domingo, 24 de abril de 2011

Capítulo 107 - Finalmente nos 18 (Parte II)


- Que é isso, amor? – perguntei olhando para o pequeno embrulho nas mãos dele

- É sua prenda! – ela sorriu, sentou-se do meu lado na mesa e estendeu-me o pequeno embrulho, que eu não agarrei imediatamente – Aceita, amô!

- É o quê? – perguntei curiosa depois de o agarrar e agitar levemente

- Abre e vê! – ele fez um sorriso de orelha a orelha completamente delicioso

- Eu disse que não queria prendas, amor… - contrapus calmamente começando a soltar o laço

- Cê disse que não queria, mas não me proibiu de dar para você! – respondeu perspicazmente

- Oh… Não queria que tivesses gasto dinheiro, amor…

- Não se preocupa, eu que sei! – ele sorriu e acariciou-me a face direita

- És um teimosão! – disse ao mesmo tempo que abria a prenda com um sorrisão na cara

Deparei-me com uma pequena caixa preta, um pequeno fecho de mola em alumínio e umas letras douradas no tampo da mesma caixa que não consegui reconhecer como pertencendo a algo específico.

- Que é isto, amor? – perguntei olhando-o sem perceber muito bem o que era aquilo

- Abre e veja se gosta! – ele sorriu

Abri a pequena caixa e o queixo caiu-me. Uma chave pertencente a um carro, pelo símbolo um Audi, e pelo aspecto da chave, exactamente igual à do carro de David, um Q7.

- Amor, são as chaves do teu carro… - disse calmamente rindo-me

- Não, amô! São as chaves do SEU carro! – ela mostrou-me um pequeno bilhete colado no interior da tampa da caixa, onde uma pequena foto também constava.

Pela paisagem da fotografia, pude reconhecer a entrada da casa de David, mais especificamente o carvalho que sombreava o parque de estacionamento. Agarrei no pequeno bilhete para o ler.

“Lá em baixo, esperando por você, o carro dos seus sonhos! Feliz aniversário, muleca! Beijão! Eu te amo!
O seu, David!”


- Estás a gozar!? – fiquei meio aparvalhada a olhar para ele até o meu pequeno cérebro assimilar toda as informações

 – Estou a sonhar, só pode! – exclamei apalpando bem a chave na minha mão

- Não tá sonhando, não… - ele sorriu de forma serena, agarrou na minha mão e levou-me à janela da cozinha para espreitar lá para baixo

Vi então um Audi Q7, branco, igualzinho ao dele, sem tirar nem pôr, o carro dos meus sonhos, ali estacionado na frente do prédio dele, com um laço vermelho enorme no tejadilho, à minha espera.

- Aquilo é meu?! – ela olhou para ele com a boca aberta de espanto e ele limitou-se a acenar positivamente com a cabeça – Tu és louco, amor!

- Não gostou?

- Gostei! Claro que gostei! – disse rindo-me

- Vamo’ lá ver, vem! – ele puxou-me pela mão e nem tomámos o elevador, num ritmo acelerado acabámos por ir de escadas

- Amor, é lindo! – disse já na frente do carro – Mas…

- Mas o quê, amô? – senti os braços dele envolverem-me carinhosamente, por trás

- Eu não posso aceitar… É demais! É um carro, amor! É uma fortuna!

- Amô, deixa disso! Não importa o valor que dei por ele, só interessa que você gostou e era só isso que eu queria! – ele deu-me um beijo no pescoço

- Eu amei, é o carro dos meus sonhos, tu sabes… E uma coisa é andar num, outra bem diferente é conduzir um, que ainda por cima é meu! – não me consegui controlar e sorri de entusiasmo

- Então não sei o que você estava fazendo aí parada, entra nele e experimenta de uma vez! – ele incentivou, com um sorriso lindo e tão seu a delinear-lhe os lábios

- Posso? – perguntei tremendo de ansiedade

- Ele é seu, cê pode tudo! – senti os lábios dele irem de encontro à minha bochecha e o sorriso que por si só já dominava a minha cara, tornou-se principal elemento

- Entra, amor! – disse destrancando o carro e livrando-me do abraço dele

- Não, amô… Vai você! Experimenta ele, se cê regressar inteira aí eu vou! – disse rindo-se

- És tão engraçadinho, David Luiz! – dei-lhe um leve calduço – Eu passei no exame de condução com distinção, sim?

