sexta-feira, 1 de abril de 2011

Capítulo 106 - O tempo leva tudo menos a saudade (Parte II)

Dedicado à Elsa, que hoje faz anos. Parabéns! :D
***

Cheguei a casa e o David ligou-me horas depois, queria apenas ouvir a voz dele e ter a certeza de que estava bem.


- Olá, amor… - atendi calmamente


- Oi, amô! - Como estás? Fizeste boa viagem?


- Calma, eu tou bem, a viagem foi longa, mas eu estou óptimo! – ele tentou acalmar-me, mas era impossível, sempre que ele estava longe o meu coração ficava apertadinho


- Como é que é isso aí? Já conheceste os teus colegas? – sorri nervosa por ele


- Conheci alguns e estou dividindo quarto com o Ramires e o Luisão! – senti-o sorrir por pelo menos ter alguém conhecido por perto, estava então em porto seguro


- Ainda bem, amor! Manda-lhes beijinhos meus depois…


- Eu mando… E você, como está?


- Estou bem… - tentei sorrir, mas sem saber porquê os meus lábios não desenharam a minha vontade


De repente um sentimento estranho consumiu-me, sentia que estava á beira de perder qualquer coisa, de perder alguém… Alguém que me era muito especial, eu sentia-o! Era como se um vazio me consumisse à priori, tremi levemente e os pêlos dos meus braços ficaram eriçados. Alguma coisa estava para acontecer, eu sentia-o…


- Tem certeza? Sua voz está estranha, meio sumida… - o David conhecia-me apenas pelo meu tom de voz e ele tinha razão, aquele momento tinha-me deixado tudo menos bem


- Tenho pois, estou óptima! Isto deve ser só saudade!


- Logo, logo, eu tou aí do seu lado, gata!


- Eu vou esperar, quando chegares vou-te buscar ao aeroporto, sim? – tentei sorrir, mas mais uma vez os meus lábios não acederam ao meu pedido


- Que bom, vou correr pra te abraçar, amô! – o entusiasmo na sua voz era notável


- Podes correr, à vontade, vou-te dar um beijão do tamanho do mundo, vou matar todas as saudades! – disse imaginando o momento, o que me aqueceu momentaneamente o coração irrequieto


- Nossa, essa eu vou cobrar amô, viu? – ele riu-se e eu fi-lo também


- Não precisas de cobrar porque eu vou dar na mesma…!


- Melhor ainda! Amô… Vou ter que ir, vamo dar uma volta pelo centro de estágio!


- Vai lá, amor… Aproveita bem o momento, tu mereces! – e finalmente consegui sorrir de orgulho dele, mas aquela maldita sensação não desaparecia


- Vou aproveitar sim… Não me esquece, tá?


- Nunca, amor, nunca! Amo-te! – declarei calmamente


- Eu também, garota, muito! Qualquer coisa me liga, sim?


- Ligo, claro que ligo! Fica bem, beijo, amo-te!


- Também te amo, muleca, mais do que tudo nessa vida! – sorri genuinamente e por segundos aquela tumultuosa sensação desapareceu, mas somente até eu desligar a chamada com David


Olhei em meu redor, estava sozinha em casa, a Bianca tinha ido passar uns dias a casa do Salvio, senti-me só. Como há muito tempo não me sentia, pelo menos desde que estava com David e nada me entristeceu mais do que essa sensação.

Queria tê-lo ali e a minha vontade era ligar para ele no segundo seguinte, dizer-lhe que não estava bem, que sentia que algo ia acontecer e que o queria ali comigo, mas os meus pensamentos foram interrompidos pelo tocar do meu telemóvel, era a minha mãe.


