Ele soprou as velas, fechou os olhos e sorriu-me.
Eu sabia que segundo a tradição ele tinha pedido um desejo, fiquei curiosa para saber qual mas esse era um dos meus muitos defeitos, a curiosidade.
Ele ergue-se novamente e sorriu. Enquanto ele cortava o bolo juntei-me às raparigas que se tinham juntado num canto e conversavam alegremente um pouco alheias ao corte do bolo.
- Então, posso juntar-me a vocês? – perguntei num tom recatado ~
- Claro! Achas que é preciso perguntar, Srª. Marinho? – respondeu Andreia perspicazmente
-Olha aí as piadas! – repreendia-a
- Sim, olha aí as piadas que os sogrões estão por perto! - brincou Inês e nenhuma das presentes conteve as gargalhadas inclusive eu
- Só tu Inês! Só tu! – controlámos finalmente os risos e eu dei com duas caras novas no grupo que me tinham despertado a atenção – Quem são elas? – perguntei num tom mais baixo a Andreia e Romanella
- La morena con el pelo más corto e gafas es Paula, la novia de Roberto y la morena de pelo largo es Bianca, la novia de Salvio. Ellas son portuguesas y es la primera vez que vienen a un evento de grupo! – respondeu-me Romanella
- Bianca, esta é a Adriana, a namorada do David. Adriana esta é a Bianca a namorada do Salvio e esta a Paula, a namorada do Roberto – Inês procedeu à apresentação
- Prazer! – Cumprimentei-as com dois beijinhos, elas pareciam-me muito simpáticas e simples, mesmo como eu gostava
- Tu e o David fazem um casal muito bonito! – constatou Bianca
- Oh, obrigada! – agradeci – És portuguesa… Mas será que ninguém resiste aos encantos dos meninos do Benfica? – soltámos estridentes gargalhadas
- Sim sou… Conheci o Salvio aqui em Lisboa, e olha agora estamos juntos… - contou-me sorrindo, ela parecia mesmo feliz
- Oh, o Salvio enganou bem, ali sozinho, a pensarmos que não partia um prato afinal parte logo a loiça toda! – Rimo-nos – Então e tu e o Roberto? – perguntei à Paula
- Conheçemo-nos em trabalho… E olha o que é que posso dizer? Aquele sotaque dele matou-me, cariño! – todas nos rimos mas fomos interrompidas pela chegada de Roberto
- Cariño, no quieres torta? – perguntou Roberto a Paula estendendo-lhe o prato com uma grande fatia de bolo
- Obrigada amor, quero sim! – ela agradeceu-lhe com um beijo nos lábios e ele afastou-se
Eu senti um aperto estranho no peito quando olhei para David, não sou de acreditar em premonições, mas acredito no sexto sentido e o meu estava a querer dizer-me algo.
Ele continuava feliz a distribuir fatias de bolo, ergueu um prato na minha direcção e eu neguei com a cabeça e soltei um “obrigado” tímido com os lábios, ele limitou-se a sorrir e dar a fatia a Ruben, que pelo revirar de olhos de David já devia ir na segunda ou terceira, eu ri-me divertida.
- Tu gostas mesmo dele não é? – perguntou-me Bianca aproximando-se mais de mim
- Sou assim tão transparente? – perguntei-lhe
- Não, eu é que sou boa a decifrar as pessoas…
- Hum, costumo ser difícil de decifrar, tens então um privilégio que apenas os que me conhecem muito bem têm… - disse-lhe
- Deve ser algum dom então… E abençoado dom! É lindo ver um amor como o vosso… - disse ela com um sorriso no rosto e eu não pude evitar sorrir-lhe também
- Nem tudo também é o que parece, não somos perfeitos mas amamo-nos e lutamos para fazer tudo resultar! – confessei voltando a por os olhos em David
- E o amor não é isso mesmo? Uma luta a dois? – ela fez uma pergunta retórica há qual tão bem eu como ela sabíamos a resposta, ambas sorrimos
David estava sozinho sentando junto a uma mesa a comer uma fatia de bolo. Não parecia estar sozinho por alguém se esquecer dele, coisa que eu achava difícil, mas sim por escolha própria.
