segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Capítulo 103 – Que saudade… (Parte I)



Na manhã seguinte rumámos para Lisboa, queria chegar lá bem cedo apesar do voo de David só chegar à noite. Falei com ele ao telefone nessa manhã, ele pediu-me que levasse um saco com coisas minhas para sua casa, pois ele queria que eu passasse lá a noite.
É óbvio que não recusei o convite pois estava a morrer de saudades dele. Pedi a chave suplente ao porteiro e subi com o intuito de esperar até ser horas de o ir buscar ao aeroporto.
Coloquei a minha mala no quarto e tirei alguns dos meus pertences para fora. Tinha comprado algumas mercearias para lhe puder preparar alguma coisa p’ra comer caso ele viesse com fome, o que era muito provável.
Enquanto fazia as camadas da lasanha, especialidade da minha avó italiana, ouvi um barulho vindo da porta de casa e sobressaltei-me. Agarrei na primeira coisa que me apareceu à frente, uma frigideira, assim sempre me poderia defender.
O que eu julgava ser um ladrão deixou alguma coisa cair no chão do hall, um som semelhante ao do saco de desporto do David sempre que este o pousava aí ao final do dia quando regressava dos treinos.
Pé ante pé, saí da cozinha e entrei no hall, o que eu pensava ser um desconhecido acendeu a luz e eu congelei com aquela imagem.
Julguei-me maluca, mas ao mesmo tempo a querer explodir de felicidade.
Era David, mas aquilo não era possível, ele só chegava horas depois a Lisboa, tanto que eu ia buscá-lo ao aeroporto.
Pousei a frigideira na mesa do hall e a minha boca abriu-se em admiração.

- Ai, eu estou a ver mal, só pode! – levei a mão à cabeça

- Tá vendo muito bem, minha gata! – ele abriu os braços esperando um abraço e esboçou um sorriso verdadeiro, esperando uma resposta minha

Um sorriso inundou os meus lábios e o meu corpo precipitou-se na direcção dele. Abracei-o e devido à diferença de alturas ele teve de me elevar a alguns centímetros do chão. Rapidamente procurámos a boca um do outro e beijámo-nos. Primeiro levemente, depois com algum ardor. Quando as nossas línguas se encontraram na união das nossas bocas, começaram uma dança ritmada e insaciável, e quanto mais provávamos mais queríamos provar. Selei o beijo com uma série deles repenicados nos lábios dele que mantinham o mesmo sabor de sempre. As nossas testas uniram-se e as nossas bocas permaneceram muito próximas.

- Que saudade… - murmurei esborrachando-o contra mim

- Agora pode matar todas… - ele soltou-se do abraço e deixou escapar um sorriso sincero

- Porque é que não disseste que vinhas mais cedo? Eu tinha-te ido buscar ao aeroporto! – refutei imediatamente

- Eu fiz de propósito, queria te fazer uma surpresa… - fez um sorriso que me derreteu por completo

- És horrível! – iniciei uma falsa agressão que levámos por entre sorriso, fracas chapadas no peito – Odeio-te! Odeio-te!

- Que nada, cê me ama! - parei de lhe bater e abracei-o com força

- Nem acredito que és tu…- murmurei ao seu ouvido

- Pode apalpar p’ra ter certezas! – gracejou

- Isso querias tu! – fiz a minha expressão de menina e ambos nos rimos

- Queria mesmo… Nossa, como custou ficar quinze dias longe de você! – confessou fazendo-me uma carícia delicada no rosto

- A partir de agora será mais fácil… Primeiro estranha-se, depois entranha-se! – tentei ver o lado positivo da situação, mas a verdade é que não havia nenhum, tinha tido saudades dele e não queria voltar a sentir, não daquela maneira e durante tanto tempo

- Fala por você, vou morrer a cada segundo longe! – sorri-lhe deliciada – Nossa, que cheiro é esse?

- Hum, especialidade da Adriana!

- Bacalhau com natas?

- Não… - agitei a cabeça negativamente

- Hum… Lasanha? – enrugou a testa e eu sorri – Obá! Que saudade da comida gostosa da namorada!

