terça-feira, 5 de julho de 2011

Capítulo 110 – Amar a 628 Km de distância também é amar (Parte III)



Depois da enorme desilusão acerca da minha suposta, mas não confirmada, gravidez, o David andou em baixo, mas com algum custo consegui animá-lo e isso era extremamente necessário, pois no final da semana teria o último jogo da época… Aquele que lhe dava a hipótese de virar o campeonato e sagrar-se campeão no melhor clube do mundo. Sabia que ele estava muito nervoso, queria ao máximo minimizar esse sentimento, mas já não sabia como agir, ele parecia um piolho saltitante, que não parava quieto um segundo.

- Tens de ir, amor… - anunciei assim que vi os jogadores recolherem-se ao balneário

- Eu sei, fica torcendo por mim… - ele esboçou uma expressão triste e confusa

- Claro que fico, por ti e pelo meu grande Benfas! – ri-me levemente, para tentar fazer com que ele descontraísse, mas nem isso surtiu efeito

- Mais por mim, amô… - na união dos seus lábios esculpiu-se um beicinho perfeito

- Claro, meu amor… Mais pelo meu campeão! – dei-lhe um selinho nos lábios e sorri meigamente - Agora vai, arrasa com eles…

- Vou… Me espera no fim!

- Claro que espero, não vais a lado nenhum sem mim para comemorar! – dei-lhe um beijo calmo e apaixonado, e finalmente senti-o relaxar um pouco

- Te amo muito… - declarou baixinho, com os seus lábios ainda colados aos meus

- Eu também, muito, meu amor! Vai tudo correr bem, boa sorte! – desejei com um sorriso tranquilizador

- Obrigado, até já! – rapidamente ele desapareceu no corredor de acesso ao balneário e o meu coração ficou mais leve


***


“E Aimar, avança prá bola, finta, e passa e vai e é golo, é golo, não! Extraordinário a bola na trave, não entra! Recarga de Luisão, guarda-redes soqueia a bola, finalização para David Luiz, é agora… Não! Bola no poste mais uma vez! Este jogo não está aconselhável para cardíacos!” – relatou o comentador da rádio, provindo do pequeno aparelho do senhor que se encontrava do meu lado e das meninas nos camarotes

- O raio da bola não entra! – reclamou Paula, já extremamente enervada

- Tenham calma, vamos ter calma… - pedi ao mesmo tempo que enchia os meus pulmões de ar para logo de seguida o expelir

“E VAI VAI VAI, RUBEN AMORIM… É GOLOOOOOOO! GOLOOOOOO DO BENFICA!” – de repente a rádio deu sinal ao mesmo tempo que uma ovação se iniciou no estádio

A partir daí foi como o comentador disse “foi um saque dos antigos”, foram golos e golos sucessivos, que agitaram os corações dos adeptos encarnados. O marcador fechou 7-2, bastante inesperado tendo em conta que era o jogo que decidia o campeonato e apesar de David não ter marcado nenhum, esteve envolvido em 4 das jogadas que deram golo e procurou sempre fazê-lo, mas infelizmente o sucesso não alinhou do lado dele naquela noite.
Aquele estádio entrou em delírio, jogadores corriam pelo campo, mandavam beijos, abraçavam-se, erguiam a taça entre inúmeras palhaçadas, mas foi o gesto de David aquele que mais me impressionou. Assim que o apito final se deu, ajoelhou-se no campo, ergueu as mãos para o céu e rezou… Era de esperar que ele o fizesse, mas nunca pensei que seria feito sem antes uma comemoração de euforia. Sem dúvida tinha um homem excelente do meu lado, afinal que tipo de pessoa num momento de glória e conquista se lembrava de agradecer, sem antes bater no peito e dizer “Eu sou o maior… Ganhei!”. Muito poucas, na melhor das hipóteses nenhuma… Nenhuma sem ser o meu doce David. Assim que os jogadores recolheram aos balneários, eu e as meninas apressámo-nos a sair na direcção da sala dos jogadores e familiares, mas fui surpreendida por um retrato deprimente.

