- É sua prenda! – ela sorriu, sentou-se do meu lado na mesa e estendeu-me o pequeno embrulho, que eu não agarrei imediatamente – Aceita, amô!
- É o quê? – perguntei curiosa depois de o agarrar e agitar levemente
- Abre e vê! – ele fez um sorriso de orelha a orelha completamente delicioso
- Eu disse que não queria prendas, amor… - contrapus calmamente começando a soltar o laço
- Cê disse que não queria, mas não me proibiu de dar para você! – respondeu perspicazmente
- Oh… Não queria que tivesses gasto dinheiro, amor…
- Não se preocupa, eu que sei! – ele sorriu e acariciou-me a face direita
- És um teimosão! – disse ao mesmo tempo que abria a prenda com um sorrisão na cara
Deparei-me com uma pequena caixa preta, um pequeno fecho de mola em alumínio e umas letras douradas no tampo da mesma caixa que não consegui reconhecer como pertencendo a algo específico.
- Que é isto, amor? – perguntei olhando-o sem perceber muito bem o que era aquilo
- Abre e veja se gosta! – ele sorriu
Abri a pequena caixa e o queixo caiu-me. Uma chave pertencente a um carro, pelo símbolo um Audi, e pelo aspecto da chave, exactamente igual à do carro de David, um Q7.
- Amor, são as chaves do teu carro… - disse calmamente rindo-me
- Não, amô! São as chaves do SEU carro! – ela mostrou-me um pequeno bilhete colado no interior da tampa da caixa, onde uma pequena foto também constava.
Pela paisagem da fotografia, pude reconhecer a entrada da casa de David, mais especificamente o carvalho que sombreava o parque de estacionamento. Agarrei no pequeno bilhete para o ler.
“Lá em baixo, esperando por você, o carro dos seus sonhos! Feliz aniversário, muleca! Beijão! Eu te amo!
O seu, David!”
- Estás a gozar!? – fiquei meio aparvalhada a olhar para ele até o meu pequeno cérebro assimilar toda as informações
– Estou a sonhar, só pode! – exclamei apalpando bem a chave na minha mão
- Não tá sonhando, não… - ele sorriu de forma serena, agarrou na minha mão e levou-me à janela da cozinha para espreitar lá para baixo
Vi então um Audi Q7, branco, igualzinho ao dele, sem tirar nem pôr, o carro dos meus sonhos, ali estacionado na frente do prédio dele, com um laço vermelho enorme no tejadilho, à minha espera.
- Aquilo é meu?! – ela olhou para ele com a boca aberta de espanto e ele limitou-se a acenar positivamente com a cabeça – Tu és louco, amor!
- Não gostou?
- Gostei! Claro que gostei! – disse rindo-me
- Vamo’ lá ver, vem! – ele puxou-me pela mão e nem tomámos o elevador, num ritmo acelerado acabámos por ir de escadas
- Amor, é lindo! – disse já na frente do carro – Mas…
- Mas o quê, amô? – senti os braços dele envolverem-me carinhosamente, por trás
- Eu não posso aceitar… É demais! É um carro, amor! É uma fortuna!
- Amô, deixa disso! Não importa o valor que dei por ele, só interessa que você gostou e era só isso que eu queria! – ele deu-me um beijo no pescoço
- Eu amei, é o carro dos meus sonhos, tu sabes… E uma coisa é andar num, outra bem diferente é conduzir um, que ainda por cima é meu! – não me consegui controlar e sorri de entusiasmo
- Então não sei o que você estava fazendo aí parada, entra nele e experimenta de uma vez! – ele incentivou, com um sorriso lindo e tão seu a delinear-lhe os lábios
- Posso? – perguntei tremendo de ansiedade
- Ele é seu, cê pode tudo! – senti os lábios dele irem de encontro à minha bochecha e o sorriso que por si só já dominava a minha cara, tornou-se principal elemento
- Entra, amor! – disse destrancando o carro e livrando-me do abraço dele
- Não, amô… Vai você! Experimenta ele, se cê regressar inteira aí eu vou! – disse rindo-se
- És tão engraçadinho, David Luiz! – dei-lhe um leve calduço – Eu passei no exame de condução com distinção, sim?
