sábado, 9 de julho de 2011

Capítulo 110 – Amar a 628 Km de distância também é amar (Parte IV)



Os dias que sucederam a conquista do título foram de autêntica loucura. David andou envolto numa parafernália de entrevistas, conferências de imprensa e jantares de comemoração, dos quais eu me auto-excluí pois não tinha grande paciência para aquela amálgama de gente e estava a entrar numa fase de exames da faculdade. Naquela manhã ele iria ter o último treino antes das férias e o primeiro depois da conquista do título, e iria encerrar o dia com uma entrevista ao Daniel Oliveira para o programa “Alta Definição”, o que significava que iria vê-lo somente à noite, na melhor das hipóteses. Acordei cedo pois tinha um longo dia pela frente, tão ou mais longo ainda, que o de David. Tomei o meu habitual duche, desta vez de água quase fria tendo em conta a época do ano e o calor ameno que já se fazia sentir, e eram oito horas da manhã quando fiquei pronta para sair de casa.



Como sempre, e como não podia deixar de ser uma vez que se tornara hábito desde sempre, a primeira paragem do dia deu-se no Starbucks dos armazéns do Chiado, onde comi o meu brownie com toda a calma do mundo e levei um café duplo para beber pelo caminho. Apanhei o autocarro no sentido à faculdade e fui dando leves goles no café de travo amargo, mas que eu fazia questão de tomar sem qualquer açúcar. Assim que avistei a minha paragem, carreguei no stop e saí, rumo à faculdade. Mas foi no caminho, ao passar pelo quiosque do Sr. Zé, que a capa de um jornal desportivo me fez abrandar o passo.
“David Luiz, a 24 horas do Real Madrid!” – li em letras bem gordas na capa
- Bom dia, menina! Está à procura de alguma coisa? – o Sr. Zé reconheceu-me, mas como senti os meus olhos inundarem-se de lágrimas, desci os óculos de sol para que ele não pudesse ver
- Bom dia, Sr. Zé… Sim, estava aqui à procura de uma revista… - menti tentando ler as letras mais pequenas na capa, mas que falavam acerca do assunto
- Posso ajudá-la? – questionou-me, sempre dono da sua excelente educação
- Sim, quero a Happy e a Activa deste mês por favor… - pedi-as somente para camuflar a minha compra do jornal desportivo – E pode ser isto também… - passei-lhe o jornal para a mão discretamente
- Ah, vai levar A BOLA, sim senhora! Olhe que o seu David hoje faz capa… Vem aí um excelente negócio para o Benfica! – elucidou-me, ao mesmo tempo que passava os códigos de barra das revistas e do jornal no respectivo leitor – São sete euros e setenta e cinco, por favor!
- Aqui tem… - tentei falar o menos possível, pois as lágrimas estavam a um passo pequenino de me escorrerem pela face e se assim fosse, mesmo com os óculos, o Sr. Zé acabaria por ver
- Aqui tem o seu troco, menina… - ele deu-me os jornal e as revistas para a mão e sorriu como sempre
Nunca me tinha sentido não humilhada em toda a minha vida e a sensação só se agravou, quando metros mais à frente do quiosque, comecei a ler o corpo da notícia…
“O jogador de 24 anos, David Luiz, está a 24 horas da transferência para o Real Madrid. O defesa-central benfiquista, está a ser negociado há mais de quatro dias e o empresário deste já se encontra envolvido, uma vez que o negócio está quase a ser fechado. Há uma semana atrás David, afirmou em declarações ao jornal, que a conquista do título “é um sonho de menino, tô muito feliz no Benfica e eu vou ficar!”, mas ao que parece novos ventos o arrastam para terras espanholas. Fonte próxima do jogador afirmam que este se “encontra calmo e crente de que terá de ser o que Deus quiser, e está pronto para novos desafios”. É de relembrar que o jovem defesa tem uma cláusula de rescisão de 50 milhões de euros, mas o clube madrileno tem em cima da mesa uma proposta de 23 milhões de euros, que até ao momento parece ter agradado aos cofres da Luz. Certo que é que o mercado abriu há somente uns dias, mas David já tem um pé na capital espanhola.”
A revolta do que li estendeu-se a cada parte do meu íntimo, não por ele se puder ir embora… Não por haver uma proposta, mas sim porque provavelmente havia e no entanto ele não me tinha dito nada. Fechei o jornal e guardei-o na minha mala juntamente com as revistas que tinha comprado. Olhei para o enorme edifício da faculdade que estava bem na minha frente, perdi toda a coragem de lá entrar e o caminho que fiz mostrou-se inverso ao que devia. Apanhei novamente o metro até chegar à minha casa, enfiei-me no carro e este levou-me para o único sítio possível… A praia do Baleal, a mesma onde beijara David pela primeira vez, a mesmo que já ouvira muitos dos meus mais íntimos suspiros da alma e a mesma onde um dia tive vontade de me perder… E esse foi o dia. Tive uma vontade louca e incontrolável de me jogar naquele mar imenso e rezar para que este me levasse… Me levasse para um lugar seguro, para um lugar onde nada na minha vida fosse igual àquilo que vivia, um lugar onde pudesse ser eu e o David… Eu, ele e mais ninguém!