- Era mesmo isto que precisávamos! – congratulou-se Luís Filipe Vieira apertando a mão do empresário de David

- As hipóteses vão aumentar! – acrescentou Rui Costa

- Sim, vai ser muito bom pra ele! – finalizou o empresário

Senti uma revolta enorme, o clube acabara de se sagrar campeão e eles já estavam preocupados com a venda de um dos jogadores que tinha contribuído em larga escala para aquela vitória.

- Adriana, minha filha, não vem? – a voz da Dona Regina puxou-me para a realidade

- Claro, estou a ir, estou a ir… - respondi descontraidamente e dei uma pequena corrida para os alcançar

Quando chegámos à sala, ainda só haviam amigos e familiares, caras bastantes conhecidas pelo menos para mim que era presença habitual por aqueles lados, mas assim que a porta se abriu para os primeiros jogadores passarem, entrou tudo em euforia.

- Amô! – a voz de David rompeu o ar e um sorriso luminoso foi a primeira coisa que vi, quando olhei seu rosto

- Parabéns! – felicitei-o e senti os seus braços envolverem-me, até ficar com os pés fora do chão

- Te amo, te amo! – ele foi repetindo vezes sem conta o mesmo, enquanto me dava beijos por todo o rosto e pescoço

- Eu também! – rematei com um beijo longo e vagaroso, que acabou por marcar um momento só nosso

A sala agitou-se, pois os outros jogadores deram entrada e eu acabei por perder-me no meio daquela gente toda. Fui caminhando até à porta de saída e deixei David lá no meio com os pais.

- Se fosse a ti não fazia isso… - uma voz surgiu atrás de mim, assim que coloquei a mão na maçaneta

- Ai, que susto, Ruben! – dei um leve pulinho

- Desculpa, não te queria assustar…

- Não faz mal, parabéns! – abracei-o com força e fiz um enorme esforço para sorrir, pois por dentro sentia-me totalmente esmagada

- Obrigado, pequenina! – ele deu-me um beijinho na testa – Esses olhos, tens de disfarçar melhor, percebe-se… - revelou ao observá-los, pois estavam a um pequeno passo de ficarem rasos

- Não te preocupes! – passei os dedos sobre as pálpebras e sorri

- Não vais ficar para as comemorações? – questionou vendo novamente a minha mão pousada no manípulo e foi o bastante para as lágrimas que até então controlara, me invadirem os olhos turvando-os – Então, que se passa?

- Nada, eu é que sou uma parva… Vou-me embora, mas divirtam-se e aproveitem a festa!

- Vais embora sem lhe dizer nada? – o olhar dele recaiu sobre David que tirava fotos com os pais e a taça na mão

- Vou, é melhor assim… Ao menos não tenho de dar justificações, que sei que não posso dar…

- Se de facto se confirmar, ele vai acabar por saber…

- Eu sei disso, mas se souber, nunca será por mim, Ruben!

- Ele vai ficar magoado se te fores embora assim sem sequer avisar ou despedir…

- Não te preocupes, depois eu falo com ele e digo que não estava muito bem… Portem-se bem, meninos!

- Então e não nos portamos sempre? – ele riu-se e forçosamente acompanhei-o

- Sim, uma coisa doida! Tenho de ir, cuidem-se e aproveitem o momento!

- Vamos aproveitar! – trocámos um último sorriso e finalmente abandonei a sala

Andei uns quantos metros, sempre mantendo a pose de forte, mas não deu mais para segurar e o choro rompeu no meu peito de forma descontrolada. Tive de entrar na primeira casa de banho que me apareceu à frente e tranquei-me num dos compartimentos. Sentada no tampo fechado da sanita, chorei silenciosamente, sem vontade de vacilar mais, sem vontade de estar mais ali e desejando que o Benfica nunca se tivesse sagrado campeão, pois isso deixava o David um passo mais perto da distância… E um passo mais longe de mim.