- A tua mãe que te oiça dizer isso… - despenteei-o levemente

- Ela não precisa saber não… - fez um ar matreiro e rimo-nos novamente

- Vai tomar um banho, trocar de roupa, que eu vou acabar o jantar p’ra depois ires descansar…

- Tá bom, vou num pé e volto noutro! – beijou-me rapidamente nos lábios e saiu na direcção do quarto


***

- Nossa, como o jantar tava bom… - disse cruzando os talhetes

- Ainda bem que gostaste, Dê… Lá não devias comer nada de jeito! – a minha maneira de ser, preocupada com tudo e com todos, acabava sempre por vir ao de cima

- Cê se preocupa demais, gata. Todo o mundo trata a gente bem! – ele permanecia calmo

- Hum, pareces mais magro… Menos forte… - naquele momento já me estava somente a meter com ele

- Cê acha? Olha que a força continua a mesma! – ele levantou-se da cadeira da mesa da sala, agarrou em mim ao colo como se de um bebé me tratasse – Viu só?

- Vi, vi… És um exibicionista é o que é! – agarrei-me ao pescoço dele com medo de cair – Podes pôr-me no chão, Senhor bíceps?

- Não sei se posso… - revirou os olhos fingindo que a conversa não era com ele

- Por favor, amor… - pedi esboçando um sorriso

- Com certeza, princesinha! – colocou-me no chão

Tive uma vontade louca de beijá-lo, ele estava cada dia mais perfeito, apesar de nos últimos quinze não o ter visto, o que só aumentava essa sensação.

- Tá olhando assim porquê?

- Nada, estava só a ver-te… A matar saudades… - aproximei-me dele e abarquei os seus lábios lentamente, com muito carinho e sem qualquer intenção de o magoar

A língua dele invadiu a minha boca momentos depois e enlaçou a minha, calmamente e de uma forma apaixonada. Cada beijo nosso era muito mais do que um simples beijo, era amor, amor e só amor, nada mais.
As minhas mãos enterraram-se nos cabelos dele e as dele por baixo da minha camisola. As saudades de o tocar, de o sentir, de o amar, eram mais que muitas. Apertei-o contra mim e quase instintivamente arrastei-o até ao sofá. Acabámos por cair sobre o mesmo e eu fiquei sobre ele. Senti as suas mãos ardentes percorrerem cuidadosamente cada centímetro da linha ondulante do meu corpo. As minhas mãos ocorreram até debaixo da camisola dele, passei delicadamente os meus dedos pelo seu torso perfeitamente esculpido. Ele arrepiou-se ao sentir as minhas mãos descerem até à parte mais baixa do seu tronco, toquei-o por cima das calças e ele gemeu levemente por entre o beijo que dávamos. Separei as nossas bocas e não controlei um riso leve.

- Cê adora me ver assim… - ele estava completamente descontrolado e a sua voz, inebriada pelo momento, revelava isso

- Pois gosto… - aproximei a minha boca da dele fingindo que o ia beijar, mas fugi antes que ele o conseguisse fazer

- Não faz isso, por favor! – pediu-me num tom desesperado

- Isso o quê? – perguntei em tom de brincadeira, fingi novamente que o ia beijar, mas fugi

- Isso! – ele arregalou os olhos

Ri-me e saí de cima dele.

- Amor, vamos dormir… - ele sentou-se na minha frente, foi visível o seu estado de excitação e eu tive uma vontade louca de me rir

- Nem pensar, cê não me pode deixar aqui assim! – ele apontou para o seu órgão genital e eu desmanchei-me a rir

Comecei a despir a minha camisola, ele olhava-me calado e com o olhar percorria o meu corpo que eu deixava agora descoberto. Fiquei com a camisola na mão e olhei-o.

- Boa noite, amor… - aproximei-me dele, que permanecia sentado no sofá e dei-lhe um beijo nos lábios

Virei costas com o intuito de me dirigir ao quarto dele, mas senti-o puxar-me com força.