“De: Paulinha ♥
Amor, pego-te às 13h na facul, para irmos dar uma volta e comer qualquer coisa! Tenho muitas saudades tuas, beijão, amo-te!” – o meu telemóvel vibrou e pela primeira vez naquele dia consegui sorrir

“Para: Paulinha ♥
Oh amor, desculpa estragar-te os planos, mas não estou na facul, hoje não fui às aulas! Também estou cheia de saudades! :c   Beijozão, amo-te”

“De: Paulinha ♥
Então diz-me onde te posso pegar, temos mesmo de fazer uma farra de raparigas! :b”

“Para: Paulinha ♥
Estou um bocadinho longe, mas se quiseres esperar, posso encontrar-me contigo às 13h30 naquela esplanada em Belém e comemos qualquer coisa por lá! Que me dizes, gata? :)”

“De: Paulinha ♥
Digo que sim, claro, amor! :)
Lá estarei às 13h30 e ainda me hás de explicar que história é essa de não ires às aulas, minha baldas! Até logo, beijozão, Amo-te muito! ♥”

“Para: Paulinha ♥
Não comeces já a dar-me nas orelhas, tens o almoço todo! :b
Lá estarei também, amor! Até logo, beijo enorme! Amo-te muito!♥”

Coloquei o telemóvel na mala, pois sabia que tinha uma hora de condução rumo à capital portuguesa, que já me era tão familiar.

