terça-feira, 12 de abril de 2011

Capítulo 106 - O tempo leva tudo menos a saudade... (Parte V)

Vesti-me de negro, o David acompanhou-me na indumentária e seguimos no carro dele para a capela mortuária, ainda me aguardava uma missa longa e que só iria tornar a hora mais longa e desesperante.




O discurso do padre não me emocionou nem um pouco, era um bloco de gelo que ali estava! No lugar do meu coração não havia mais nada senão uma pedra, uma enorme e fria pedra. Deus tinha-me castigado roubando-me a pessoa que mais amava e eu estava magoada, diria mesmo chateada com ele e não havia outra maneira de agir. A missa chegou ao fim… Era altura da família se despedir. Foi o momento mais arrepiante que alguma vez vivi em toda a minha vida. A nossa família, avó, pai, mãe, tios, tias, primos e primas, reunimo-nos todos em torno do caixão, abraçados formando um circulo e chorámos a sua morte, era a nossa despedida, o nosso “Adeus”. O David entrou nesse círculo, ele era também já parte da minha família. No fim todos se aproximaram ordenadamente para se despedirem individualmente. Fui a última da fila, o David estava do meu lado, como sempre estivera naqueles dois últimos dias. Olhou para mim e incentivou-me a avançar, mas os meus pés não descolaram do chão, especialmente porque todos me olhavam.


- Não consigo, David… - disse sufocada pelas lágrimas, olhando-o no rosto


- Consegue, amô… Eu tou bem aqui do seu lado! – olhei para o caixão, novamente para David que me deu um último olhar de incentivo e depois de novo para o caixão


Finalmente avancei, nem sei bem como, nem onde arranjei forças, mas avancei. As minhas mãos descobriram o rosto do meu avô coberto pelo pequeno pano de seda branca bordado de trocados delicados. Assim que o vi, morto na minha frente, as lágrimas fluíram e embateram na sua pele dura e gélida. Não havia qualquer movimento de respiração, os seus olhos estavam fechados, era o meu avô tal qual o tinha conhecido, mas parecia apenas profundamente adormecido. Esbocei um leve sorriso que foi imediatamente cortado por novas e fluentes lágrimas. Abri o seu casaco levemente e no bolso interior esquerdo, bem junto ao seu peito, que ao tocar apercebi-me estar estagnado no tempo, sem qualquer batimento, coloquei a minha carta de despedida na esperança de que apesar de não a poder ler, de alguma maneira lhe tomasse conhecimento do conteúdo. Acariciei-o na face e os meus órgãos vitais gelaram ao sentir a temperatura baixa do corpo dele, estava mesmo morto… E era tão dura essa realidade! A minha cabeça tombou sobre o seu peito, chorei durante breves minutos e ainda rezei por ouvir qualquer batimento que fosse daquele coraçãozinho, mas nada… Apenas o silêncio e o eterno vazio de uma despedida. Ergui a cabeça, os meus lábios colaram-se à sua bochecha e cerrei as pálpebras de onde as lágrimas teimavam escorrer sem cessar.


- Eu amo-o… Até já… - sussurrei por entre o choro ao ouvido de quem já não me podia ouvir


- Desculpe, mas está na hora… - informou o Senhor da funerária aproximando-se de mim


- Mais um minuto, por favor… - implorei


Entrei em desespero ao aperceber-me que seria a última vez que via e tocava o meu avô, ainda que morto.


- Vai ter mesmo de ser, menina… - pediu-me o senhor


- Por favor… - implorei num choro descontrolado sem largar o meu avô


- Adriana… Por favô, vamo, amô… - o David agarrou-me pela cintura e pediu-me calmamente isso


- David… É o meu avô! – disse tentando que alguém compreendesse o meu desespero


- Eu sei, amô… Mas chegou a hora… - ele disse aquilo de forma calma e serena, com o máximo cuidado possível para não me magoar


Só assim acedi ao pedido que me era feito, toquei a ponta dos meus dedos com os lábios e toquei uma última vez no rosto do meu avô, afastando-me. O David tomou-me nos seus braços e não me deixou assistir ao momento de selagem do caixão. Calmamente, puxando-me pela mão tirou-me dali e levou-me para o carro. Transportaram o caixão até ao carro funerário e o David seguiu-o até ao cemitério. Aquela seria sem dúvida a parte pior… Tiraram o caixão do carro, o padre proferiu mais algumas palavras e quando iam abrir o caixão pela última vez uma chuva torrencial fez-se cair. Olhei imediatamente para a minha mãe como que implorando que não abrissem o caixão.