***


(David)

- Pera moço, falta tirar uma foto com a minha namorada… - afirmei com um sorrisão na cara, mas assim que olhei em redor não a vi

Não estava em nenhum canto daquela sala, nem num mais escondidinho. Não havia sinal seu, nem de estar falando com ninguém.

- Ué, ela tava aqui agorinha mesmo, meu filho… - confirmou a minha mãe, tão confusa quanto eu

- Manz, Manz! – chamei o Ruben e este se aproximou relaxado como sempre – Cê viu a Adriana?

- A Adriana? – notei que ele ficou ligeiramente atrapalhado

- Sim, Adriana… Baixinha, moreninha, caracóis, minha namorada, sua melhor amiga…

- Sim, eu sei quem é, ó! – ele fez uma breve pausa - Ela foi embora…

- Embora como? Embora pra onde?

- Pra casa, penso eu…

- Cê só pode ‘tar brincando! – não acreditei como ela foi capaz de me fazer uma coisa daquelas, sem me avisar e num dia tão importante como aquele

- Não, encontrei-a junto à porta…

- Não tô acredito! – uma enorme mágoa se apoderou de mim e me senti traído, me senti abandonado

- Calma, meu filho… Se calhar ela não se estava sentindo bem…

- Mas avisava, mãe! Foi embora assim…

- Oh meu filho, vai atrás dela, pode ser que ainda a apanhe na garagem…

- Sim, vou fazer isso! Venho já, já, mamãe! – dei um beijo na testa dela e saí correndo em direcção às garagens

E se antes estava magoado, quando lá cheguei, fiquei confuso e magoado. Seu carro permanecia do lado do meu, por isso só podia significar duas coisas: ou ela continuava ali, ou tinha ido embora de outro jeito. Não soube o que fazer, pra que lado me virar, ou até mesmo onde procurar ela num estádio tão grande. Segurei meu celular e marquei o número dela, mas após dois toques de espera ela rejeitou a chamada. Fiquei ainda mais magoado com sua atitude, mas de certo modo um pouco preocupado, afinal não sabia nada dela e não dava sinais de vida. Resolvi então mandar um torpedo.

“Para: Amô ♥
Amô, onde cê se enfiou? Me diz alguma coisa, por favô! Tô ficando muito preocupado!
Beijo, Te amo
Davi”

Esperei resposta e tentei ligar de novo, mas ela me recusou novamente a chamada. Tinha desistido e me encaminhava de regresso pra sala de jogadores, onde as comemorações decorriam calmamente, quando a vi cruzar a entrada das garagens. Linda como sempre, mas meio sem cor, com os olhos vermelhos e inchados de chorar, mas assim que me viu, disfarçou perfeitamente.

- Amô, onde cê se enfiou? – questionei imediatamente


***


(Adriana)

O David ligou-me enquanto eu estava trancada na casa de banho, mas eu rejeitei a chamada, pois não conseguia falar com ele naquele momento. Ele insistiu e mandou uma mensagem e fez um novo telefonema, ao qual não fui capaz de corresponder mais uma vez. Tinha de sair dali, pois não me podia confinar a uma casa de banho o resto da noite. Saí da divisória, umas raparigas de provavelmente 14 ou 15 anos, olharam-me de cima abaixo e ao ver-me ao espelho compreendi porquê. Era notório o meu estado de choro, mas ainda assim passei um pouco de água na cara e passei nova maquilhagem, na esperança de disfarçar o melhor possível. Ouvi comentários discretos por parte das pequenas raparigas, mas deixei-me ficar tranquila pois não me incomodaram em nada.

- É a namorada do David Luiz… - disse uma muito baixinho

- Não é nada, ela é mais alta…

- É ela… Tenho a certeza, apareceu na revista com ele!

- É ainda mais bonita ao vivo…

- E é muito simpática, quando no outro dia o David me deu o autógrafo, eles estavam juntos e ela foi super atenciosa!