- Olá, mãe! – engoli as lágrimas que queriam escorrer-me pelo rosto sem eu saber muito bem porquê


- Olá, filha… - a voz dela saiu fraca, meio rouca, como se tivesse estado a chorar


- Ei, mãe… Que vozinha é essa, está tudo bem? – automaticamente o meu coração bombeou mais fortemente e parou durante breves segundos


- Oh amor… Tens de vir ter ao hospital da Luz, o avô deu entrada no hospital, sentiu-se mal… - eu senti imediatamente que havia mais alguma coisa que a minha mãe não me estava a dizer


- Mãe, o que é que aconteceu? A mãe está a esconder-me alguma coisa… Eu sei! – pedi desesperada já com as primeiras lágrimas a quererem cair


- Amor, o avô não está bem e quer ver-te…


- Mãe, mas o avô está… - tive medo que ela me estivesse a ocultar a sua morte e tremi só de pensar nessa possibilidade


- Sim, está vivo, amor… Ele só se sentiu mal, mas quer ver-te…


- Então eu vou já para aí! Dê-me quinze minutos!


- Tudo bem, filha… Mas vem com calma, sim? – a preocupação na voz dela fez-me compreender que algo grave se estava a passar, eu só não sabia o quê, mas algo era


- Sim, não se preocupe! Até já, amo-a! – disse já correndo para apanhar as minhas coisas


- Eu também… - as últimas palavras proferidas pela minha mãe antes de desligar a chamada já foram embaladas pela doce melodia de um choro sincero


Apanhei as minhas chaves de casa, o meu telemóvel, a minha mala e o meu casaco, e corri para o hospital envolta no medo de perder um dos homens da minha vida.

***


Quando lá cheguei deparei-me com um cenário avassalador e só aí, e acho que só aí tive noção da dimensão da gravidade do assunto.

Estavam os meus pais na sala, os meus tios, os meus primos, a minha avó que chorava muito abatida, o Ruben e os seus pais. Olhei com estranheza, Ruben só estava presente nestes momentos quando era necessário dar-me força e se ele ali estava era porque eu iria precisar dela.


- Mãe? – a minha voz soluçou levemente


Quando a minha mãe me olhou vi-lhe o sofrimento nos olhos, algo não estava bem e aparentemente eu era a única que não sabia o quê.


- Oh filha… - a minha mãe tentou falar, eu tentei ouvi-la, mas era não conseguiu proferir o discurso


- Deixe tia, nós falamos com ela… - interveio o Ruben puxando a sua mãe pela mão


Afastaram-me até ao corredor de acesso aos quartos, estava vazio, tanto como a minha alma. Sentia-me completamente á deriva, ali sem David, em território desconhecido e temível, apesar de rodeada de pessoas que me amavam. Pousei as minhas coisas no chão e encarei o Ruben e a Tia Bela.


- Algum de vocês me vai dizer o que o aconteceu? – perguntei tentando manter-me calma


- Adriana, primeiro promete-me que vais manter a calma, por favor… - pediu o Ruben pousando a sua mão carinhosamente no meu ombro


- Ruben, não vou prometer nada até saber o que se passou com o meu avô! – afirmei já amedrontada, mas nem isso me impediu de ser firme nas palavras


- Filho, calma… Eu falo com ela! – a tia Bela assumiu o controlo da situação


- Tia Bela, o que raio se está a passar? Porque é que não dizem de uma vez? – eu estava a desesperar e as primeiras lágrimas começaram a inundar as minhas faces rosadas


- Calma, meu doce… - ela afagou-me o cabelo carinhosamente – Ouve, o teu avô já não estava bem, tu já sabias que o cancro tinha voltado certo?


- Sim… A minha mãe contou-me, foi em princípios de Agosto que o médico diagnosticou isso, mas sim… - eu já temia o pior, já sabia o que a mãe de Ruben me ia dizer, mas eu só ia acreditar ouvindo


- Pois bem… Ele sentiu-se mal, ele lutou tanto quando pôde, mas os médicos fizeram exames e o teu avô entrou em fase terminal… - a voz da tia falhou ao proferir as últimas palavras e o meu coração parou ao mesmo tempo que o meu corpo congelou


Foi aquela a confirmação que eu precisava, o meu corpo sofreu um enorme abalo e as lágrimas que tinham parado de cair de repente começaram a escorrer novamente.