- Não faz assim… - a voz dele molengou

Virou-me para si e rapidamente os seus lábios atacaram os meus. Estremeci com a força com que ele me puxava para o seu corpo. Tive vontade de me agarrar mais a ele, mais e mais, mas mais do que aquilo era impossível. Ele foi-me empurrando aos poucos e ao mesmo tempo que me beijava, até eu bater contra a lateral da ombreira da porta.
Ele enterrou a cabeça dele no meu pescoço, abocanhou-o carinhosamente. Eu sentia tanta vontade de ser dele como ele meu e estávamos a minutos de o ser, ao fim de longos e penosos quinze dias. Senti-o usar a sua força bruta para me puxar para cima, pousei então os meus braços em torno do pescoço dele e fiz força para me elevar no colo dele. Não foi preciso muito esforço pois o David fez a maior parte da força, apenas tive de entrelaçar as minhas pernas em torno do tronco dele. Procurei novamente a boca dele, ele pousou a sua mão em torno da minha cintura, impedindo-me de cair, e outra no meu rosto. Sentia o seu polegar arder sob a minha maçã do rosto, mas mantive as pálpebras fechadas e subi uma das minhas mãos para a nuca dele. De corpos colados e bocas sempre unidas acabámos por chegar ao quarto. Ele deixou-me cair sob a cama, muito lentamente. A boca dele desceu desde o meu pescoço até à minha barriga. Percorreu um trajecto recto e carinhoso com a sua língua, desde o topo dos meus seios até ao meu umbigo, que me provocou cocegas e acabei por soltar uma ou duas gargalhadas em surdina. Agarrei-lhe um punhado de caracóis obrigando-o a regressar à minha boca e roubei-lhe um beijo louco, carregado de desejo e excitação. As minhas mãos voltaram a passar pelas costas dele e dessa vez acabei por lhe despir a camisola. Continuava tão ou ainda mais perfeito como tinha partido há quinze dias atrás. Voltou a beijar-me com fulgor, cada toque seu revelava o desejo que tinha por mim e que acumulara durante aquele tempo distante. Senti as mãos dele no botão das minhas calças, puxou-as lentamente até eu ficar apenas em roupa interior debaixo do corpo dele. De pé, em frente à cama, ele esperou que eu o despisse. Sentei-me na cama, a minha cabeça ficou ao nível da barriga dele, beijei-lhe os abdominais e fui descendo até às minhas mãos pousarem no botão das suas calças, desapartei-o. De seguida as minhas mãos percorreram o fecho das suas calças puxando-o para baixo, olhei para cima e vi-o a olhar para mim muito atentamente, tentando decorar cada movimento meu. Sorri-lhe descaradamente e soltei as calças, que caíram a seus pés. Retomei as carícias à sua barriga, desde o umbigo ao pescoço e quando dei por mim estava de pé na sua frente. Agarrei-o pelos ombros e empurrei-o para a cama, caí sobre ele e entreguei-me nos seus braços. Acabámos por tirar a roupa interior que ainda nos sobrava e ficámos nus, de corpos colados e sem qualquer pudor. Por entre carinhos e beijos, ele acabou por posicionar o seu corpo e enterrou-o no meu. Entreguei-me novamente ao homem que tanto amava e atingimos o prazer máximo em simultâneo. As saudades estavam matadas ele estava ali bem do meu lado, adormeci apenas com essas certezas no meu pensamento e com o corpo dele a envolver calorosamente o meu.


***

Na manhã seguinte acordei numa cama vazia, olhei em meu redor e nem sinal dele. Levantei-me ainda meio a cambalear devido ao meu recente estado de acordada e dirigi-me à sala. Percorri todas as divisões da sala, mas ele não estava. Havia um bilhete sob a pequena mesa do hall.

“Meu amô,
Saí p’ra comprar pão fresco p’ro nosso café da manhã, me espera. Beijos, te amo! :) “

Deitei-me no sofá, mas o toque do meu telemóvel impediu-me de voltar a adormecer, era a Débora.

- Bom dia, feiosa! – cumprimentei alegremente

- Bom dia, amor… - a voz dela estava estranha e para mim, que já a conhecia tão bem, foi o bastante para perceber que algo não estava bem

- Aconteceu alguma coisa, amor? A tua voz está estranha… - acomodei-me no sofá disposta a ouvi-la

- Ó Dri, tu ainda não viste pois não? – fiquei confusa, não percebi ao que ela se referia

- Não vi o quê?

- Ó amor, não te quero alarmar, mas saíste numa revista… - congelei, já podia imaginar que pelo tom de voz dela e a calma com que tentou passar-me a notícia, coisa boa não era

- O que é que esses gajos disseram sobre mim e o David agora? – um sentimento de revolta percorria todo o meu corpo

- Não foi bem sobre ti e sobre o David… Foi com o Diogo… - o sangue que me corria nas veias gelou, aquilo não podia estar a acontecer

- O quê? – aquilo era de tal forma absurdo, que julguei ter ouvido mal

- Publicaram fotos vossas, muito próximos na festa do Sasha em Portimão. Fazem capa, “Bombástica Adriana, namorada do craque benfiquista, arrebata corações a sul”
Ouvi alguém por a chave à porta nesse exacto momento, era David.