***

O sol estava surpreendentemente agradável e estranhamente a Paulinha estava atrasada. Enquanto esperava e não esperava, entretive-me a ler novamente o artigo do jornal acerca de David. Talvez na esperança de ele ter desaparecido da página oito… Talvez na esperança de estar errado… Fechei-o rapidamente assim que a vi caminhar na direcção da minha mesa, que se encontrava coberta por um guarda-sol enorme.
- Olá, amor! – ela deu-me um beijinho carinhoso na testa – Desculpa o atraso, mas precisei de ir à secretaria da faculdade resolver um problema…
- Olá, amorzinho! – sorri levemente, mas muito feliz por a ver – Não faz mal, também estava aqui entretida…
- Hum, o jornal é de hoje?
- Sim, é… Comprei-o esta manhã!
- Hum, deixa-me ver, por favor! – pediu estendendo a mão para o apanhar
- Não, não tem nada de jeito! – rapidamente tomei uma posição de defesa, não queria que ela me olhasse com piedade, nem que tocasse naquele assunto
- Estás armada em mona, amor? Deixa-me lá ver isso… - ela esticou-se facilmente e com alguma agilidade e facilidade tirou-mo da mão, pousando-o na parte da mesa que lhe pertencia
- Pronto, força! – acabei por ceder e fiquei a observar a reacção dela, quando o seu olhar percorreu as letras gordas da capa
- Mas… - murmurou, mas nem lhe dei tempo de acabar
- O circo continua na página oito! – alertei em tom de sarcasmo, mas rapidamente os dedos pequeninos dela fizeram as páginas voar até alcançar a que ela pretendia
- Não, isto não é verdade… - disse descontraidamente, fechando o jornal
- Não?!
- Não, claro que não… Não me digas que acreditas nisto?
- Senão soubesse o que sei, claro que não acreditava, mas sabendo…
- O que é que sabes, Adriana?
- Não posso falar sobre isso, Paulinha…
- Mas Adriana, eu sou tu… - a chegada da empregada interrompeu-a
- Boa tarde, o que é que as senhoras vão desejar?
- Para mim pode ser uma massa carbonara e um sumo natural de manga… - solicitei com um sorriso – E tu, Paulinha?
- Para mim pode ser o mesmo, mas prefiro uma coca-cola, por favor…
- Com certeza, trago já o pedido… Com licença… - a senhora retirou-se com extrema educação
- Adriana, diz-me lá…
- Paulinha, isto não pode sair daqui… - afirmei suspirando – Só o Ruben é que sabe!
- Diz-me, eu juro que não vai sair daqui…
- Nem para o Roberto!
- Nem para o Roberto, amor… Podes ficar descansada! – ela sorriu para me tranquilizar
- Naquela noite, em que eles voltaram do Porto sem o título, quando subiste e me deixaste sozinha, ouvi uma conversa entre o presidente e o Rui, acerca da venda dos jogadores, e o David era um deles, é por isso que tenho tantas certezas…
- Então era por isso que estavas a chorar e depois desapareceste e agiste daquela maneira com ele! – concluiu assim que as pecinhas se juntaram todas na sua cabeça
- Sim, foi isso, amor… - confirmei de olhar baixo
- Oh amor, tu sabias que podia ser assim…
- Sim, eu sabia, mas não pensei que fosse já, e que se fosse, ele pelo menos me ia dizer, mas nada!
- Provavelmente não há certezas, por isso é que ele não disse…
- Mas existem propostas e só por isso ele devia falar comigo! E depois foi o que o Ruben me disse…
- O que é que esse parvo te disse?
- Disse-me que ele era capaz de ficar por mim, que quer ficar por minha causa e isso eu não posso aceitar, Paulinha!
- Se ele quiser, só tens de aceitar!
- Não, eu não posso aceitar! Aliás… Nunca me irei perdoar se ele perder o sonho dele por minha causa! É uma excelente proposta… Ele vai sair a ganhar e o clube também…
- E tu?
- E eu? No meio disto tudo, perco o meu coração… - respondi de forma sincera e depois disto, nem eu nem ela, tocámos mais no assunto até ao final da refeição

***

Nos dias seguintes as notícias intensificaram-se, dizendo que o negócio ainda não tinha sido fechado, por meras questões burocráticas. O David tentou falar sobre o assunto comigo, mas sempre que o fazia, eu fugia pois não sabia como agir, nem o que dizer. De certa forma eu sentia que era eu que estava a atrapalhar aquela venda e uma conversa com Ruben, veio confirmar isso mesmo.
- Não gosto de te ver assim tão em baixo, Adriana… - disse, servindo-me um café na sala de estar na sua casa
- Também não gosto de estar assim, podes ter a certeza…
- Então anima-te!
- As notícias não param, Ruben, e sinto que estou a empatá-lo! – confessei dando o primeiro gole no café
- Adriana, ele disse-me que tentou falar contigo várias vezes, mas que foges sempre ao assunto…
- Fujo, porque não sei como agir! O que é que eu lhe vou dizer, que prefiro que fique? Claro que prefiro, mas não lhe posso pedir isso!
- Não tens de pedir… Eles estão à espera da decisão dele e ele não sabe o que fazer por tua causa… Ele está seriamente a pensar recusar a proposta!
- Não, ele não pode fazer isso!
- É a decisão dele… Ambos os clubes a irão respeitar!
- É o sonho de uma vida, Ruben… E tu sabes disso!
- Eu sei e ele também, Adriana, mas ele ama-te e acho que ele reestabeleceu prioridades, só isso…
- Tudo bem, ele reestabeleceu prioridades, mas não quero que o faça por minha causa… A vida dele não se pode reger pela minha!
- Quando amamos alguém de verdade, naturalmente as coisas passam a ser assim, Adriana… Não conseguias ir com ele?!
- Oh Ruben, não conheces o meu pai? Ele não me deixava ir sem acabar o curso e eu já estou a acabar um ano, não quero ter de repetir tudo de novo!
- Ele faz o esforço de ficar por ti, tu podias fazer esse…
- Pois, mas eu e o David, somos muito diferentes…