Passei por elas para sair da casa de banho e soltei um breve sorriso, ao qual elas corresponderam. O meu trajecto a partir dali era directo ao meu carro, para puder ir-me embora o mais depressa possível. Assim que entrei na garagem dei de caras com David e tive de alterar drasticamente a minha expressão para que ele não percebesse que tinha estado a chorar, mas a tentativa foi totalmente em vão.

- Amô, onde cê se enfiou?

- Na casa de banho… - revelei aproximando-me dele

- Na casa de banho? O Ruben falou que cê tinha ido embora…

- Não, fui só à casa de banho…

- Então o que tá fazendo aqui agora? A sala de jogadores não é pra esse lado…

- Vim buscar uma coisa ao carro… - tive de mentir, pois sabia que se lhe dissesse a verdade, acabaria por o magoar mais do que queria, pois na realidade não queria magoá-lo em nada

- Uma coisa…? Cê teve chorando… - os dedos dele percorreram levemente a zona abaixo dos meus olhos

- Não, não estive…

- Esteve sim, te conheço, amô…

- São as minhas alergias…

- Alergias no Verão? – ele ergueu a sobrancelha, era óbvio que não estava convencido daquilo que ouvia o que até era normal, pois eu não estava daquilo que dizia

- Sim, estão cada vez piores… - torci o nariz, abri o carro e tirei do porta-luvas uma caixa de comprimidos

- Comprimidos?

- Sim, para as alergias! – confirmei a mentira com um sorriso e tirei um comprimido para tomar

- Não toma isso pra me enganar, que ainda vai fazer mal pra você… - respondeu imediatamente e eu tinha a plena noção de que não valia a pena enganá-lo

- Não é pra te enganar! – coloquei o comprimido na boca e engoliu-o com a ajuda de um golinho de água

- Se são só alergias, sendo assim cê sobe comigo, certo?

- Subo contigo pra onde?

- Para a sala de jogadores, claro!

- Ah… Sim, isso… Subo, subo! – respondi meio desajeitada

- Então vamo’! – ele deu-me a mão e vi-me obrigada a aguentar aquela noite de comemorações, mesmo sem querer


***

Graças a Deus consegui relaxar, esquecer o tema da venda de David e aproveitar o início de uma noite que se adivinhava muito longa. Tirei fotos com David e a taça de campeão, e outras só enquanto casal. Éramos conhecidos como o casal-careta, pois arranjávamos sempre mil e uma caras feias para pousar nas fotografias. Bebemos champanhe, cantámos, beijámo-nos e acarinhámo-nos durante largos minutos, mas chegou a hora de eles abandonarem o estádio e viajarem por Lisboa até ao Marquês, num autocarro de caixa aberta.

- Vai no Marquês, amô? Aquilo é muita confusão…

- Não te preocupes, vou só ver-vos passar e sigo para casa, estou estoirada!

- Tem cuidado, muleca! Te encontro em casa! – ele esboçou um sorriso lindo

- Sim, vou estar à tua espera… Tem juízo, ó mister caracóis! – despenteei-o todo e ele fez cara feia – Estou cheia de medo!

- Não brinca com os caracóis de um homem desse tamanhão que ele vira fera, viu garotinha?

- Sim, sim, deve ser isso! – voltei a despenteá-lo e ele parou-me com um beijo apaixonado

- Te amo… - sussurrou junto dos meus lábios

- Eu também te amo… - a minha respiração embateu nos lábios entreabertos dele – Vou andando, diverte-te!

- Você também! – demos um último beijo e cada um seguiu para seu lado

Segui com os pais do David para o Marquês no meu carro e depois de várias horas a cantar e a percorrer as ruas da cidade, finalmente vimos o autocarro passar. Não sei bem como, mas no meio daquela multidão, o meu homem viu-nos e enviou um beijo pelo ar, o que deixou todos com um sorriso no rosto. Foi nesse espírito de alegria que as comemorações da minha parte chegaram ao fim, por isso fui deixar os pais do David a casa e segui para a minha e dele. Limitei-me a tirar os sapatos, vestir um pijama leve e fresco e deitei-me na cama, adormecendo muito rapidamente.