- Não, deve haver algum erro, só pode! – tentei convencer-me de que aquilo não passava de um engano, mas essa falsa possibilidade só me matava ainda mais por dentro


Olhei para os dois e os meus olhos imploravam que eles me dissessem o que eu queria e precisava ouvir, ainda que fosse mentira, só para eu me sentir melhor, só para doer menos.


- Lamento, Adriana… - o Ruben olhou-me misericordioso e eu senti-me desmoronar naquele momento


- Não, não pode ser… - gesticulei negativamente com a cabeça e só senti os braços de Ruben envolverem-me calmamente


Cerrei os olhos e entreguei o sofrimento nos braços de um dos que mais me amava, ele afagou-me o cabelo e eu acabei por perder a noção de quanto tempo estive assim.

Depois de me ter acalmado e assimilado toda a informação, soltei-me do abraço de Ruben e a tia Bela já não estava mais.


- Vais ter de ser forte miúda… - ele enxugou-me os restos de lágrimas que ainda humedeciam a minha cara num recanto ou outro


Eu sabia que ele me pedia isso porque sabia que a hora da morte do meu avô estava perto, eu não estava preparada, mas não havia maneira de o evitar.


- Eu não consigo… - sussurrei sem forças - Consegues, claro que consegues! Tens-me a mim contigo e eu vou ligar ao David, ele pede dispensa e regressa para ao pé de ti – disse num sorriso muito carinhoso e calmo, que já lhe era super característico


- Nada disso! Não ligues ao David! Não quero atrapalhar o sonho dele, eu fico bem sem ele… - tentei convencer-me a mim mesma disso, quando na verdade sabia que era tudo menos verdade


- Oh Adriana, a mim não me enganas… - Ruben, se avisas o David, nunca mais te falo!


- Adriana, ele não te vai perdoar senão estiver do teu lado numa altura tão difícil como esta! É o sonho dele sim, mas ele ama-te e nada na vida dele é mais importante do que ver-te bem e feliz!


- Ruben, não há nada que ele possa fazer e se me queres ver feliz é deixá-lo lá a viver o sonho dele para me encher de orgulho! – declarei mais calma e mais certa de que isso era verdade, apesar de eu saber que iria precisar dele – Além disso, dentro de 4 dias ele está de volta!


- Tudo bem… Tu é que sabes, mas pelo menos conta-lhe que o teu avô está no hospital…


- Não, Ruben! Até parece que não conheces o David… Ele enfiava-se no primeiro avião para Portugal, nada disso! Eu vou esperar que ele volte e conto-lhe…


O Ruben olhou-me com uma expressão que lhe adivinhei facilmente, ele temia que quando ele chegasse já fosse tarde demais.


- Ruben, eu sei o que faço, promete que não contas ao David!


- Tudo bem, eu prometo… Mas depois não digas que não te avisei, ele vai ficar magoado por saber que não lhe contaste…


- Tudo bem! Isso depois eu resolvo com ele!


- Tu é que sabes, miúda! O melhor por ti, já sabes!


- Obrigada, Ru! – abracei-o com força, ele era o meu único conforto ali


***


Nos quatro dias que se seguiram eu acabei por mal conseguir ver o meu avô, a família era grande e o máximo que eu conseguia estar no quarto nunca eram mais de cinco minutos, mas sempre que o fazia, fazia-o sozinha.