- Amor, o David chegou, depois ligo-te, sim?

- Tudo bem, até depois… Beijos!

- Beijos! – desliguei e antes que pudesse dizer o que fosse ele gritou pelo meu nome de forma furiosa

- ADRIANA! – a voz dele ecoou pela casa toda e depressa ele invadiu a sala

- Que foi, amor? Estás a gritar assim porquê? – ergui-me do sofá e pus-me na sua frente

- O que é isso? – ele atirou uma revista com força para cima da mesinha em frente ao sofá

Olhei para a capa e depressa me reconheci naquela noite, mas as fotos mostravam coisas que não tinham acontecido, mostravam uma mensagem errada do que realmente se passara com Diogo.

- Uma revista… - respondi fazendo-me de desentendida

- Me explica o que é isso? É que a única explicação que eu encontro é que tou vendo mal… Que essa não é você! – vi que ele estava chateado e acho que dizer isso era pouco

Apenas apanhei a revista da mesa, olhei a capa e só isso me revoltou. Era uma imagem minha e do Diogo muito próximos na festa, do momento em que ele falara comigo e se aproximara quando eu o mandei afastar-se. Ao abrir a revista e ao folhear as páginas, o sentimento de revolta só piorou.

“Bombástica Adriana, namorada do craque benfiquista, arrebata corações a sul” – podia ler em letras gordas no topo das duas páginas
E mais fotos minhas e do Diogo, quando me foi levar a mim e á Débora ao hotel, mas curiosamente (ou não), ela não aparecia em nenhuma delas, apenas publicaram aquilo que lhes convinha para distorcer a história.

“A namorada do craque benfiquista, David Luiz, flagrada há quinze dias a despedir-se do jovem no aeroporto na partida do plantel encarnado para os Estados Unidos, rumou a sul onde passou umas animadas férias na companhia da sua melhor amiga. A jovem de quase 18 anos, cujo namoro com o brasileiro apenas se confirmou há quinze dias atrás no aeroporto num momento captado pelas objectivas, passou os últimos quinze dias em Portimão onde entre sol e muita animação, se divertiu e deu claramente nas vistas. Foi vista em vários espaços In voga da cidade algarvia sempre na companhia da sua amiga Débora. A bela morena foi bastante discreta na sua estadia porém, essa foi quebrada quando no último dia em solo algarvio, se mostrou claramente animada no Sasha Summer Sessions. A bela morena arrastou-se pelo areal numa indumentária muito elegante e tipicamente da época que não deixou nenhum dos presentes indiferentes à beleza da jovem. E um dos presentes que lhe caiu aos pés foi um jovem que também já deu cartas na música, Diogo Amaral, que segundo fontes próximas do casal foi “a grande paixão de Adriana durante três anos, namoraram alguns meses, mas a relação nunca vingou devido à falta de maturidade de Diogo. Apesar de recente relação dela com David, o Diogo nunca a escondeu e a cumplicidade entre ambos ainda é muita” revelou uma fonte próxima de ambos. Certo é que Adriana mantém uma relação de seis meses com o craque benfiquista, mas as imagens falam por si. Estará encontrado um novo triângulo amoroso?”

Achei ridículo tudo aquilo que li naquelas páginas.

- Isto não tem pés nem cabeça, David! – fechei a revista e atirei-a para o sofá

- Não? Essas imagens, meu Deus! – ele jogou as mãos à cabeça e começou a andar de um lado para o outro

- Estas imagens passam a ideia errada! É verdade que ele se tentou aproximar de mim, mas não aconteceu nada, nada de nada! Eu sei o que quero e sou fiel ao que sinto! – afirmei sem sequer deixar que a minha voz treme-se

- Não? Ele tá colado em você! Só faltou foto se beijando! – ironizou gesticulando com as mãos e aquelas palavras magoaram-me

- Olha, David, nem digas mais nada! Pensava que confiavas e mim, que percebias que é a ti que
eu amo!

- Com imagens dessas fica impossível confiar em você! – ele elevou-me a voz e senti as lágrimas molharem-me o rosto, se havia coisa que eu não suportava era falta de confiança

Não disse mais nada, avancei pelo quarto dentro e vesti-me com uma rapidez que não me era de todo familiar. Arrumei ás poucas coisas que tinha trazido para aqueles dias em casa de David na minha mochila de costas.