- Eu vou ter com ele se me dás licença! – pedi educadamente
- Claro, vai lá! – incentivou-me ela e recuou juntando-se às restantes meninas
Aproximei-me de David numa passada larga, ele não ouviu as minhas pisadas, meteu uma garfada de bolo na boca e pousou o prato na mesa em sua frente.
Atirei-me no colo dele, no longo espaço que havia entre ele e a mesa. Senti instintivamente as mãos dele pousarem nos meus quadris e uma deslizar para a coxa da perna esquerda, pude ler o desejo nos seus gestos delicados.
Coloquei o meu braço direito em torno do seu pescoço e a minha mão esquerda deslizou pelo seu peito e passei as pernas sobre as dele, ficando de lado contra o seu corpo e aninhei-me. Ele mastigava a última garfada que tinha posto na boca mas ainda assim não evitei e roubei-lhe um beijo leve e rápido nos lábios, ele sorriu.
- Sozinho porquê? – perguntei-lhe formando a minha linha de preocupação na testa
- Porque tou querendo ficar com você, só você! Aproveitar p’ra namorar! – declarou passando com o seu indicador pelo vinco que tão bem se notava entre as minhas sobrancelhas e vincava a testa, esta desfez-se com o seu toque
- Hum, tu andas com uns pensamentos, meu caracolinhos! – brinquei com os seus caracóis e afastei-os do seu rosto
O rosto dele era perfeito, cada traço, cada curva, cada tom, cada pequeno sinal nas suas bochechas.
- Me passa o bolo, amô? – pediu-me ele
Eu virei-me na direcção da mesa, tive de me inclinar bastante para alcançar o prato, mas senti as mãos dele agarrarem-me contra sim assegurando-me de que não iria cair, senti-me segura. Alcancei o prato, pousei-o no meu colo e com a minha mão esquerda roubei uma garfada.
- Hey, pedi o bolo p’ra mim! – resmungou
- Hum, egoísta… - acusei-o em tom de falso amuo
- Egoísta não! O que é que a faz pensar que pode comer do meu bolo assim?
- Olha, sou tua namorada! – gesticulei com o garfo no ar
- Ainda bem, né? Minha namorada! – confirmou com um sorriso a rasgar-lhe os lábios e um brilho a inundar-lhe os olhos
- Tua! Só tua! – acrescentei e ele roubou-me um beijo mais demorado
Quebrámos o beijo e eu dei-lhe uma garfada de bolo à boca.
- Cê tava morrendo de medo dos meus pais, não tava não gata? – perguntou-me divertido acabando de mastigar
- Não, não estava! – afirmei sisuda comendo outro bocado de bolo
- Tava sim! Te conheço! – acusou rindo-se
- Ok, estava mas não era para menos… Afinal são os teus pais e o que eles pensam é importante não? E se eles não gostaram de mim? – perguntei insegura
- Como não gostar de você? Impossível! Mais p’ra mais tecnicamente eles não conheceram você, viram você é diferente! – corrigiu-me
- Oh, sim mas a primeira impressão conta muito!
- Ah então a sua deve ser péssima! Chegou atrasada um montão de tempo! – brincou
- Achas? – perguntei-lhe preocupada ao mesmo tempo que pousei o prato já vazio novamente na mesinha
- Pô, acho né? Meia hora de atraso é muito meu amor! – ele falava num ar muito sério e a minha expressão de nervosismo intensificou-se, ele soltou uma gargalhada estridente e depressa a confusão invadiu o meu rosto e pensamento – Tou de sacanagem com você meu amor! Eles ficaram muito bem impressionados, não se preocupa não!
- Parvo! – dei-lhe uma chapada no ombro e tentei levantar-me do seu colo mas ele não me deixou, fingi-me amuada
- Não fica assim não! – pediu-me passando a mão no meu queixo
- Isto é importante para mim! Vais ver quando for contigo! Vou gozar tanto quando fores conhecer os meus pais mesmo como meu namorado! – refilei
- Você e esse seu mau feitio! – brincou
- Mau feitio mas gostas! – cruzei os braços á frente do peito
- Cê é muito refilona mas te amo assim, tá?