- Então, avô, sente-se melhor? – perguntei num sorriso segurando a sua mão


O meu avô sempre fora um homem charmoso apesar dos seus setenta anos. Um senhor bem-posto, meio calvo, de cabelos lisos curtos e grisalhos, o rosto ainda com traços joviais e muito poucos vincos. Tinha um sorriso delicioso e uma vivacidade alucinante apesar da velhice. Mas como ele dizia “ser velho não é um mal, é um estatuto”, e ele orgulhava-se da idade que tinha e apesar daquela idade ensinara muita coisa aos netos. Mas eu sempre fui a menina dos seus olhos, fui a única neta que ele ajudou a criar bem de perto, que viu crescer, gatinhar, andar, ter o primeiro dentinho, a neta que ensinou a tocar piano e os seus melhores ensinamentos, os mais antigos e mais sábios.


- Sim, estou melhor, minha querida… Não devias preocupar-te tanto! – disse-me com um sorriso leve, mas ele estava mais em baixo naquele dia


- Claro que preocupo avô… Afinal é meu avô, se eu não me preocupar consigo quem o fará? – disse num tom de brincadeira


- Tens razão, minha pequena… Tens razão! – ele bateu levemente com a sua mão livre na minha que segurava a outra dele com muito carinho e cuidado


- Vai ver que em menos de uns tempos o avô está fora daqui, lá na sua casinha a tratar dos animais! – eu sabia que era mentira, mas não podia dizer ao meu avô que sabia que ia morrer, até porque ele desconhecia a gravidade do seu caso


- Oh meu amor, eu tenho dúvidas… Muitas dúvidas, eu nem ao meu dia de anos chegarei! – o meu avô estava a um mês de comemorar o seu aniversário


- Não diga isso, avô! Claro que vai, fazer os seus 71 anos, cheio de orgulho, sim? – beijei-lhe a mão


- Diz-me uma coisa… Quando é que vais buscar o David?


- Amanhã, avô… Ele chega de manhã cedo… - disse num breve sorriso


- Vocês estão bem, não estão? – perguntou visivelmente preocupado


- Estamos avô, claro que estamos… - sorri levemente ao relembrar o meu amor


- Ainda bem… Sabes? – ele colocou um ar muito sério e assertivo – Eu gosto muito daquele rapaz, ele faz-te bem, faz-te feliz!


- Faz, meu avô, lá isso faz… - sorri levemente e ele também


- Sabes como eu gostava de te puder ver casar com ele? Teres filhos dele? Ele é um bom rapaz e sabes o que é que me faz gostar tanto dele? É que quando vejo os olhos dele postos em ti, tenho a certeza, mas a certeza de que ele te ama e de que isso nunca mudará!


- Não sei, mas espero bem que o avô tenha razão!


- Promete-me que não te vais separar do David e vais ser feliz!


- Prometo, claro que prometo! – sorri levemente e o meu coração tremeu


- Quero muito ver-te feliz e sei que o David vai cuidar muito bem de ti, meu amor! – lembro-me do sorriso doce que o meu avô esboçou


- Quando me vir no altar do lado dele logo me diz! – pisquei-lhe o olho em jeito de brincadeira


- Oh minha filha, não lá chegarei… Mas folgo em saber que casarão, fazem um belo casal, não ligues ao que as tuas primas dizem da vossa diferença de alturas! Aquilo é ciúme! – rimo-nos baixinho – Tenho saudades do rapaz!


- Oh avô, ele chega amanhã de manhã e à tarde eu trago-o cá para o ver! – sorri levemente em jeito de promessa


- Oh minha neta, e eu lá sei se chegarei até amanhã! – disse calmamente, ele sempre tivera esse hábito de falar muito naturalmente da morte e nunca a temer, apesar da sua vontade de viver ser muita


- Oh avô, nem diga essas coi… - não consegui acabar de falar pois o meu avô começou a revirar os olhos e a máquina dos batimentos a apitar continuamente – Avô! Avô! – o desespero percorreu o meu corpo quando ele ainda de olhos abertos não me respondia


Corri na direcção do botão vermelho do lado da cama do hospital e continuei a abaná-lo.