- É amô, mas nunca confiando… - ele voltou a rir-se e não resisti, ri-me com ele

- Tudo bem, então quando vires que eu vou, mas volto inteira, entras no carro e vens comigo! – fiz um jeitinho com a cabeça e um sorriso traquina surgiu no rosto de ambos

Antes de darmos por isso, já tínhamos os corpos colados, os nossos narizes encostados e as testas tocavam-se levemente. Tão rapidamente como estes se uniram, os nossos membros superiores fizeram o mesmo, as nossas mãos uniram-se às do outro de forma calma e eu fui acariciando as costas das mãos dele, com o meu polegar. Um sorrisinho lindo, mesmo igualzinho àqueles dos meninos pequenos quando fazem algum disparate, mas estão extremamente felizes, surgiu nos lábios do meu David. Eu sorri também e rocei levemente a pontinha do meu nariz na do dele.

- Cê acha que eu não vou com você, amô? – perguntou rindo-se levemente, até eu sentir a sua respiração nos meus lábios

- Tu é que disseste, olha vê lá… Se calhar é melhor não! Quero o meu namorado vivinho da Silva! – eu alinhei claramente na brincadeira dele, a cumplicidade que com o tempo havíamos desenvolvido permitia-nos isso

- Não diz bobagem, meu amô! É claro que eu vou com você, na semana passada tratei do meu seguro de vida por isso, tou safo! – ele riu-se e eu dei-lhe uma chapada na cabeça – Au amô!

- Au, ui! Á pala dessa agora não vais mesmo! – deitei-lhe a língua de fora e antes que desse conta disso ele beijou-me

As nossas línguas envolveram-se, e os braços dele que rodeavam o meu corpo forçaram-me a encostar ao carro. Pelo caminho os meus pés baralharam-se todos e ia caindo, mas os braços dele puxaram-me para cima e empurrou-me de encontro ao carro. Os meus olhos permaneceram fechados, quando os lábios dele abandonaram os meus e se dedicaram a explorar o meu pescoço e ombros.

- David… - chamei-o, sorrindo e mordendo o lábio inferior

Ele não me respondeu, continuou concentrado nas carícias ignorando completamente o sítio onde estávamos.

- Amor… Estamos na rua… - relembrei rindo-se das cócegas, que os caracóis dele provocavam no encontro com a minha pele

- E daí? Só te estou dando uns beijinhos… - no mesmo instante em que acabou de falar os seus dentes ferraram-se de forma carinhosa na carne do meu pescoço

- David, quero ir experimentar o carro! – ri-me afastando-o levemente

- Vai já já, só mais uns beijinhos no seu zucão! – pediu colando novamente os nossos corpos e logo de seguida as nossas bocas

Depois de alguns minutos de troca carícias e de beijos, uns mais longos e sentidos e outros mais curtos, mas ainda assim ternos e doces, eu estava preparada para experimentar o meu carro. O meu primeiro carro, o primeiro que eu conduzia e que podia chamar de meu. Entrei no carro, sentando-me no lugar de condutor e o David no de pendura.

- Vamos lá ver… - disse eu colocando o cinto um pouco nervosa

- Bem, vamo’ lá ver nada! Cê me garantiu que passou no teste para dirigir esse troço daqui! – disse muito aflito, o que me deu uma vontade louca de rir

- E sei, amor… Estava só a “aquecer”! – afirmei sorrindo-lhe

- Me deixa um buscar um capacete e umas cotoveleiras? – pediu numa cara de gozo, que só me apeteceu bater-lhe

- Epá ó David, estás a deixar-me mais nervosa… Se vais começar com isso sais! – refilei ao mesmo tempo que regulava o acento para conseguir chegar com os pés aos pedais

- Pronto, amô… Já calei! – ele calou-se, controlando as gargalhadas e fixou a sua atenção em mim

Tentei ignorá-lo. Ajeitei o retrovisor para que pudesse ter uma visão da traseira do carro e coloquei a chave na ignição. O meu pé pisou a embraiagem e a minha mão direita rodou a chave até ouvir o motor ligar. Ainda as minhas mãos não tinham tocado o volante e já estavam húmidas de suor, os nervos começavam a tomar conta de mim. Engatei a primeira e o meu pé foi soltando levemente a embraiagem, com o outro pressionei o acelerador, mas o carro foi abaixo. Sentia os olhos de David completamente colados em mim e o meu estômago revirou-se dos nervos, comecei a considerar que talvez não fosse boa ideia ele estar presente.