- Onde cê vai? – ele entrou no quarto e olhava-me desesperado

- Embora… és assim tão parvo que não percebes?

- Não faz isso… Vamo falar!

- Já disseste tudo, David! – vesti o casaco e coloquei a mochila às costas – Estão aqui as chaves que o porteiro me deu! – atirei-as para cima da cama

- Obrigada pela noite! Boa sorte para o jogo de amanhã! – desejei e saí porta fora

Sai do prédio, desci três ruas e quando me senti finalmente em segurança, entreguei-me ao choro.

18 comentários:

Nii'i ♥ disse...

O capitulo está optimo adriana maria.

eu fiquei KO, o diogo voltou a estragar tudo --'

Quero mais e rapidinho e nem vale a pena reclamares ýa? :b

Beijinhos, gosto muito de ti piquinina (A)

Mila disse...

Aí se pudesse estrangulava o Diogo... de certeza que foi ele que armou tudo.

Continua, quero mais

Bjs

ElsaNeves disse...

Como sempre uma grande capitulo!!!
Mas aquele Diogo tinha de arranjar problemas... Já se estava a ver, que fantasmas.... :)
Muito bom, adoro a tua fic.
Quero mais...

Beijinhos

DiiDii disse...

Este capiitulO esta' demaiis!! =D

A discrissãO, tudo!!! =D

COntiinua... POsta rapiidO... Shiim?? =D

BjnhOs
GOstO muiitO de tii e das nOssas cOnversas.. ;)

AnOcas disse...

Capítulo LINDOO +.+ ... mas que raiva, aquele diogo tinha de estragar tudo grrr ... Fico à espera pelo próximo Dri :D
Beijinhos :b

entreamigas disse...

Amei o reencontro dos dois, foi lindo e a descrição está simplesmente fantástica... adoro msm a tua escrita...
Só não gostei deste final?? Mas tinhas msm de os separar??

Bjs linda, gosto mt de ti **

Clara

Bianca. disse...

Eu não sei se é impressão minha mas este capítulo está qualquer coisa assim de extraordinário!! Eu amei completamente! Tu escreves tão mas tão bem... :D
Olha o texto de revista está espectacular...A descrição "daquele" momento está perfeito, tipo WOOWW...Está tudo tão perfeitinho e bonitinho xD
Eu amo a tua escrita!! *.*
Continua, Princesa
Beijãoo (L)

Elsa disse...

Hum.... adorei... aí vem coisa ó se vem :P

Será que esta discussão é o que estou a pensar??

Linda continua... está cada vez melhor!!

Bjs

Anónimo disse...

Parabéns... tens uma escrita que prende os teus leitores!!!

Continua

Ana disse...

excelente... eles nao se podem chatear...

quero mais...

continua...

entreamigas disse...

Adriana Maria, podes-me dizer por favor onde é o balcão de reclamações?! É só porque eu quero reclamar deste final...

Então os moços estão separados 15 dias e quando se reencontram têm que se chatear?! Quer dizer... Que raio de final... Quero as pazes rapidinho!

Gosto muito de ti querida!

Beijinhos

Guigui

sofiarc disse...

Malditas revistas :O
E eu a pensar que a história do Diogo ia acalmar por uns tempos... Parece que me enganei xD
Aiii, adorei o capítulo *.* (apesar do final)
Está lindo, lindo, lindo!
Quero mais :b
Beijinho*

Fabi disse...

Que lindo Dri! :)
Escreves cada vez melhor, parabéns :) !*

Joana #14 disse...

Adoro... Mas, posta mais, sim?

Beijocas

monik disse...

Amei!!!!
Maravilhoso!!!!
Quando postas????
Posta rapido.
Estou viciada na tua fic!!!!
Bjs
Monica

Anónimo disse...

está um espectáculo!!!! continua com o bom trabalho!

monik disse...

Publica rapido!!!!
Todos os dias vou ao pc ver se ja postatse!
bjs

Matiee disse...

Tu tens sempre que estragar o momento a pôr revistas pelo meio ? .-.

Mas com revistas ou sem revistas, ADORO, ADORO, ADORO! *.*
TÁ SEMPRE LINDO MEU AMÔ! :)

Te amo (L)

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