- É amô, mas nunca confiando… - ele voltou a rir-se e não resisti, ri-me com ele
- Tudo bem, então quando vires que eu vou, mas volto inteira, entras no carro e vens comigo! – fiz um jeitinho com a cabeça e um sorriso traquina surgiu no rosto de ambos
Antes de darmos por isso, já tínhamos os corpos colados, os nossos narizes encostados e as testas tocavam-se levemente. Tão rapidamente como estes se uniram, os nossos membros superiores fizeram o mesmo, as nossas mãos uniram-se às do outro de forma calma e eu fui acariciando as costas das mãos dele, com o meu polegar. Um sorrisinho lindo, mesmo igualzinho àqueles dos meninos pequenos quando fazem algum disparate, mas estão extremamente felizes, surgiu nos lábios do meu David. Eu sorri também e rocei levemente a pontinha do meu nariz na do dele.
- Cê acha que eu não vou com você, amô? – perguntou rindo-se levemente, até eu sentir a sua respiração nos meus lábios
- Tu é que disseste, olha vê lá… Se calhar é melhor não! Quero o meu namorado vivinho da Silva! – eu alinhei claramente na brincadeira dele, a cumplicidade que com o tempo havíamos desenvolvido permitia-nos isso
- Não diz bobagem, meu amô! É claro que eu vou com você, na semana passada tratei do meu seguro de vida por isso, tou safo! – ele riu-se e eu dei-lhe uma chapada na cabeça – Au amô!
- Au, ui! Á pala dessa agora não vais mesmo! – deitei-lhe a língua de fora e antes que desse conta disso ele beijou-me
As nossas línguas envolveram-se, e os braços dele que rodeavam o meu corpo forçaram-me a encostar ao carro. Pelo caminho os meus pés baralharam-se todos e ia caindo, mas os braços dele puxaram-me para cima e empurrou-me de encontro ao carro. Os meus olhos permaneceram fechados, quando os lábios dele abandonaram os meus e se dedicaram a explorar o meu pescoço e ombros.
- David… - chamei-o, sorrindo e mordendo o lábio inferior
Ele não me respondeu, continuou concentrado nas carícias ignorando completamente o sítio onde estávamos.
- Amor… Estamos na rua… - relembrei rindo-se das cócegas, que os caracóis dele provocavam no encontro com a minha pele
- E daí? Só te estou dando uns beijinhos… - no mesmo instante em que acabou de falar os seus dentes ferraram-se de forma carinhosa na carne do meu pescoço
- David, quero ir experimentar o carro! – ri-me afastando-o levemente
- Vai já já, só mais uns beijinhos no seu zucão! – pediu colando novamente os nossos corpos e logo de seguida as nossas bocas
Depois de alguns minutos de troca carícias e de beijos, uns mais longos e sentidos e outros mais curtos, mas ainda assim ternos e doces, eu estava preparada para experimentar o meu carro. O meu primeiro carro, o primeiro que eu conduzia e que podia chamar de meu. Entrei no carro, sentando-me no lugar de condutor e o David no de pendura.
- Vamos lá ver… - disse eu colocando o cinto um pouco nervosa
- Bem, vamo’ lá ver nada! Cê me garantiu que passou no teste para dirigir esse troço daqui! – disse muito aflito, o que me deu uma vontade louca de rir
- E sei, amor… Estava só a “aquecer”! – afirmei sorrindo-lhe
- Me deixa um buscar um capacete e umas cotoveleiras? – pediu numa cara de gozo, que só me apeteceu bater-lhe
- Epá ó David, estás a deixar-me mais nervosa… Se vais começar com isso sais! – refilei ao mesmo tempo que regulava o acento para conseguir chegar com os pés aos pedais
- Pronto, amô… Já calei! – ele calou-se, controlando as gargalhadas e fixou a sua atenção em mim
Tentei ignorá-lo. Ajeitei o retrovisor para que pudesse ter uma visão da traseira do carro e coloquei a chave na ignição. O meu pé pisou a embraiagem e a minha mão direita rodou a chave até ouvir o motor ligar. Ainda as minhas mãos não tinham tocado o volante e já estavam húmidas de suor, os nervos começavam a tomar conta de mim. Engatei a primeira e o meu pé foi soltando levemente a embraiagem, com o outro pressionei o acelerador, mas o carro foi abaixo. Sentia os olhos de David completamente colados em mim e o meu estômago revirou-se dos nervos, comecei a considerar que talvez não fosse boa ideia ele estar presente.