A minha mão pousou sobre o coração dele e senti-o bater muito fraquinho, quase imperceptível, tremi de medo e senti bem no fundo de mim, na parte mais pura da minha alma que a hora dele tinha chegado. Os meus olhos derramaram algumas lágrimas e os médicos entraram de rompante pela sala a dentro. Começaram os movimentos de reanimação e devo dizer que não existe experiência mais traumatizante do que assistir a um momento desses quando um ente que nos é querido está envolvido.


- É melhor sair… - aconselhou uma enfermeira mais idosa


- Não, deixe-me ficar… Eu quero ficar! – não tirei os olhos na cama onde o meu avô era reanimado, mas as lágrimas continuavam a correr silenciosamente


Era um sofrimento impiedoso aquele, a cada descarga eléctrica uma nova esperança de ver os batimentos dele no monitor, mas nada!


- Carregar a 400! Afastem-se! – o médico bombeou novamente uma descarga e o corpo inanimado do meu avô deu um leve salto da cama


Entrei em desespero, queria ajudar, mas não havia nada que eu pudesse ou soubesse fazer. Levei as mãos à cara e o meu choro intensificou-se.


- Salvem-no, por favor! – pediu num gesto egoísta sabendo que ele ficaria a sofrer se sobrevivesse


O médico repetiu a carga e uma linha continua e recta percorreu o monitor.


- Hora da morte: 12h34m – declarou a médica bonita de olhos azuis e cabelos loiros


Caí em mim, não havia nada a fazer, o mau presságio estava completo e a tragédia estava consumada. Os médicos afastaram-se e eu aproximei-me levemente. Ele ainda tinha os olhos abertos e eu fiz sinal à enfermeira para que os fechasse. Toquei-lhe, ainda estava quente, a sua pele estava macia, como se ainda estivesse vivo, mas quando lhe toquei no peito não senti nada. Não havia mais nenhum bater, era como se do seu lado esquerdo do tronco não houvesse nada, estivesse oca. E de repente aquele coração que me amava parara de bater, numa questão de segundos. Mas o meu ainda batia tão lentamente, tão calmo e seguro e ainda amando tanto um dos homens da minha vida.

As lágrimas eram uma constante, mas mantinha-me silenciosa, eu sabia que o meu avô não gostava de dramatismos, nem tão pouco de despedidas. O “adeus” era uma palavra que nunca constara no seu dicionário. Inclinei-me sobre o seu corpo, a minha mão agarrou a dele já sem forças.


- Até sempre, avozinho… - sussurrei beijando-lhe a testa ao mesmo tempo que cerrei as pálpebras para deixar as lágrimas caírem dos meus olhos que já ardiam


E foi assim, na leve e doce carícia de um beijo arrastado pela brisa de um vento medonho da vida, que no leito da sua morte me despedi do meu avôzinho, um dos homens da minha vida e lhe abri caminho para a sua partida, e talvez quem sabe, um dia nos encontraríamos, aqui… Lá… Onde? Sei lá! Mas eu sabia… Que de um jeito ou de outro, aqui ou noutro lugar qualquer, ele jamais me abandonaria.

24 comentários:

paula. disse...

ai amor t.t

está lindo, lindo!

amo-te, anjinho, para sempre <3

renataz*.* disse...

amei :)

fizeste-me chorar drii foi lindo mesmo

Adoro a maneira como descreves tudo, a tua escrita é mesmo fantástica.

Sabes, isto que tu descreves-te está prestes a acontecer na minha vida, mas com a minha avó, por isso identifiquei-me de certa forma com a adriana.
Amei mesmo ;)

beijinho.

Sóh Isabel disse...

Lindo LIndo Lindoooo!

Anónimo disse...

está simplesmente perfeito , continua , tens um ENORME talento adriana !
conseguis-te por-me a chorar , o que não é nada fácil , muitos , muitos parabéns !
sigo a tua história desde o inicio e cada capitulo é melhor do que o anterior , mas este é sem duvida o melhor que tens até hoje .
continua ;)
beijinho

entreamigas disse...