- Hum, hum! – não me mostrei muito convencida e prendi o olhar na saída do restaurante
- Te amo tá? – ele forçou-me a olhar nos seus olhos e eu pude ver sinceridade por isso deixei-me guiar pelo coração e pelo primeira vez naquela noite, não pela razão
- Amanhã os teus pais e tu estão livres para jantar? – perguntei-lhe
- Tamo sim porquê? – perguntou visivelmente confuso
- Arranjas um espaço para apresentares esta namorada parva para eles? – pedi com um sorriso expectante pela sua reacção
- Oba!! – David deixou-se levar pelo entusiasmo e quando dei por nós ele tinha-se levantado repentinamente e gritava elevando os braços no ar, as pessoas olhavam-no
Ele percebeu que se tinha deixado levar pelas emoções e voltou-se a sentar, e eu no colo dele na mesma posição
- És mesmo maluquinho! – acusei-o passando a mão no seu rosto macio
- Tá falando sério? – perguntou-me ainda meio incrédulo
- Mas eu brinco por acaso?
- Cê não sabe o quanto tá me fazendo feliz, meu amô! – ele sorria-me como eu tanto gostava
- Sei, acredita que sim! – pousei a mão no peito dele e senti o seu coração em batimentos acelerados e atabalhoados e limitei-me a deixar os meus lábios expressarem o que me ia no coração.
Os lábios quentes dele afagavam os meus e as nossas línguas exploravam caminhos na boca um do outro. Quebrei o beijo e deixei os meus lábios seguirem para a sua bochecha esquerda e depois para o seu pescoço, aninhei-me mais contra o corpo dele.
- Diz-me que me amas… Sabe tão bem ouvir! – pedi envergonhada com a minha cabeça contra o seu peito
- Sabe? –olhou-me nos olhos e perguntou-me orgulhoso, eu assenti positivamente com a cabeça – Te amo! – jurou-me por entre beijos repenicados e repetidos ternamente nos meus lábios
- Hum… é verdade! Pedis-te um desejo? – perguntei curiosa
- Pedi sim!
- E qual foi? – insisti
- Não digo não! Não posso correr o risco de não se realizar!
- Oh, vá lá!
- Não não! Quero você sempre do meu lado! – ele descaiu-se sem dar conta
- Hum, pediste-me sempre do seu lado? – ele ficou encavacado – Não precisas de desejar isso, eu nunca vou sair do teu lado por isso… - ele beijou-me sem me deixar acabar a frase
- Ai David, assim não me dá vontade de ir embora…
- Então não vá! É simples!
- Oh tenho de ir… E tu também! Amanhã tens jogo!
- Você vai me ver?
-Vou sim, claro! – sorri
- Ainda bem, me deixa mais calmo saber que cê vai lá tar! Vou te ligar antes do jogo tá bom?
- Sim, podes ligar antes do jogo, depois, as vezes que quiseres, meu pequenino!
- Meu pequenino? Olha ela! Fala a meia leca! – ambos nos rimos
- Olha tenho de ir amor…
- Hum, não vai não! – pediu apertando-me mais contra o seu corpo
- Tem de ser… Vá lá! – pedi com pouca vontade de o deixar
- Hum, então deixa eu te levar em casa
- Nada disso! – levantei-me imediatamente do seu colo – Tu ficas meu menino! Eu vou! De táxi! Sem qualquer discussão – ele tentou falar mas eu interrompi – Mas nada! Sem discussão
- Hum… Durinha você! – reclamou e roubou-me um beijo – Te vejo amanhã no jogo então… Vou marcar com os meus pais o jantar então…
- Sim, depois falamos… Amo-te! – roubei-lhe um último beijo
Dirigi-me a todos despedindo-me com dois beijinhos. Troquei números de telefone com a Paula e a Bianca e o David acompanhou-me até á entrada.
- Amanhã então no jogo! – confirmou mais uma vez
- Sim, amor! Dá-me um beijo agora! – pedi
Ele deixou os seus lábios tocarem os meus ferozmente, tremi, ele nunca me tinha beijado assim, com tanta paixão, tanto desejo. Passei ligeiramente com a minha língua no seu lábio inferior. Quebrámos o beijo.
- Isso é que era saudade hã!