- Oh David, contigo a olhares-me assim não consigo! – refilei voltando a rodar a chave para fazer o carro pegar de novo
- Assim como? – perguntou ele enrugando a testa
- Assim, desse jeito! – apontei para a cara dele com a mão que me sobrava livre
- De que jeito, muleca?
- Assim, David! Fixamente! – barafustei sem conseguir pôr o carro a trabalhar de novo
- Amô, se acalma… Cê tá muito nervosa!
- Isso é porque estás aqui… Eu sinto a pressão! – as minhas mãos embateram levemente no volante em sinal de frustração por não estar a conseguir ligar novamente o carro
- Amô, pressão nenhuma, eu também já tive nesse lugar… Não nasci ensinado, não! Vem cá… - ela debruçou-se sobre mim, rodou a chave e o carro pegou – Viu só? Não custou nada… Vai com calma, amô!
- Obrigada… - sorri de um jeito nervoso e senti os lábios dele embaterem nos meus, de uma forma calma, serena, como que tentando acalmar-me e acabou por surtir efeito
Pisei a embraiagem, engatei novamente a primeira, e acelerei ao mesmo tempo que levemente soltei a embraiagem. O carro começou a andar, muito levemente e apenas com um pequeno toque no volante consegui fazer com que ele se virasse e saísse do seu lugar no estacionamento. Um sorriso mais calmo delineou os meus lábios e senti a mão de David na minha perna, como que felicitando-me pelo progresso.
- Conseguiu, amô! – os lábios dele tocaram de forma terna a minha face direita e mais uma vez sorri-lhe, mas sem nunca tirar os olhos da estrada
- Consegui… - disse ainda meio incrédula com o feito e metendo a segunda para acelerar – E agora vou para onde? – perguntei sem saber muito bem para onde me dirigir
- Sai por aí, amô… Não importa onde! Só para você experimentar…
- Já sei… - afirmei com uma ideia em mente
- Vamo’ onde? – perguntou curioso
- Já vês… - sorri e iniciei o caminho para Cascais
Nada me dava mais gozo do que percorrer aquele caminho com o vento a invadir a atmosfera que me envolvia. Apesar de ser Inverno, um solzinho ameno aquecia o ar frio próprio da estação em que nos encontrávamos. Coloquei os meus óculos de sol e a meio do caminho o meu telemóvel tocou dentro da mala.
- Amor, vê quem é… - pedi continuando muito atenta à estrada
- Minha mãe… - informou ele esticando o telemóvel na minha direcção
- Não posso atender no carro, mete em altifalante, amor… - disse consciente do meu estado de condutora prudente e ele riu-se discretamente
- Tá ensinadinha! – provocou e atendeu a chamada, colocando-a em alta-voz, antes que eu tivesse tempo de refilar
- Olá, minha filha… - ouvi a voz sempre doce da Dona Regina
- Olá, Dona Regina! Como estão todos aí? – perguntei sorrindo
- Bem… E vocês?
- Também!
- Tava ligando para desejar um feliz aniversário! – ouvi um entusiasmo na voz dela que me deixou feliz, incrivelmente feliz e aceite na família do David
- Obrigada, Dona Regina! – sorri virando num cruzamento
- Ainda não perdeu esse jeitinho de me chamar de Dona Regina?! – o David que estava do meu lado desmanchou-se a rir – Ué meu filho, cê tava aí e não dizia nada?
- Mãe, tenho de estar bem atento… A gentxi tá’ no carro e a mãe não pode nem imaginar quem tá conduzindo! – ele troçou de mim, rindo-se descaradamente
- Não lhe ligue, Dona Regina! Ele está numa de gozar comigo hoje e tirou a minha primeira volta no meu carro para o fazer…
- Tá dirigindo, minha filha?
- Estou, mas nunca mais o faço com o David do meu lado! Este rapaz é um melga!
- Oh meu filho, pára de azucrinar a moça, cê ama ela, mas não vive sem a provocar… Que coisa, gentxi! – foi a vez de nós os dois nos rirmos
- Oh mãe, tou de sacanagem com ela… Ela amou o meu presente!