- Oh David, contigo a olhares-me assim não consigo! – refilei voltando a rodar a chave para fazer o carro pegar de novo

- Assim como? – perguntou ele enrugando a testa

- Assim, desse jeito! – apontei para a cara dele com a mão que me sobrava livre

- De que jeito, muleca?

- Assim, David! Fixamente! – barafustei sem conseguir pôr o carro a trabalhar de novo

- Amô, se acalma… Cê tá muito nervosa!

- Isso é porque estás aqui… Eu sinto a pressão! – as minhas mãos embateram levemente no volante em sinal de frustração por não estar a conseguir ligar novamente o carro

- Amô, pressão nenhuma, eu também já tive nesse lugar… Não nasci ensinado, não! Vem cá… - ela debruçou-se sobre mim, rodou a chave e o carro pegou – Viu só? Não custou nada… Vai com calma, amô!

- Obrigada… - sorri de um jeito nervoso e senti os lábios dele embaterem nos meus, de uma forma calma, serena, como que tentando acalmar-me e acabou por surtir efeito

Pisei a embraiagem, engatei novamente a primeira, e acelerei ao mesmo tempo que levemente soltei a embraiagem. O carro começou a andar, muito levemente e apenas com um pequeno toque no volante consegui fazer com que ele se virasse e saísse do seu lugar no estacionamento. Um sorriso mais calmo delineou os meus lábios e senti a mão de David na minha perna, como que felicitando-me pelo progresso.

- Conseguiu, amô! – os lábios dele tocaram de forma terna a minha face direita e mais uma vez sorri-lhe, mas sem nunca tirar os olhos da estrada

- Consegui… - disse ainda meio incrédula com o feito e metendo a segunda para acelerar – E agora vou para onde? – perguntei sem saber muito bem para onde me dirigir
- Sai por aí, amô… Não importa onde! Só para você experimentar…

- Já sei… - afirmei com uma ideia em mente

- Vamo’ onde? – perguntou curioso

- Já vês… - sorri e iniciei o caminho para Cascais

Nada me dava mais gozo do que percorrer aquele caminho com o vento a invadir a atmosfera que me envolvia. Apesar de ser Inverno, um solzinho ameno aquecia o ar frio próprio da estação em que nos encontrávamos. Coloquei os meus óculos de sol e a meio do caminho o meu telemóvel tocou dentro da mala.

- Amor, vê quem é… - pedi continuando muito atenta à estrada

- Minha mãe… - informou ele esticando o telemóvel na minha direcção

- Não posso atender no carro, mete em altifalante, amor… - disse consciente do meu estado de condutora prudente e ele riu-se discretamente

- Tá ensinadinha! – provocou e atendeu a chamada, colocando-a em alta-voz, antes que eu tivesse tempo de refilar

- Olá, minha filha… - ouvi a voz sempre doce da Dona Regina

- Olá, Dona Regina! Como estão todos aí? – perguntei sorrindo

- Bem… E vocês?

- Também!

- Tava ligando para desejar um feliz aniversário! – ouvi um entusiasmo na voz dela que me deixou feliz, incrivelmente feliz e aceite na família do David

- Obrigada, Dona Regina! – sorri virando num cruzamento

- Ainda não perdeu esse jeitinho de me chamar de Dona Regina?! – o David que estava do meu lado desmanchou-se a rir – Ué meu filho, cê tava aí e não dizia nada?

- Mãe, tenho de estar bem atento… A gentxi tá’ no carro e a mãe não pode nem imaginar quem tá conduzindo! – ele troçou de mim, rindo-se descaradamente

- Não lhe ligue, Dona Regina! Ele está numa de gozar comigo hoje e tirou a minha primeira volta no meu carro para o fazer…

- Tá dirigindo, minha filha?

- Estou, mas nunca mais o faço com o David do meu lado! Este rapaz é um melga!

- Oh meu filho, pára de azucrinar a moça, cê ama ela, mas não vive sem a provocar… Que coisa, gentxi! – foi a vez de nós os dois nos rirmos

- Oh mãe, tou de sacanagem com ela… Ela amou o meu presente!

- Amou? Ainda bem, muleque… A ver que assim cê pára de me encher o saco com tanta dúvida! - eu e a mãe dele rimo-nos, percebi claramente que ele tinha martirizado a pobre Dona Regina com as suas inseguranças

- Eu adorei, ele não a volta a chatear mais… - garanti ainda rindo-me

- Graça’ a Deus! – indagou ela do outro lado do telefone

- Vocês as duas, quando se unem contra mim… Pô! Que dupla!