- Não zoa não! Mas qualquer minuto sem você fica impossível! Te amo! – desculpou-se e sorriu-me uma última vez
Roubei-lhe um beijo rápido nos lábios que ele prolongou em mais três, puxando-me contra ele pela cintura. Era quase como que um amor proibido, e aquela sensação de proibição fazia a adrenalina correr-nos nas veias a mil.
Sorrimos um ao outro, e saí em direcção á praça de táxis mais próxima.
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Não devia estar a mais de dez metros da porta do restaurante quando um individuo que subia a rua na minha direcção me agarrou abruptamente pelo braço ao passar por mim.
Foi tudo tão rápido que nem sei o que relembrar ao certo. Quando dei por mim tinha um homem nas minhas costas e uma faca encostada à minha garganta.
Foi tudo tão rápido que nem sei o que relembrar ao certo. Quando dei por mim tinha um homem nas minhas costas e uma faca encostada à minha garganta.
- Por favor não me faça mal! – foi tudo o que consegui dizer
- Dá-me o dinheiro! O telemóvel! – pediu-me quase que gritando e eu estremeci de medo
Tentava manter-me calma mas nas circunstâncias até nem me estava a sair muito mal. Pensei em gritar mas ninguém me iria ouvir.
Enterrei a minha mão na mala procurando a carteira e o telemóvel ao mesmo tempo que sentia a respiração ofegante daquele homem de mãos rudes na minha nuca.
Passei-lhe o telemóvel e a carteira, ele usou a mão livre e tirou a nota de cinquenta euros e a de vinte euros que tinha na carteira e o cartão de crédito enfiando-os no bolso, atirou a carteira para o chão, e colocou também o telemóvel no bolso. Senti a mão dele sufocar-me e projectar-me, agarrando-me pela garganta, contra a parede do prédio.
- Só tens isto? – perguntou-me irritado
Senti-me gelar, as lágrimas formavam-se nos meus olhos e escorreram-me pela cara, eu entrei em desespero.
- Só… - respondi com o choro estrangulando-me a voz
- Só isto? – ele bateu furioso com a mão na parede – Eu devia era dar-te uma lição… - ameaçou passando com a faca mais fortemente na minha garganta, eu fechei os olhos rezando para que ele não me fizesse nada – Mas és uma menina tão bonita, há coisas tão mais interessantes para se fazer… - senti os lábios dele aproximarem-se do meu pescoço, beijarem-no, senti-me enojada
Quanto mais o tentava afastar mais ele se projectava contra mim, sentia a excitação dele na avidez com que os seus lábios beijavam a carne do meu pescoço. Sentia-me a pior pessoa do mundo e tão impotente a ponto de não conseguir mudar essa condição.
Senti as mãos dele descerem dos meus quadris até às minhas coxas e depois até aos meus glúteos, eu tentava resistir mas não conseguia, ele tinha mais força do que eu, senti-o arrepanhar as minhas nádegas a apertá-las puxando-me contra sí. Senti o sexo duro dele contra mim, eu percebi finalmente o que se estava a passar. Foi o pior desespero que alguma vez senti na minha vida, queria gritar mas tinha medo das consequências. Ele puxou-me contra ele e senti-o duro contra o meu corpo, senti-me enojada. Gritei.
- Não! Isso não! – gritei a plenos pulmões chorando
Ele travou-me o grito, tapando-me a boca violentamente fazendo-me bater com a cabeça na parede. Doeu mas nada doía mais do que a maneira como eu me estava a sentir por dentro.
Alguém a passar na rua o fez afastar-se de mim, e ele desapareceu assim na penumbra da noite, tão rapidamente como tinha aparecido.
O medo de ele voltar foi tanto que apanhei a carteira do chão enfiei-a na mala e andei em passo apressado na direcção do restaurante sem conseguir controlar as lágrimas que teimosamente me escorriam pelo rosto
Alguém a passar na rua o fez afastar-se de mim, e ele desapareceu assim na penumbra da noite, tão rapidamente como tinha aparecido.
O medo de ele voltar foi tanto que apanhei a carteira do chão enfiei-a na mala e andei em passo apressado na direcção do restaurante sem conseguir controlar as lágrimas que teimosamente me escorriam pelo rosto
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David
Estávamos sentados tomando café quando ouvimos gritos vindos da rua que fizeram todo mundo parar.