***


A Quimera saltou pra cima da cama, super agitada e roçando o seu focinho no meu braço, mas o relógio só marcava ainda as cinco e meia da manhã.

- Quimi, vai para a tua caminha! Vai… - ordenei de olhos fechados e aconchegando-me no meu canto da cama

Ela obedeceu-me, pois pelo menos a sua presença deixou de se sentir. Voltei a entrar num sono, mas agora bem mais leve. Senti então uma presença no quarto, ouvi uns sapatos embaterem contra a parede ao fundo da cama e pelo perfume que invadiu o espaço, percebi que era o meu David. Fiquei tranquila naquele estado quase inconsciente, tendo como som ambiente, os barulhos naturais das acções do David. Senti então o lado vazio e frio da cama ser ocupado por um peso, e logo de seguida um calor envolveu-me.

- Amô… - a voz dele preambulou junto da minha orelha

- Hum… - respondi meio adormecida

- Cheguei… - sussurrou calmamente, com uma quanta certeza na voz

- Estás bem?

- Tô cansado…

- Descansa, amor… Descansa… - fechei melhor os olhos e aninhei-me na cama

- Cê também, te amo… - ela apertou-me para si e adormecemos assim, encaixados um no outro na certeza das últimas palavras que ele proferira

Os dados estavam lançados, todas as condições criadas para a partida e se se confirmasse, como seria?




Aqui vos deixo mais um capítulo, espero que gostem!
Não se esqueçam de comentar, pois é muito importante saber o vosso feedback! :)
Beijinhos
Drii

14 comentários:

Anónimo disse...

Adorei Driii! :D
Quando postas mais? Hoje? (:

Anónimo disse...

Cada vez gosto mais *.*
Obrigada por postares capítulos tão grandes e tão lindos (:
Continua ^^

paula. disse...

ahahah, é que me vou rir com os comments das pessoas no próximo cap, meu amor!

amo muito isto e amo-te muito a ti também, beijoooooooooooooooo <3<3<3

Jo disse...

Aiii Dri, já nem sei que te hei-de dizer! Capítulo, após capítulo, após capítulo me surpreendes mais e mais!
Está lindo, fantástico, aliás está maravilhoso como já nos habituaste! :)
Sabes que fico ansiosa à espera de mais! *-*
Beijão minha lindjinha <3
Juca*

Anónimo disse...

Estava mto bom msm......
Estou bastante ansiosa pelo proximo (:
Bjs

Bianca. disse...

Tá perfeito, como sempre! :D
Continua!
Beijo (:

Anónimo disse...

lindo quero mais adorei nao a palavras

Marina disse...

Perfeito, perfeito e perfeito.
Continua por favor!
beijos :)

Anónimo disse...

Palavras para quê.....simplesmente LINDO,LINDO....LINDO.

Unknown disse...

Olha lá, mas o que queres tu??? Isto lá é forma de terminar???

Quero mais...

Como sempre está fantástico :P

Bjs

Catarina disse...

Ai rapariga consegues sempre surpreender me a cada capitulo que passa! Cada vez gosto mais de ler a tua fic ... Amei como sempre e fico sempre à espera de mais XD
Bjs
Continua

Jéssica disse...

Drii não os separes por amor de Deus. Se ele sair do pais fá-la ir com ele! Please *.*

Parabéns pela fic *

Lígia disse...

Ai Drii cada vez estou mais viciada na tua fic, é realmente maravilhosa...
Continua e posta rapidamente, porque estou ansiosa :)
Beijinhos Lígia

Ana Sousa disse...

Esta saída do David está a estragar tudo! :X
AMO Drii, amo mesmo!
É um vicio :$
Escrita magnifica! Talentosa, muito.
E agora fiquei curiosa com o que a Paulinha disse no comentário.. Que verá aí? Huum
Vou esperar :P
Beijocas, Ana Sousa*
http:/respirarde23.blogspot.com

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