- Oh coitadinho do garoto… Deixa de ser mariquinhas, ó! E tá caladinho que eu preciso falar com a tua mãe…

- Comigo minha filha?!

- Sim, consigo… Mas é uma coisa de mulheres, acha que lhe posso ligar depois?

- Claro, minha filha… Tou sempre disponível!

- Então eu ligo-lhe depois pode ser?

- Sim…

- Mande beijos a toda a gente! Estou a morrer de saudades disso aí…

- Ué, tem bom remédio, vem cá da próxima vez que o Davi’ vier!

- Irei, Dona Regina! Se até lá ele não tiver acabado comigo devido aos maus-tratos… - brinquei, e ambas nos rimos, David acabou por se juntar a nós

- Estaremos esperando você com o maior carinho do mundo! Beijos! Vos amo!

- Beijinhos! – despedi-me

- Beijo, mãe! Fiquem com Deus! – ele desligou a chamada – Que cê quer falar com minha mãe?

- Coisas minhas e dela, coisas de mulheres… Depois logo vês!

- Odeio, quando você me esconde coisas… - disse rabujento

- Não te estou a esconder nada, David… Simplesmente são assuntos que não te interessam, são coisas de mulher! – finquei sem lhe dar mais hipótese de me melgar

- Tá bom… E me diz uma coisa, onde cê vai passar o seu Natal? Falta um mês e meio, amô! – ele relembrou-me, mas eu tinha aquele facto bem assente na minha cabeça

- Eu sei que falta, e devo passá-lo onde passo sempre… Com os meus pais e a minha família na casa da minha avó!

- Pensei que ia passar o Natal comigo… Eu queria passar com você! – a sua voz soou a desilusão, mas mais do que isso, a tristeza e saudade

- Oh amor, mas eu não vou para o Brasil… E é lá que tens a tua família!

- Mas agora cê também é minha família… E eu queria você do meu lado! Vai fazer um ano nesse Natal, que a gente tava se começando a gostar… Foi tão gostoso, amô, que queria relembrar, mas agora do seu lado!

- Mas não podes ter as duas coisas… Tens de ir ao Brasil, e eu não posso sair de Portugal!

- Oh, mas aí então eu fico em Portugal com você!

- Não digas disparates, amor… Claro que não ficas! Tens mais é de ir ver a tua família! Os teus pais, a tua irmã, o Gu…

- Ah esse babaca eu vejo todo santo dia, meus pais vêm cá no meu aniversário, por isso eu posso passar cá o Natal!

- Amor, não te vou pedir que fiques em Portugal sem os teus pais…

- Ah, mas eu vou ficar, pode ter a certeza que vou! – pelo canto do olho, vi-o tomar uma expressão muito séria e decidida

- És mesmo teimoso! – refilei, e quando dei conta já estava parada novamente no lugar de onde havíamos partido – Vamos subir?

- Vamo… - ele sorriu, saiu do carro e correu para me abrir a porta

- Hum, que cavalheiro… Muitíssimo obrigada!

- Nada que agradecer, senhorita! – ele beijou-me nos lábios e eu tranquei o carro sorrindo-lhe

No elevador não resistimos a trocar mais uns beijos e juras de amor, há um ano atrás eu nunca poderia imaginar comemorar o meu décimo oitavo aniversário do lado de alguém como David e numa relação tão sólida.

- Caíste como um anjo na minha vida… - confessei com o meu narizinho encostado ao dele

- Cê que é o anjo da minha vida! Mudou tudo, virou meu mundo ponta-cabeceira! Nossa, foi bom demais te conhecer. Me deu uma fé, uma energia… Sei lá! – um sorriso louco permaneceu nos lábios dele, enquanto proferiu cada uma destas palavras

A maneira como ele falou, aquele jeitinho dele… Acertou em cheio no meu coração! Era tudo o que eu precisava ouvir, que era a fé e a energia que o movia. Limitei-me a esboçar um sorriso e roubar-lhe um beijo calmo, com um único pensamento: com ele ou não, juntos ou separados, iria amá-lo sempre, ainda que á minha maneira… em silêncio! E eu não estava muito longe de adivinhar o que se aproximava…





Obrigada a todos que lêem a fic, e pelos comentários
O vosso apoio é muito importante!
Não se esqueçam de comentar, é sempre importante
recolher opiniões!
Beijinhos
Drii ♥

20 comentários:

Bianca. disse...