***


Naquela noite segui até casa dele, no intuito de matar saudades, pois dentro de uma semana e meia ele seguia finalmente de viagem para o Brasil mais os pais que ainda se encontravam em Portugal, e eu ficava, devido à faculdade.
- Ai, que saudaji, amô! – ele apertou-me para si assim que me viu e beijou-me calmamente
- Também tinha muitas saudades, mas se me continuas a apertar dessa maneira, falta-me o ar… - brinquei, rindo-me
- Desculpa, mô! – ele também se riu e deu-me um beijinho na testa – Entra…
Passei na frente dele, livrei-me do casaco que trazia vestido e beijei-o calmamente.
- Tô assistindo um filme, quer assistir comigo?
- Claro, amor! – sorri-lhe alegremente
Ficámos os dois na sala a ver o filme, mas ainda este ia no início e já nós nos tínhamos distraído numa troca de carícias intensas.
- Dorme aqui essa noite… - pediu sussurrando
- Durmo, amor… - prolonguei o beijo que dávamos segundos antes
Numa enxurrada de beijos apaixonados, ele acabou por me levar para o quarto, deixando pelo corredor um rasto com as nossas roupas. Caí debaixo do corpo quente e forte dele e as suas mãos percorreram cada recanto de mim com o maior carinho do mundo. Amámo-nos naquela noite, sem qualquer pressa, com um enorme desejo, uma enorme vontade e um grande amor. Para ele foi mais uma das nossas noites, mas para mim, foi o culminar de uma decisão…


***


(David)
Acordei cedo para ir na padaria buscar café da manhã pra mim e pra ela, mas acabei passando na casa dos meus pais e me deixei ficar na conversa algumas horas.
- Tenho de ir que deixei a Adriana dormindo… - me levantei do sofá
- Vai lá, meu filho… Manda beijo pra ela! – pediu minha mãe
- Não querem vir tomar o pequeno-almoço com a gente?
- Não queremos incomodar meu filho…
- Não incomodam, mamãe… Venham, a Adriana vai gostar! – esbocei um enorme sorriso e eles acabaram cedendo
Conduzi até casa, no meu carro e sempre mantendo uma conversa com eles, que estavam animados por os incluir num pequeno ritual da minha vida de casal com Adriana. Vi uma enorme luminosidade vinda do quarto, que tinha a porta aberta, ao contrário de como eu a tinha deixado.
- AMÔ! – chamei fechando a porta e pousando o pão fresco e as chaves de casa no móvel do hall – Trouxe pão fresquinho! – anunciei sorrindo, mas ninguém me respondeu, nem mesmo a Quimera, que eu acabei concluindo que não estava em casa
Percorri todas as divisões da casa, deixando meus pais na sala e nem um sinal dela, o que achei estranho pois ela nunca saía sem deixar recado.
- Ué, não tá… - exclamei entrando na sala
- Vai ver e saiu pra comprar pão também… Talvez passear a cachorra! - minha mãe riu levemente
- É, vai ver e foi isso mesmo… - me juntei a ele por momentos
Sentei no sofá da sala e quando me estiquei para alcançar o telefone e ligar pra ela, vi algo em cima do pequeno móvel…