- David, não deixes… Não quero que o meu avô apanhe chuva! – implorei em choro


- Calma, amô… Eles não vão abrir, eu não vou deixar… - prometeu ao mesmo tempo que me apertava mais contra si, na tentativa de que me molhasse o menos possível


- Não abram… - pediu a minha avó chorando, era uma questão de respeito ao corpo do meu avô


Os senhores atenderam ao pedido dela e abriram o gavetão onde o caixão iria ficar. Não era aquilo que eu tinha imaginado para a última morada do meu avô, mas enterrar as pessoas na terra, estava a ser proibido em maior parte dos cemitérios devido à falta de vagas. Fechei os olhos no momento em que enfiaram o caixão dentro do gavetão, o David apertou-me mais contra si, enterrando a cabeça na minha nuca e senti as suas lágrimas escorrerem pelas minhas costas abaixo. Ele estava a sofrer tanto como eu por me ver assim… O gavetão foi selado, não iria ser mais aberto, depositámos junto dele as inúmeras coroas de flores. A bandeira de Portugal que cobria o caixão, devido ao facto do meu avô ter pertencido às forças militares, foi recolhida e entregue à viúva pelo comandante da ordem onde o meu avô pertencera. Um outro militar atirou dois tiros ao ar e bateram continência junto à campa, a chuva cessou então. Foi totalmente arrepiante e emocionante! A pedido do meu pai todos começaram a abandonar a zona onde o meu avô tinha sido sepultado, apenas eu me quis aproximar.


- Não faz isso, amô… - pediu o David assim que me viu tomar o caminho nessa direcção


Aproximei-me na mesma, coloquei-me de cóqueras e toquei a lápida fria e negra. Era assim que estava a minha alma negra, escura e coberta de uma enorme nuvem de frieza e dor.


- Amô, vem… Cê só tá se machucando mais desse jeito… - o David colocou-se de cóqueras do meu lado e tocou-me no braço


Olhei-o pelo menos uma vez com as lágrimas nos olhos, não queria deixar o meu avô ali, mas tinha de ser, não havia retorno, era aquela a sua última morada.


- Amô… Por favô! Sou eu que tou pedindo… - ele colou os seus lábios à minha orelha direita e a sua voz soou embargada pelas lágrimas que lhe corriam pelo seu rosto


Ele levantou-se, estendeu uma das suas mãos e esperou que eu a tomasse. Assim acabei por fazê-lo, ainda que contra minha vontade e sabendo que ali deixava metade do meu coração. Caminhei com o braço do David em torno dos meus ombros até ao portão do cemitério, mas o nosso percurso foi travado por uma voz que me era estranhamente familiar.


- Adriana…


Olhei para trás e vi Diogo, todo vestido de negro, num ar calmo e pacífico, eu compreendi que ele vinha em paz desta vez. Pedi permissão a David com o olhar e aproximei-me.


- Lamento, lamento muito… - disse-me assim que me juntei a ele


- Eu sei, obrigada… - respondi educadamente


- Era um senhor o teu avô! – o Diogo conhecera bem o meu avô, apesar deste não gostar nada dele devido ao que ele me fizera


- Sim, era um senhor! – afirmei orgulhosa


- Ele vai sempre orgulhar-se de ti… Tu sabes disso!


- Sim, eu sei… Ele disse-mo e não duvido sequer!


- Ainda bem… - ele sorriu-me levemente, mas não consegui corresponder sabendo que tinha David impaciente e nervoso, aguardando por mim e com medo de me perder para Diogo


- Eu vou indo senão te importas… - respondi educadamente


- Sim, vai… Deves estar a precisar de descansar! Se precisares de alguma coisa liga, manda mensagem, é só avisares…


- Obrigada, mas creio que não será preciso! Fico bem, Diogo! E obrigada por teres vindo!