Dri, gostava de fazer um comentário fantástico e maravilhoso a este capítulo, como mereces, mas mt sinceramente não consigo. Este capítulo está simplesmente fantástico. Fantástico de tão forte, tão real e tão bonito que está.
Dizer que tens um talento enorme é pouco, porque tu tens algo bem maior que isso.
Parabéns minha linda, por seres tão grandiosa.

Beijinhos

Guigui

Ana Sousa disse...

Estou a chorar :/
A tua escrita faz-me voar para a realidade da minha vida.. Também ja me aconteceu uma coisa parecida. Com a minha avó, a mulher da minha vida...
Está lindo Adriana! Acredita no talento e jeito que tens :')
Beijinhos
A'S

Elsa disse...

Dri, nem sei o que falar ou melhor escrever... por mil e uma palavra que poderia aqui deixar nenhuma delas chegaria para conseguir transmitir-te o que senti ao ler o capítulo.

De tudo o que já li teu (e tenho a dizer que já foram diversos textos, sim que estou a falar dos textos e não propriamente da FIC) pensava que não conseguirias surpreender ainda mais, eis que chego aqui hoje e ao ler fiquei literalmente de boca aberta, conseguiste passar o sentimento de perda de forma tão real que vi-me a presenciar a cena como se de realidade se tratasse!

Já por diversas vezes falei que a forma como escreves transmite-me algo que simplesmente não consigo explicar por palavras, pois é algo que sinto verdadeiramente, é algo único!

Como a Guigui falou em talento enorme é pouco mesmo, mas mim é um DOM algo que simplesmente nasceu contigo e que ao longo dos anos tens vindo a conseguir trabalhar e melhorar!!

Miúda, isto tudo para dizer-te que não podes, não deves e nunca te permites a ti própria deixares de escrever... independentemente de quem ler gostar ou não. Tens algo único e que ainda te vai levar longe... Explora ao máximo, que daqui a uns aninhos (talvez nem tanto) ainda vou dar comigo a comprar algum livro teu :P Sim estou a falar a sério!!!

Adoro-te e sabes disso :D

Continua... quero mais, simplesmente não consigo deixar de pedir!

Beijinhos desta doida que além de adorar-te, admira-te pela pessoa que és e por tudo o que consegues!!

sofiarc disse...

God! Eu não acredito que estou mesmo a chorar :o
Já pensaste em escrever um livro? Se não pensaste, devias pensar, Dri! :D

Uma palavra, para descrever este capítulo: Fabuloso!

Beijinho*

Anónimo disse...

Este capítulo está sem dúvida super perfeito. Tens uma capacidade incrível para descrever os momentos da vida, sejam bons ou maus, com mais tristeza ou alegria. quando lemos os teus capítulos, sentimos que esta história é real...

Continua sempre assim, espalharás o nome de Portugal pelo mundo.

Bruna Migueis

ElsaNeves disse...

Dri:
Comecei logo por ficar emocionada com a dedicatória, ter um capitulo teu para mim é muito bom ;) muito obrigada.
Depois um capitulo destes... eu já sabia que ia ser de uma morte, mas não estava nada à espera disto.
Eu ainda estou a chorar, é mesmo bom, brutal.
Estou completamente arrepiada.
Acho que já te disse tudo o que é possivel sobre a tua fantástica escrita mas este capitulo é de ficar sem palavras.
Muito obrigada, obrigada de coração.
Beijinhos minha querida.

Ana Novo disse...

Naão existem palavras para descrever o que senti...
A menina Dri fez-me chorar, e recordar também uma perda ...

Está lindo, perfeito...
Beijinho

RitaLeonor :)

Mary disse...

Foi capítulo mais bonito e triste também que já li!
Está tão lindo!
Eu sei o que é ver um ente querido a ser reanimado A`nossa frente praticamente e é mesmo horrível! Está mesmo muito bom o capítulo.
não sei bem o que dizer, mas os sentimentos que estão descritos fazem-me lembrar muito a minha bisavó. Mesmo muito.
Beijinhos!