- Amou? Ainda bem, muleque… A ver que assim cê pára de me encher o saco com tanta dúvida! - eu e a mãe dele rimo-nos, percebi claramente que ele tinha martirizado a pobre Dona Regina com as suas inseguranças
- Eu adorei, ele não a volta a chatear mais… - garanti ainda rindo-me
- Graça’ a Deus! – indagou ela do outro lado do telefone
- Vocês as duas, quando se unem contra mim… Pô! Que dupla!
- Oh coitadinho do garoto… Deixa de ser mariquinhas, ó! E tá caladinho que eu preciso falar com a tua mãe…
- Comigo minha filha?!
- Sim, consigo… Mas é uma coisa de mulheres, acha que lhe posso ligar depois?
- Claro, minha filha… Tou sempre disponível!
- Então eu ligo-lhe depois pode ser?
- Sim…
- Mande beijos a toda a gente! Estou a morrer de saudades disso aí…
- Ué, tem bom remédio, vem cá da próxima vez que o Davi’ vier!
- Irei, Dona Regina! Se até lá ele não tiver acabado comigo devido aos maus-tratos… - brinquei, e ambas nos rimos, David acabou por se juntar a nós
- Estaremos esperando você com o maior carinho do mundo! Beijos! Vos amo!
- Beijinhos! – despedi-me
- Beijo, mãe! Fiquem com Deus! – ele desligou a chamada – Que cê quer falar com minha mãe?
- Coisas minhas e dela, coisas de mulheres… Depois logo vês!
- Odeio, quando você me esconde coisas… - disse rabujento
- Não te estou a esconder nada, David… Simplesmente são assuntos que não te interessam, são coisas de mulher! – finquei sem lhe dar mais hipótese de me melgar
- Tá bom… E me diz uma coisa, onde cê vai passar o seu Natal? Falta um mês e meio, amô! – ele relembrou-me, mas eu tinha aquele facto bem assente na minha cabeça
- Eu sei que falta, e devo passá-lo onde passo sempre… Com os meus pais e a minha família na casa da minha avó!
- Pensei que ia passar o Natal comigo… Eu queria passar com você! – a sua voz soou a desilusão, mas mais do que isso, a tristeza e saudade
- Oh amor, mas eu não vou para o Brasil… E é lá que tens a tua família!
- Mas agora cê também é minha família… E eu queria você do meu lado! Vai fazer um ano nesse Natal, que a gente tava se começando a gostar… Foi tão gostoso, amô, que queria relembrar, mas agora do seu lado!
- Mas não podes ter as duas coisas… Tens de ir ao Brasil, e eu não posso sair de Portugal!
- Oh, mas aí então eu fico em Portugal com você!
- Não digas disparates, amor… Claro que não ficas! Tens mais é de ir ver a tua família! Os teus pais, a tua irmã, o Gu…
- Ah esse babaca eu vejo todo santo dia, meus pais vêm cá no meu aniversário, por isso eu posso passar cá o Natal!
- Amor, não te vou pedir que fiques em Portugal sem os teus pais…
- Ah, mas eu vou ficar, pode ter a certeza que vou! – pelo canto do olho, vi-o tomar uma expressão muito séria e decidida
- És mesmo teimoso! – refilei, e quando dei conta já estava parada novamente no lugar de onde havíamos partido – Vamos subir?
- Vamo… - ele sorriu, saiu do carro e correu para me abrir a porta
- Hum, que cavalheiro… Muitíssimo obrigada!
- Nada que agradecer, senhorita! – ele beijou-me nos lábios e eu tranquei o carro sorrindo-lhe
No elevador não resistimos a trocar mais uns beijos e juras de amor, há um ano atrás eu nunca poderia imaginar comemorar o meu décimo oitavo aniversário do lado de alguém como David e numa relação tão sólida.
- Caíste como um anjo na minha vida… - confessei com o meu narizinho encostado ao dele
- Cê que é o anjo da minha vida! Mudou tudo, virou meu mundo ponta-cabeceira! Nossa, foi bom demais te conhecer. Me deu uma fé, uma energia… Sei lá! – um sorriso louco permaneceu nos lábios dele, enquanto proferiu cada uma destas palavras
A maneira como ele falou, aquele jeitinho dele… Acertou em cheio no meu coração! Era tudo o que eu precisava ouvir, que era a fé e a energia que o movia. Limitei-me a esboçar um sorriso e roubar-lhe um beijo calmo, com um único pensamento: com ele ou não, juntos ou separados, iria amá-lo sempre, ainda que á minha maneira… em silêncio! E eu não estava muito longe de adivinhar o que se aproximava…
Obrigada a todos que lêem a fic, e pelos comentários
O vosso apoio é muito importante!