- Não tens que agradecer! – trocámos um breve sorriso sem qualquer sentimento, pelo menos da minha parte e regressei para junto de David que imediatamente me acolheu em seus braços


- Algum problema? – perguntou David visivelmente nervoso


- Não, ele veio em paz… - respondi impávida e serena


- Graças a Deus, é o que todo o mundo aqui tá precisando… De paz!


Já fora do portão fui tomada nos braços de Débora, de Paula que fizera questão de estar presente mais o Roberto, da Brenda e do Luisão que trouxeram a minha pequena afilhada Sofia e o Ruben que veio com Inês. Foi um período longo, sofrido, em que me rendi nos braços de todos os presentes, mas a verdadeira rendição chegaria mais tarde, em casa, nos braços do homem que amava…



***



- Amô, come qualquer coisinha, sim? – estávamos os dois sentados à mesa, um prato cheio na minha frente, mas nada entrava, nada queria entrar


- Não tenho fome, amor… - torci o nariz ao prato e coloquei os talheres em posição de já ter findado a refeição, quando na verdade ainda nem a tinha começado


- Tá assim tão ruim meu macarrão? – perguntou numa expressão triste e eu acariciei-o no rosto


- Nada disso, amor… Está bom, mas eu é que não tenho muita fome, desculpa…


- Oh amô, cê tem de comer! – pela sua expressão abatida era fácil compreender que ele estava visivelmente preocupado


- Eu sei, mas não entra nada… Vai ser pior se eu empurrar, sem querer comer!


- Tudo bem, não vou obrigar você… - levantei-me e coloquei o prato em cima da bancada da minha cozinha – Amor, desde que chegaste ainda não foste a casa…


- Não se preocupa com isso, ainda tenho roupa aí da viagem…


- Mas devias ir, não podes ficar aqui para sempre a tomar conta de mim, tens a tua vida, as tuas prioridades… - falei calmamente ao entrar novamente na sala


- Posso, é claro que eu posso… - falou clara e calmamente – Minha prioridade é você, amô!


- Não, tens a tua vida para além destas quatro paredes e de mim! – afirmei muito convicta


- Me deixa, amô… Tou pedindo, me deixa ficar e tomar conta de você, não me manda embora… - implorou no seu jeito de menino e com os olhos já manchados de vermelho denunciando novas lágrimas


- Não te ia mandar embora, amor… - tentei sorrir levemente e colei o meu corpo ao dele – Não ia… Claro, que eu não ia…


A minha face enterrou-se no pescoço dele, e os meus lábios percorreram com beijos toda a sua pele perfumada, com o maior dos carinhos e doçura.


- Oh meu Deus… Essa é minha Adriana, essa doçura… - a voz dele arrastou-se e quando alcancei a visão do seu rosto, vi o mais belo sorriso esboçado por aquela boca linda


- É? – perguntei num sorriso louco


- É… Essa sua doçura toda… É minha menininha… - ele apertou-me mais contra si e encheu-me de beijinhos no rosto


- Então toma conta da tua menininha… Por favor… - pedi com as lágrimas nos olhos – Preciso muito de ti…


- Vem, eu cuido de você… - as mãos quentes dele uniram-se às minhas e muito calmamente, num compasso calmo ditado pelos nossos corações caminhámos juntos até ao quarto


Sentei-me na cama, sentia-me morta, completamente a desmoronar, mas tê-lo do meu lado, ainda me dava forçar, para erguer a cabeça e seguir em frente.


- Vamo’ vestir seu pijama, amô!


Ele pousou as minhas coisas junto de mim na cama e muito pacientemente e com todo o carinho do mundo, como já tinha demonstrado naqueles últimos dias, colocou-se na minha frente esperando que erguesse os braços para me despir. Assim o fiz, ergui-os no ar e num movimento rápido, mas nem por isso menos cuidadoso, ele despiu-me a camisola. Logo de seguida, inclinou-se sobre o meu corpo até alcançar o fecho do soutien e desapertou-o, deixando-me semi-nua na sua frente, completamente despojada para ele, o homem que eu amava. Vestiu-me uma t-shirt larga, que pelo cheiro identifiquei rapidamente como sendo dele.


