagina a existirem longe um do outro...
- Pois mas eu não volto a desistir assim dele! Agora isto só acaba quando ele quiser! - disse segura
- Ele não vai querer... - disse ela convicta
- Então acho que vou ter de me contentar com uma vida inteira, feliz e preenchida do lado dele... - ambas nos rimos às gargalhas e eu continuei a arranjar-me
Em menos de meia hora fiquei completamente pronta mas depois de tanta coisa eu estava em cima da hora para ir para a festa e ainda tinha de apanhar transporte.
A Débora deixou-me de carro na entrada mais próxima do metro e seguiu para ir jantar com o seu namorado. Eu não demorei muito a apanhar o metro mas ainda tinha de fazer uma troca de linha para chegar ao destino.
Eu desci na Alameda e já contava com 15 minutos de atraso, eu sabia que o David já devia estar sobresaltado mas que se iria manter calmo devido à presença dos pais.
O metro estava atrasado mais de cinco minutos, e eu que tinha sempre a sorte de estar a chegar e apanhá-lo logo. O meu telemóvel tocou e eu atendi, era o Ruben.
- Ele não vai querer... - disse ela convicta
- Então acho que vou ter de me contentar com uma vida inteira, feliz e preenchida do lado dele... - ambas nos rimos às gargalhas e eu continuei a arranjar-me
Em menos de meia hora fiquei completamente pronta mas depois de tanta coisa eu estava em cima da hora para ir para a festa e ainda tinha de apanhar transporte.
A Débora deixou-me de carro na entrada mais próxima do metro e seguiu para ir jantar com o seu namorado. Eu não demorei muito a apanhar o metro mas ainda tinha de fazer uma troca de linha para chegar ao destino.
Eu desci na Alameda e já contava com 15 minutos de atraso, eu sabia que o David já devia estar sobresaltado mas que se iria manter calmo devido à presença dos pais.
O metro estava atrasado mais de cinco minutos, e eu que tinha sempre a sorte de estar a chegar e apanhá-lo logo. O meu telemóvel tocou e eu atendi, era o Ruben.
- Sim? - perguntei
- Olha lá, onde é que te meteste? - perguntou-me impaciente
- Estou no metro da Alameda, estou à espera de apanhar o metro p'ra aí mas ele nunca mais aparece
- Então vê lá se te despachas... É que o David estava já super preocupado a fazer filmes que já te tinha acontecido alguma coisa... Senão fosse o facto dos pais dele aqui estarem ele já tinha saído disparado atrás de ti!
- Oh, diz-lhe que se acalme porque eu vou... Posso demorar mais um bocadinho mas chego!
- Ok, então nós esperamos já só faltas tu para começar-mos a jantar...
- Começem sem mim! Eu ainda devo demorar... - sugeri delicadamente
- Isso é alguma piada? O David não vai querer mas pronto... Eu digo-lhe! Se vires que demora muito enfia-te num táxi ou liga-me que vou buscar-te...
- Não te preocupes, eu vou aí ter e vê se convences o David a começar sem mim... - pedi-lhe
- Eu vou tentar mas não prometo nada... - formou-se um silêncio mas ele quebrou-o - Adriana?
- Sim?
- Vê se vens mesmo... Se faltas o David vai ficar muito magoado contigo... - disse-me num tom preocupado
- Não te preocupes... Agora vai lá convencê-lo! Beijo! Adoro-te, caramelo! - despedi-me entre risos
- Beijo! Adoro-te, pequenina! - ele desligou a chamada
O metro continuava sem aparecer e haviam muito poucas pessoas na estação.
Talvez aquilo fosse um sinal, um sinal de que não devia ir aquela festa que já tinha dado tantos problemas.
Ali sozinha, na estação fria e vazia do metro da Alameda, onde apenas algumas pinturas iluminavam o espaço comecei a questionar-me. A questionar-me se era aquilo que queria.
Se estava disposta àquele sacrificio por David. Sim! Aquilo era um sinal! Eu sabia que iria magoar David mas o destino ordenava-me que não fosse áquela festa.
Talvez aquilo fosse um sinal, um sinal de que não devia ir aquela festa que já tinha dado tantos problemas.
Ali sozinha, na estação fria e vazia do metro da Alameda, onde apenas algumas pinturas iluminavam o espaço comecei a questionar-me. A questionar-me se era aquilo que queria.
Se estava disposta àquele sacrificio por David. Sim! Aquilo era um sinal! Eu sabia que iria magoar David mas o destino ordenava-me que não fosse áquela festa.
Levantei-me do banco de pedra que me queimava a pele e virei costas à linha determinada a ir
para casa. Os meus sapatos oscilavam no pavimento cálido de pedra e os passos ecoavam no vazio da estação. Finquei o meu pé direito no primeiro degrau da escadaria de saída.
para casa. Os meus sapatos oscilavam no pavimento cálido de pedra e os passos ecoavam no vazio da estação. Finquei o meu pé direito no primeiro degrau da escadaria de saída.
Eu sabia que David jamais me perdoaria mas eu precisava de me sentir segura.
Um assobio crescente aproximava-se e quebrou a minha subida para sair do metro. Eu parei e olhei para a linha. Aquilo era outro sinal.
A mensagem era clara, simples, e eu percebi-a à primeira. Eu queria e precisava de me sentir segura mas só havia um único sitio onde me sentir segura: junto de David. O metro parou na minha frente e as portas abriram-se. Eu entrei sem sequer balançar nos pés. Eu estava segura de mim! Era David que eu queria independentemente do que isso me pudesse custar.
9 comentários:
Adorei Dri, como todos os outros...
Mas eu agora quero a parte 2....:)
Continua
AMei, TÁ MAGNIFICO ESTE CAPITULO...
QUERO MAIS, SE PODERES POSTA MAIS HOJE, POR FAVOR... CONTINUA...
TOU A ADORAR A TUA FAN FIC, TÁ CADA VEZ MELHOR...
essa festa vai dar que falar vai
:P
quero mais dri
Ameiii
Quero a 2º parte =D
Beijão e CONTINUA
Hey Dri...
Já tinha lido o capitulo, mas agora que ele está reescrito, ficou ainda melhor... pergunto-me como isso é possível mas o facto é que me surpreendes sempre em cada novo capítulo!!
Agora quero o próximo... (sei que já te o pedi mas nunca é demais reforçar esse pedido :P)
Beijocas desta GDF!!! LOOL
vais postar hoje dri?? bjs :P
dri so hoje é que li o cap, ja sentia a tua falta miuda, nunca mais foste ao chat, e nao tens postado... gostei mt do cap, e ao fim de tantos capitulos ainda me consegues surpreender... smp adorei a tua fic, mts parabens...
tou a espera da segunda parte... mts bjs
ps- ve se apareces no chat para falares la com o pessoal, vcs meninas das fics andam todas desaparecidas do chat... sentimos a vossa falta...
bjs
tita
como já te tinha dito, está linda meu amor, agora estou super curiosa!
Escreve depressa a parte 2, para ver como vai correr a festa. Será k os pais do David descobrirão k são namorados? Como reagirá o David quando chegar á festa?
Bjs
Emilia
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