Não se esqueçam de comentar, é sempre importante
recolher opiniões!
Beijinhos
Drii ♥

20 comentários:
Essa última frase deixou-me intrigada! Eu tenho 3 hipóteses :D
Aii mas ameiii muitoo :D
Continua!
Beijão <3
Amei =D
Mas o que é que se vai passar??
Só espero que seja algo de muito bom, não suporto "vê-los" chateados!
Continua *
fantastico...
quero mais...
continua...
Olaaaa
ó rapariga escreves cada vez melhor :d
ameiii :d
lindo lindo lindo :d
continua
beijinhos
Annie
que lindo, amorzão!
essa última frase, ui :S
e cê logo me paga, garota! não esqueci o que prometeu e não cumpriu! #´
beijo, te amo!
Amei
Quero mais.
Continua.
Boa Pascoa.
Bjs
O que é que estás tu a tramar Dri Maria? Não os quero ver separados, tá? Gostei muito minha linda! E tou curiosa p saber o que é que Adriana tem para falara com a D. Regina...
Aguardo cheia de curiosidade por mais!
Beijinhos
Guigui
Que lindo!
Adoro! Adoro! Adoro!
Estou ansiosa pelo próximo! Adoro mesmo o que escreves! Cada vez me surpreendes mais!
Boa Páscoa!
Beijinhos!
Mais um belíssimo capítulo! Já sabes que eu adoro o que escreves, mas nunca é demais referir isso :)
Grande presente de aniversário, sem dúvida que o David é um querido e só quer o melhor para a Adriana :)
Agora fiquei bastante curiosa com o último paragrafo... aguardo pelo próximo!
Beijão*
Júca ♥
Lindo! Adorei, essa ultima frase deixou-me curiosa...
Boas Pascoa bjs
Como sempre fantástico :D
Mas a menina deixou-me com a "pulga atrás da orelha" com a conversa que a Adriana vai ter com a D. Regina!
Ah e espero que a forma como terminaste o capítulo, não seja o que estou a pensar...ainda é cedo para isso LOOL Sabes que por mim não iria nunca acontecer :P
Beijocas mha linda
Adoro-te :D
E mais um para a colecção de maravilhosos capitulos escritos por ti :D
ouvir uma musica romantica enquanto se lê a tua fic e ainda a revê-la na nossa mente, como um filme é fantástico, 5*! Agora o qe virá daí?
beijinho
Já não comentava esta fic à algum tempo, mas nem por isso tenho perdido um capítulo!
A questão é: sempre que comento é para dizer a mesma coisa! Parabéns Dri, escreves maravilhosamente bem, não sei aquilo que pretendes seguir no futuro, mas se for qualquer coisa relacionado com as Letras, tenho a certeza que te vais sair bem! :)
A história é viciante!
Beijinhos*
queres me matar??
Mas que fic viciante meus Deus...
AMO AMO AMO AMO
Parabéns Dri*_*
lindo continua assim kero amis mas rapido possovel e claro kuando poderes pk hoje e o ultimo dia de ferias ke seca agora ke me estava a avitoar as ferias elas acabam bjkas
Sempre lindo, meu amô *.*
cê sabe que amo mesmo :)
Saudadxi louca* Te amo !
Como sempre fantástico!!! Mas fiquei curiosa com o que vem aí.
Bem estou sempre ansiosa por um capitulo novo teu :) :) :)
Beijinhos ;)
"(...)ainda que á minha maneira… em silêncio!", ai dri até já estou com medo (:
Não os podes por chateados, eles ficam tão fofos juntos *.*
Adorei, espero hoje ler mais um maravilhoso capitulo teu!
Beijinhos
Amei!!! Fantástico! Quero mais e rapidinho (de preferencia), pode ser? :)
Beijocas,
My Love 14
Gostei do capitulo, muito bom como sempre!
200.000 visitas, parabéns!! :D
Continua!
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