- Levanta um pouquinho, amô… - pediu num sussurro meigo e eu obedeci


As mãos dele percorreram delicadamente os meus quadris e fizeram as minhas calças deslizar até ao chão, acabei por me livrar delas. As mãos dele fizeram o percurso inverso e subiram pelas minhas ancas acima, com um enorme desejo, podia ler no seu toque que esse o consumia totalmente. A minha boca colou-se à dele e senti-o estremecer na surpresa do beijo. As minhas mãos procuraram a camisola dele e muito facilmente a despiram, para novamente as nossas bocas e línguas se fundirem.


- Amô, a gente não tem de… - a voz sempre doce e preocupada dele fez-se ouvir


- Eu quero, amor… - sussurrei ofegante de encontro aos lábios dele


Na carícia leve de um beijo, senti as mãos dele enterrarem-se dentro da sua t-shirt que cobria o meu corpo, e acariciarem-me o peito. Gemi baixinho nos lábios dele, mas ainda assim as nossas línguas uniram-se. Do meu peito, as suas mãos viajaram até às minhas costas, percorreram a minha espinha de cima abaixo e repousaram nos meus glúteos. Tremi que nem uma criança pequena, assustada por um berro, nos braços dele. Não sabia muito bem porquê, mas eu e David namorávamos há oito meses, e ele ainda conseguia mexer comigo como se fosse a primeira vez que me beijasse, a primeira vez que me tocasse… As minhas mãos desceram até ao fecho das calças de David e desapertaram-no assim como ao botão. Num gesto trapalhão, mas completamente enternecedor, ele descalçou-se aos saltinhos fazendo um esforço por manter as nossas bocas unidas, apesar de usar as duas mãos para se livrar dos ténis. Rimo-nos levemente da situação e beijámo-nos mais uma vez. A minha mão enterrou-se no bolso traseiro das suas calças e sacou da sua carteira. Numa divisória pequenina, encontrei um preservativo e tirei-o segurando-o entre os dentes. Atirei a carteira para o chão do quarto e despi-lhe as calças que aterraram direitinhas nos seus pés. Ele desviou os cabelos do meu rosto e eu tirei a bolsinha do preservativo dos dentes, jogando-a sobre a cama. As grandes mãos dele, sempre numa temperatura exageradamente alta, despiram-me a camisola deixando-me novamente exposta para o homem que amava. Ele sorriu, não foi um sorriso depravado, de quem procura meramente prazer. Foi um sorriso terno, genuíno, de alguém que ama e anseia por ser amado. Senti o corpo dele colar-se ao meu e fazer-me cair sobre a cama. A minha língua procurou a dele, mesmo sem as nossas bocas estarem unidas e as minhas mãos viajaram até à linha abaixo da cintura de David, acariciei-o e da parte dele apenas obtive gemidos em surdina. Percebi claramente pela sua intensidade que ele se estava a controlar, em cada gesto seu adivinhava uma nova expressão de carinho e em cada carícia uma nova tentativa de me amar, na calmaria de cada batimento lento dos nossos corações. Senti-o finalmente excitado e despi-lhe os boxers. Ele fez exactamente o mesmo e ainda com o meu corpo debaixo do seu, fez os seus polegares deslizarem pelos meus quadris, livrando-se da única peça de roupa que ainda impedia a união dos nossos corpos. Estremeci quando finalmente vi que estávamos despidos um para o outro e completamente preparados para uma nova noite de entrega mútua e incessante. Dei uma pequena reviravolta ficando sobre o corpo dele e sentei-me nas suas coxas. Procurei o preservativo por entre os lençóis enrodilhados e ao fim de alguns segundos finalmente encontrei-o. Abri-o devagarinho ao mesmo tempo que acariciava cuidadosamente David e ele gemia deliciado. Coloquei-lho lentamente, com muito cuidado para não o magoar, mas com muita adrenalina para o provocar.