Essa última frase deixou-me intrigada! Eu tenho 3 hipóteses :D
Aii mas ameiii muitoo :D
Continua!
Beijão <3

Jéssica disse...

Amei =D

Mas o que é que se vai passar??

Só espero que seja algo de muito bom, não suporto "vê-los" chateados!

Continua *

Ana disse...

fantastico...

quero mais...

continua...

Anónimo disse...

Olaaaa


ó rapariga escreves cada vez melhor :d


ameiii :d


lindo lindo lindo :d


continua


beijinhos


Annie

paula. disse...

que lindo, amorzão!
essa última frase, ui :S

e cê logo me paga, garota! não esqueci o que prometeu e não cumpriu! #´

beijo, te amo!

monik disse...

Amei
Quero mais.
Continua.
Boa Pascoa.
Bjs

entreamigas disse...

O que é que estás tu a tramar Dri Maria? Não os quero ver separados, tá? Gostei muito minha linda! E tou curiosa p saber o que é que Adriana tem para falara com a D. Regina...

Aguardo cheia de curiosidade por mais!

Beijinhos

Guigui

Mary disse...

Que lindo!
Adoro! Adoro! Adoro!
Estou ansiosa pelo próximo! Adoro mesmo o que escreves! Cada vez me surpreendes mais!
Boa Páscoa!
Beijinhos!

Jo disse...

Mais um belíssimo capítulo! Já sabes que eu adoro o que escreves, mas nunca é demais referir isso :)
Grande presente de aniversário, sem dúvida que o David é um querido e só quer o melhor para a Adriana :)
Agora fiquei bastante curiosa com o último paragrafo... aguardo pelo próximo!

Beijão*
Júca ♥

Patricia Pereira disse...

Lindo! Adorei, essa ultima frase deixou-me curiosa...

Boas Pascoa bjs

Catarina Silva disse...

Como sempre fantástico :D

Mas a menina deixou-me com a "pulga atrás da orelha" com a conversa que a Adriana vai ter com a D. Regina!

Ah e espero que a forma como terminaste o capítulo, não seja o que estou a pensar...ainda é cedo para isso LOOL Sabes que por mim não iria nunca acontecer :P

Beijocas mha linda

Adoro-te :D

Cinefreak disse...

E mais um para a colecção de maravilhosos capitulos escritos por ti :D
ouvir uma musica romantica enquanto se lê a tua fic e ainda a revê-la na nossa mente, como um filme é fantástico, 5*! Agora o qe virá daí?
beijinho

Fabi disse...

Já não comentava esta fic à algum tempo, mas nem por isso tenho perdido um capítulo!
A questão é: sempre que comento é para dizer a mesma coisa! Parabéns Dri, escreves maravilhosamente bem, não sei aquilo que pretendes seguir no futuro, mas se for qualquer coisa relacionado com as Letras, tenho a certeza que te vais sair bem! :)
A história é viciante!
Beijinhos*

Daisy Tavarez disse...

queres me matar??
Mas que fic viciante meus Deus...
AMO AMO AMO AMO
Parabéns Dri*_*

Anónimo disse...

lindo continua assim kero amis mas rapido possovel e claro kuando poderes pk hoje e o ultimo dia de ferias ke seca agora ke me estava a avitoar as ferias elas acabam bjkas

Matiee disse...

Sempre lindo, meu amô *.*
cê sabe que amo mesmo :)

Saudadxi louca* Te amo !

ElsaNeves disse...

Como sempre fantástico!!! Mas fiquei curiosa com o que vem aí.
Bem estou sempre ansiosa por um capitulo novo teu :) :) :)
Beijinhos ;)

Anónimo disse...

"(...)ainda que á minha maneira… em silêncio!", ai dri até já estou com medo (:
Não os podes por chateados, eles ficam tão fofos juntos *.*
Adorei, espero hoje ler mais um maravilhoso capitulo teu!
Beijinhos

Joana #14 disse...

Amei!!! Fantástico! Quero mais e rapidinho (de preferencia), pode ser? :)

Beijocas,
My Love 14

Anónimo disse...

Gostei do capitulo, muito bom como sempre!
200.000 visitas, parabéns!! :D
Continua!

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