Aqui vos deixo mais um capítulo, espero que gostem!
Não se esqueçam de comentar, pois é muito importante saber o vosso feedback! :)
Beijinhos
Drii


 

P.S - Quero também pedir desculpas à leitora CAROLINA, que me solicitou que lhe dedicasse um capítulo porque fazia anos e não, não ficou esquecido, minha linda! Mas o último capítulo foi publicado "aos trambolhões" e preferi dedicar-to agora com mais calma, sei que já vai tarde, mas conta a intenção! Aqui está ele!
Parabéns (atrasados!) e beijinhos, que sejas muitos feliz! ♥

 

16 comentários:

paula. disse...

amor, tá lindo!

já sabes que sou vidrada nisto e tenho que ir para a rehab... (pagas tu! ahahahha)

amo-te muito, princesinha do meu coração! beijozão! <3<3<3

Jo disse...

Opah isto assim não é justo, não é justo, não é justo e não é justo!!
Não podes acabar assim.. ainda me dá aqui um ataque de coração e depois como é? Fico sem ler o resto! :o
Está magnifico.. nem tenho palavras! *-*
Agora quero mais, ai quero pois! :D
Beijão lindona*
Juca<3<3

Anónimo disse...

Lindoooo Muitooo Lindooo Drii *---------*

Amo Muito Tudo Isso , Continuuuuuuuuua =D

Unknown disse...

Minha Linda... acabei de ler isto e já estou desejosa de ler o próximo!

Quero muito saber como vai reagir o David a tudo o que virá pela frente... sei que sabes ao que me refiro :P

Adoro o que escreves, por isso vê se te despachas a publicar mais :)

Beijinhos

Catarina disse...

Menina Adriana isto é maneira de se acabar um capítulo?! Agora como é obvio estou super curiosa para ler o proximo XD
(vê se postas depressa)
Tirando isso esta optimo como sempre ;)
Continua!
Bjs

Cristina disse...

Está lindo Dri aliás como todos os outros...
Continua...
Olha só uma pergunta qual o nome da música pois é linda tb?
Obrigado pela atenção...

Ana Novo disse...

Perfeito até ao final que nos prende a leitura e faz com que esperemos ansiosamente pelo próximo capítulo.

Anónimo disse...

Adorei Dri, quando há mais?
Espero que seja o mais rápido possível.
E podes dizer-me o nome da música, sfv?
(:

Anónimo disse...

espro que seija amis rapido posivel adriana adorei tu es maravilhosa
bjs

Ana Sousa disse...

Óó Drii! Ai não pode ser! Estou tão curiosa!! :O
Ela decidiu ir com ele? Não?
AII estou tão viciada que me deixas assim...
Quero o resto rapidinho ouviu? :@
Está lindo!! Como os outros :D
Beijocas, Ana Sousa

Drii disse...

Para quem quer saber o nome da música, aqui fica ele: Set fire to the rain - Adele
Beijinhos :D

Ana disse...

fantastico... ta lindo...

quero mais...

continua...

CAROLINA disse...

Muito obrigada Adriana :)

Bem, como sempre, adorei este capitulo e estou ansiosa pelo próximo

Muitos beijinhos e obrigada mais uma vez :D

Anónimo disse...

Amei, como sempre, claro!
Tudo o que escreves é absolutamente maravilhoso!
Quero mais e rápido que não vivo sem a tua fic!
Beijinhos

Jéssica disse...

Mais uma vez Drii, parabéns.

Devo dizer que fiquei um pouco desiludida com este episódio pois saltaste muitas cenas, isto é, passaste por elas muito rápido.

Sinceramente, quando começo a ler um capitulo desta fic entro num estado de histeria que só visto xD

Vê lá não deixes os teus fãs a sofrer muito com esta ida do David. Nós de certeza que sofremos tanto quanto a Adriana.

Beijocas, continua *

Pedro Gouveia disse...

Tá demais, o amor é lindo ..
"Live for Love" ..

Bjinhos **

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