- Cê me deixa louco… - disse em timbre de gemido ao mesmo tempo que inclinava a sua cabeça levemente para trás e mordia o lábio inferior


Quando terminei de o colocar, senti uns braços quentes envolverem-me e puxarem-me de volta para os lençóis, ele tinha novamente o controlo. Abri as pernas devagarinho e sem ser preciso qualquer pedido ou concessão ele entrou em mim. Num ritmo lento, mas intenso, naquela noite o David tocou cada recanto de mim, o mais escondido, o mais intimo, e a partir desse momento, o mais seu. Tocou-me o coração, mas mais do que isso, entrou no mais profundo de mim: tocou-me a alma. Teimou em manter um ritmo calmo, doce, mas ambos os corpos pediam mais e nós queríamos mais, mas eu sabia… Sabia tão bem, que ele se estava a controlar. As minhas pernas encolheram-se levemente, cruzaram-se nas costas dele e puxaram-no mais para mim. As minhas mãos ganharam vida própria e percorreram cada traço das suas costas e tronco perfeitamente esculpido pelas horas de treino.


- Mais, David… Quero mais… - sussurrei baixinho no ouvido dele


- Não quero magoar você… - falou num tom calmo, parando de unir os nossos corpos, mas permanecendo dentro de mim


- Não magoas… Podes acelerar… - confessei num sorriso, tentando tranquilizá-lo


Eu estava frágil pela morte do meu avô, era verdade, mas mais do que nunca, precisava sentir-me amada. E depois daqueles dias de sufoco e das provas de David, de que estaria do meu lado, nos piores e nos melhores momentos, eu precisava ter a certeza de mais do que os nossos corações, também as nossas almas estavam unidas para sempre. Assim que lhe dei consentimento para tal, senti-o entrar em mim com mais força e mais rápido, não me magoou e deu-me uma sensação de protecção indescritível. Nem que procurasse por cem palavras, mil eufemismos e dez mil charadas eu conseguiria descrever o quanto ele me fez sentir amada e protegida nessa noite. A minha respiração acelerou juntamente com a dele e com os gemidos que abandonaram os nossos lábios. O ritmo não parou de aumentar e só culminou quando nos braços um do outro, gememos o nome de ambos e atingimos o máximo prazer. Senti-o pulsar dentro de mim e sorri-lhe de forma terna e carinhosa.


- Eu amo-te… - sussurrei ainda ofegante


- Eu também te amo, meu anjo… Muito… - disse num sorriso e roubou-me um beijo longo e muito, muito doce...

18 comentários:

paula. disse...

Que lindo, amor, que lindo! :'D

Continua a escrever, minha princesa! Deixas-me louca.

Amo-te muito! <3

entreamigas disse...

Linda, já me fizeste sorrir, já me puseste triste, já me fizeste rir às gargalhadas, mas hoje conseguiste por me a chorar (e olha que normalmente eu sou um bloco de gelo). Adorei este cap, principalmente porque já vivi tb uma situação parecida e sei bem o turbilhão de sentimentos que se apoderam de nós, e o que é certo, é que consegues transmitir-nos parte disso.

Não me canso de te dar os parabéns, és um verdadeiro talento minha querida!

Beijinhos

Guigui (e claro, quero mais!)

Anónimo disse...

Como sempre está fantástico!

escreves mesmo bem!

Continua assim!!

Beijinhos <3

ElsaNeves disse...

Dri:
Eu ia para ir dormir, mas depois de ler este capitulo foi-me impossivel não deixar já comentário.
Eu sinto um turbilhão de sentimentos que nem sei o que te dizer, mas quero escrever algo porque foi magnifico o que acabei de ler.
O funeral foi tocante, cada palavra é verdadeira, o sentimento transmitido completamente real, mais uma vez foi impossivel não chorar.
Mas o que me deixou sem palavras foi a perfeição da cena de amor, é mesmo amor. Perfeito.
Tenho de te dizer que como amo o que escreves não já fico surpreendida com a beleza do que escreves, mas hoje fui completamente surpreendida.
Beijo grande.

Anónimo disse...

Gostei, gostei muito.
Sei k nao tenho comentado, mas continuo a ler sempre :D

Tambem ja li a nova ... promete ... parabens ás duas.