“Não! Isso não!” ouvimos uma voz feminina gritar aflita
“Não! Isso não!” ouvimos uma voz feminina gritar aflita
- Que é isso, manz? – perguntei preocupado
- Sei lá! Alguma brincadeira de miúdos com certeza! – descansou-me Ruben
- Sim, deve ser coisa de criança, meu filho! Sossega! – minha mãe me descançou
- Então e o jogo de amanhã? É p’ra arrebentar! – Fábio retomou a conversa
- Claro! Tem dúvida? – perguntou Luisão rindo
Uns passos atabalhoados irromperam pelo espaço dentro. Era ela, vinha ofegante e chorando descontroladamente. Ela estava pálida e como que ignorando todo o mundo se sentou num sofá da entrada se acalmando. As lágrimas cessaram em segundos mas a palidez continuava no seu rosto.
Ela se levantou e caminhou na nossa direcção, e sem saber muito bem porquê meu coração ficou apertado.
14 comentários:
Opáh, Espectáculo mesmo, Drii, já sabes que eu amo a tua fic !! ^^
Eish aquela parte final, fogo...
Tens mesmo que postar o mais rapidamente possível, Adriana, vá lá ! *.*
Parabéns !!
Continua
Beijãooo !!
xD
Cada melhor Dri.
Tu escreves de uma maneira simplesmente genial.
Continua a escrever assim, eu não comento todos os cap, mas venho todos os dias ver se já postaste um novo cap.
Parabéns pela tua fic ...
beijo
Su
Adriana, cada vez me supreendes mais!! Quando penso que já nada me vai supreender, tu chegas e postas um capítulo destes!!
Fico sempre sem palavras, a forma como descreves os momento está real, eu que o diga (sabes bem porque)
Deixas-me sempre a querer mais e mais!!
Quanto mais te conheço mais te admiro!!!
As nossas conversas (sejam elas pura maluqueira ou mais a sério) são sempre qualquer coisa!!!
Adoro-te miuda, continua assim!!!
Beijão desta GDF maluca!!!
AMEI!! COMO de custume, essa tua fanFIC é tao real, as brincadeiras deles, o nervosismo dela..tUDO..FANFIC MARAVILHA!!
....OKK..mesMo em situaçoes MAS, tu escreves tao bem..XD es um espetaculO
*********************************************
naO pERcEbi, essE bandaLho violoa'!?!nujentos essEs gajoS!
**********TU POSTA ME MAIS!! JA!! JA!! xD ******
que istO aGORA va SER um autenTICO DRAMA! taO perto de um sitou seguro, e isso acontece.lhE!!
*) KisS
PS: gostei do nme bianca :P ( meu e do coment acima) ja que nunca se ouve esse nome em algum sitiO
estraordinário...
quero mais... acabas sempre nas melhores partes...
posta mais hoje, por favor...
continua...
muchas grácias, por mi nome cariño! ahahha
aiaiai, tou tão arrependida por não ter esperado mais um bocadinho, ontem!
e este final, foi tão inesperado! agora quero mais muchacha, mais que um até!
beeeeijo! <3
Bem Drii este capitulo está genial...
Adorei mesmo está lindo...
Continua...
BJS.
Está sensacional, a cada frase, surpreende-nos sempre... Tá tãooooo fixe.
E agora qual será a reacção do David!? Ir partir a cara ao homem??
Anciosa pelo próximo capítulo!
Bjinho
Bruna Migueis
Adorei! Parabéns Dri*
Simplesmente fantástico!!!
Estou em choque, que sensação horrível!!!
Aserio ainda não estou em mim, ai credoo :o
Continua, mal posso esperar pelo próximo!!!
Beijinho*
Bolas que coisa tão real, tão intensa ate a mim me estava a custar ler... Muito bom, mesmo bom.
Agora só quero que venha o próximo para ela ser ajudada.
Muito bom!!
Beijinhos
Sem palavras.... FANTASTICO.
DRII já nem sei o que diga pois acho que já está tudo dito nos comentários anteriores.
LINDO....
Continua
Estou ansiosa pelo proximo.
LINDOOO +.+ ... AMEII =DD
anciosa pelo próximo +.+
*
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