Diana Ferreira disse...

acho que nao existe palavras para descrever o que o capítulo em si transmite. eu adoro todos os teus capítulos, mas este é especial, nao por ser um grande capítulo como todos os outros, mas porque falaste sobre uma pessoa que para todos nós é muito especial, e confesso que fiquei um bocado sentida afinal nunca conheci o meu avô e gostava de sentir essa sensaçao. :/
mas tu és fantástica a escrever, peço-te e acho que nao sou a unica a pedir, continua a escrever e a dar estas alegrias aos teus fãs porque é uma delicia ler cada capitulo teu!

parabéns e estou à espera do proximo! ;)
beijinhos linda**

monik disse...

Amei este capitulo.
Tou sem palavras para o descrever.
Simplesmente adorei.
Fico a espera do próximo...
Bjs

Anónimo disse...

Fizeste-me chorar.. A tua descrição de tudo fez-me recordar tambem essa sensação, o medo de perder quem gostamos muito, é triste e doloroso, mas temos de aceitar e seguir em frente.
Obrigada por este capítulo, foi muito lindo!!!
Beijinhos :)

Ritááá disse...

Está Fantástico! Fez-me recordar uma pessoa que também perdi, por isso emocionei-me ao ler!
Continua, escreves muito bem!
Se quiseres dá um saltinho à minha fic: http://romanceinesperado.blogspot.com
Beijinhos
Ritááá xD

Daisy Tavarez disse...

Fiquei sem palavras, sem reacção e de lágrimas nos olhos...

Sorrisinhos disse...

Por momentos senti a perda da minha avó.
Adoro a tua escrita e identifiquei-me imenso com este capítulo. Porque no lugar da Adriana eu morria junto com o meu avô. :$

Continua *

Unknown disse...

OLÁ...
será que me podes dizer como se chama aquela música que tinhas anterior no blog? á cerca de uma semana??

Lindo Claro...

mais uma vez sem palavras..
=)

Anónimo disse...

Olá, mais uma vez nem sei o que dizer sobre o capitulo. Está simplesmente maravilhoso, fanfastico! Continua :)

Já agora como se chama a musica que que toca no teu blog?

Bianca. disse...

ÓH MEU DEUS!!
Eu nem tenho palavras, fiquei literalmente de boca aberta a ler este capítulo! Está excelente, perfeito, excelente e perfeito! :O
Eu ameii, Adriana! E não tenho dúvidas nenhumas quando digo que tens talento e que és um génio da escrita! E falo verdade!
AMEI!!
Parabéns, Princesa!!
Beijo Grande!! <3<3
Te amoo

Cinefreak disse...

Bem, fizeste-me chorar e lembrar-me de uma perda bastante significativa na minha vida há tão pouco tempo! Acho qe está maravilhoso como todos os capitulos que publicaste até agora, tens imenso jeito para a escrita e acho que devias apostar nisso como uma possivel profissão!
Beijinhos

A Vida De Uma Adolescente disse...

ÓH MARIA!!! Quando fores ao msn avisa-me que eu tenho que falar contigo!!!
Obrigada pelo apoio, pimpolha!
Beijinho LY (L)

Anónimo disse...

Está fantastico, nao tenho palavras para descrever o quanto gosto de ler o que escreves...

Uma pequena curiosidade:
Há 3 razões para se ser BENFIQUISTA :
Razão Natural: Nascemos porque a nossa mãe deu a Luz não deu ao dragão nem a Alvalade ; Razão Bíblica: Há uma passagem na bíblia que diz. "Dominarei os leões e os dragões e no céu voarei sobre as asas de uma águia. Razão Teológica: Jesus Cristo Encarnou não azulou nem esverdeou.
BENFICA ♥
Beijinhos Bia**

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