Já ando para te perguntar à algum tempo mas depois esqueço-me, porque é k esta fic tem este nome? Nao percebo bem o significado do titulo em relaçao ao conteudo.

Continua com o bom trabalho.

Beijinhos
Nini

Matiee disse...

oh meu amô *.*
eu disse que ia amar *.*

está algo de estrondoso :)
Te amo amô (L)

Ana disse...

maravilhoso...

quero mais...

continua...

Daisy Tavarez disse...

está fenomenal, vivi muito este capitulo
Parabéns e continua Dri
bjin*_*

Ana Sousa disse...

Lindo Lindo Lindo !
Já te disse que Amoo :D
Escreves Lindamente rapariga *.*
Quero maiis sim?
Continua e nunca desistas :D
Beijinhos
Ana Sousa*

Diana Pereira disse...

Impossível não chorar :$
Amo a fic *-*

Anónimo disse...

olaaa

Lindooo :d


Escreves tão bem :d


continua :d


beijinhos

Annie

monik disse...

Amei
Esta um maximo, continua para sempre.
Bjs

Anónimo disse...

lindo kero mais

Elsa disse...

Linda o que falar disto!! está fantástico mais uma vez.

tens de facto um talento enorme que sabes aproveitar e trabalhar da melhor forma!

continua assim!!

Beijocas :D

Matiee disse...

os teus capítulos estão sempre lindões *.*
estes últimos têm-me feito chorar *.*

tenho um enorme orgulho em ti, a sério!
agradeço-te por tudo (refiro-me às últimas conversas, têm sido muito importantes para mim)!

Te amo muitãoo, meu amô <3

Anónimo disse...

Olá :)

É fantástico as voltas que a vida dá, até à 2 meses nem sequer sabia o que uma Fanfiction era, mas agora sou uma fã das Fanfiction, completamente viciada :D

Confesso que a comecei a ler porque admiro muito a grande pessoa que o David Luiz é, embora seja Portista e bem Portista, mas agora reparo que o único propósito, pelo qual venho cá todos os dias, é a magnífica história que escreves!

Desde que comecei a ler a tua Fiction penso para mim mesma 'Este está muito bom, devia comentar', a verdade é que nunca o fiz! Até que hoje o meu único pensamento ao ler este capítulo foi 'OK, é hoje! Vou comentar!'... Assumo que me fizeste chorar, o que não é nada fácil, demasiadas vezes o orgulho guarda-me as lágrimas, mas tu conseguiste derrubar todas as barreiras que tenho!

E pronto aqui estou eu, como tantas outras raparigas, para te dizer que tens um talento imenso e acredita que digo isto de coração :)

É a 1ª vez que comento uma Fanfiction das que leio, e são 22 adicionadas ao meus Favoritos, portanto acho que provo que gosto mesmo da tua história!

Espero, muito sinceramente, que nunca abandones este teu talento porque é enorme!**

Bianca. disse...

Num palavra resume-se isto tudo :
PERFEIÇÃO :D
AMEIIII !!
Beijão <3<3

Biia disse...

Diz-se que não existe a perfeição.
Isso é porque não te conhecem, ou pelo menos o que escreves.
Eu não sou muito agarrada aos livros, na verdade eu detesto ler. xD

Mas nao sei como nem porquê decidi começar ler a tua fic, e a verdade é que graças á tua maneira de escrever eu apaixonei-me por esta história, e decidi começar a dedicar parte do meu tempo livre a ler...

Adoro a forma como consegues "tocar" as pessoas, consegues produzir sentimentos muito fortes nas pessoas da maneira como escreves.

Nunca chorei a ler... mas tu conseguiste por-me a chorar, por mais que eu escreva para dizer que tens um talento imenso, nem que escreve-se uma página, eu nao conseguia explicar como a tua história está perfeita!

Só te peço uma coisa... nunca deixes de escrever...

Tu conseguiste que eu moda-se, e que tivesse gosto pela leitura e pela escrita...
Nao pares nunca, porque um dia destes ainda te vou ver na televisão a dares um entrevista sobre o teu primeiro livro!

Força!!


Bjs!

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